M…

Com emoção...

fevereiro 26, 2009
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Sidney Luzio, nosso Crítico de M, continua o relato de sua saga pelos banheiros do Nordeste. O criador do blog Já Caguei Aqui nos manda um texto com sua aventura por um sanitário cearense, antes de um passeio pelas dunas de uma das praias do Estado.

“Eu e meu amigo de viagem estávamos prontos para pegar um passeio de buggy com emoção, parada para skibunda e tudo o mais oferecido aos turistas que vieram naquele dia conosco. Mas àquela hora da manhã já tinha algo em mim que começava a sair de controle. Antes que eu fizesse feio em algum susto na descida das dunas, tratei de ir ao banheiro mais próximo”, conta Sidney, que não teve uma experiência muito agradável:

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Viagem a trabalho...

janeiro 28, 2009
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Sidney Luzio, do blog Já Caguei Aqui, é o nosso novo Crítico de M. Especializado em análises de banheiros, Sidney recentemente viajou de férias e aproveitou para visitar recintos além de São Paulo. Sua primeira contribuição à M… Online registra sua visita a um sanitário na pequena e pacata cidade de Trindade (RJ). Confiram a experiência do Crítico de M:

Quiosque Caiu do Céu, Trindade (RJ)

Nada como começar o ano ao lado de quem mais gosta. Assim, após passar a festa do Reveillón na charmosa Paraty, eis que eu e minha nova/velha namorada resolvemos passar o primeiro dia do ano nas lindas praias de Trindade, cerca de 15 km dali.

Ah, Trindade. Outrora um tranqüilo vilarejo onde hippies e pescadores viviam em completa harmonia, agora fora invadida por uma horda de turistas que se empoleiram nas dezenas de pousadas que tomaram a ruazinha principal. Após enfrentar um legítimo engarrafamento paulistano, finalmente chegamos à Praia do Meio – ela com sede e com fome, afinal já passava das 13h; eu com sede, fome e louco para achar um banheiro. Não por acaso, sentamos nas mesas do quiosque Caiu do Céu.

Após saborear uma caipirinha feita com cachaça da terra, fui ao encontro do garçom que nos servia e perguntei-lhe sobre as instalações do local. Solícito, o rapaz me disse que não havia banheiro masculino, mas devido ao caso, abriria uma exceção. 

Estava me sentindo um privilegiado. Como todos sabemos, o banheiro feminino é muito mais limpo que o masculino, portanto, garantia de uma ida sem maiores percalços. Porém, ao entrar e abrir a porta, a surpresa: não tinha assento!

Pobres meninas. Se dependessem daquelas quatro paredes, estariam perdidas. Tirando o assento, as instalações até que não deixavam muito a dever a qualquer outro lugar. A Iluminação era natural e a descarga era aquelas de cordinhas. Pelos azulejos e piso, parecia ter sido construído ou reformado há pouco tempo. Mas o local era realmente acanhado, o que dificultava o espaço de manobra, principalmente quando se está de cócoras.

Por sorte, pude concluir o serviço rapidamente, o que me evitou maiores estresses. Tenho que admitir que foi uma experiência nova realizar minhas necessidades à moda dos índios e, de quebra, fazer um bom trabalho de pernas. Contudo, é algo que, se puder evitar, não faria novamente.  

(Sidney Luzio)

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