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	<title>M... &#187; etiqueta</title>
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		<title>Etiqueta de banheiro &#8211; Parte 3</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 19:03:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cocô-laborações]]></category>
		<category><![CDATA[banheiro]]></category>
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		<description><![CDATA[

Chegou a hora da conclusão do Manual de Etiqueta de Banheiro, um oferecimento do colaborador André Ursípedes, do blog Eu não sou virgem, Maria!. São mais três regras que devem ser seguidas em nova do bem-estar da civilização.

Etiqueta de M&#8230; (parte 3)
Regra 6 &#8211; Não defecar casualmente em banheiros públicos
O banheiro público é uma contradição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_cocolaboracoes1.png"></a></p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_cocolaboracoes.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-66" title="banner_cocolaboracoes" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_cocolaboracoes.png" alt="" /></a></p>
<p>Chegou a hora da conclusão do Manual de Etiqueta de Banheiro, um oferecimento do colaborador André Ursípedes, do blog <a href="http://www.eunaosouvirgemmaria.com/" target="_blank">Eu não sou virgem, Maria!</a>. São mais três regras que devem ser seguidas em nova do bem-estar da civilização.</p>
<p><span id="more-385"></span></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Etiqueta de M&#8230; (parte 3)</span></strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Regra 6 &#8211; Não defecar casualmente em banheiros públicos</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">O banheiro público é uma contradição absurda. Ele mistura &#8211; me desculpe o trocadilho &#8211; o público com a privada. É o lugar onde desconhecidos trocam intimidades não desejáveis, mas absurdamente necessárias. Creio que se nossas necessidades não fossem tão urgentes, ninguém cogitaria a criação deles, a não ser os garotos de programa e seus clientes.</span><br />
<span style="color: #0000ff;">Nele urinamos, porque a urina fora de casa é sempre urgente. Agora, defecar em banheiro público sem uma grande justificativa é inadmissível. Trocar micróbios e fungos com a privada somente para fazer o que muito bem poderia ter sido feito em casa é tão injustificável quanto ir ao McDonald´s e pedir um feijãozinho caseiro.</span><br />
 </p>
<p><span style="color: #0000ff;">Regra 7 &#8211; Utilizar os mictórios somente no caso de as cabines estarem lotadas</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">O mictório é uma invenção genial e burra. Porque ao mesmo tempo em que facilita, constrange. </span><br />
<span style="color: #0000ff;">Sabemos que, ao contrário da vontade humana de urinar, o espaço dos banheiros públicos é limitado. A cada metro quadrado de banheiro público, há uma infinidade de pessoas apertadas. As cabines seriam o local exato para o alívio, mas ocupam muito espaço. Nos limites de uma cabine, cerca de três mictórios podem ser construídos, fazendo do banheiro um local muito mais dinâmico.</span><br />
<span style="color: #0000ff;">É por saber que quanto mais rápido se urina, mais rápido o outro se alivia (e vice-versa), que a maioria dos homens utiliza os mictórios. </span><br />
<span style="color: #0000ff;">Porém, esta facilidade cria um constrangimento inevitável. Homens olham para baixo, desejando não ter a maldita visão periférica, para que vejam somente o próprio pênis. </span><br />
<span style="color: #0000ff;">É por isso que nos banheiros públicos só se deve utilizar os mictórios em caso de as cabines estiverem cheias. Não se recomenda mictórios nem aos gays, porque gostar de ver urinando o que lhe dá prazer é da mesma distorção que gostar de uma modelo conversando.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Regra 8 &#8211; Não conversar enquanto usa o banheiro público</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">O maior direito que as mulheres conseguiram ao queimar sutiãs não foi o de não depender tanto do marido, ou de não precisarem mais lavar a louça após o jantar. Não. A maior conquista foi a de poderem ir juntas ao banheiro.</span><br />
<span style="color: #0000ff;">Elas assim vão com tanta graciosidade, que maridos há que se sintam justificados pela louça pesada ao verem cena tão elegante. O que eles não imaginam é que há um problema crônico neste hábito: o de elas conversarem justamente no momento em que urinam ou defecam.</span><br />
<span style="color: #0000ff;">É outra intimidade inconcebível. Não pelo conteúdo da conversa, mas simplesmente pelo tom de voz alterado. Um marido que pegue a esposa conversando com outra mulher enquanto faz necessidades pode acusá-la de lesbianismo sem a menor margem de erro!</span><br />
<span style="color: #0000ff;">E a mulher que flagra o marido conversando com alguém enquanto urina pode acusá-lo de homossexualismo agudo. Porque diferentemente da mulher, o homem toca no membro sexual enquanto urina. E conversar com outro homem segurando a genitália &#8211; mesmo que seja a própria &#8211; é por demais homossexual.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">(André Ursípedes)</span></p>
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		<title>Etiqueta de banheiro &#8211; Parte 2</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 14:34:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cocô-laborações]]></category>
		<category><![CDATA[banheiro]]></category>
		<category><![CDATA[etiqueta]]></category>

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		<description><![CDATA[
Eis a segunda parte do elucidativo guia de boas maneiras no banheiro, escrito pelo Ursípedes, do Eu não sou virgem, Maria!, com mais duas regras (atenção para a dica sobre dobrar bem o papel usado). Ficam faltando três leis, que em breve a gente solta qui. Vale imprimir e colar no banheiro:
Etiqueta de M&#8230; (parte 2)
Regra 4 &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_cocolaboracoes1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-67" title="banner_cocolaboracoes1" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_cocolaboracoes1.png" alt="" /></a></p>
<p>Eis a segunda parte do elucidativo guia de boas maneiras no banheiro, escrito pelo Ursípedes, do <a href="http://www.eunaosouvirgemmaria.com/" target="_blank">Eu não sou virgem, Maria!</a>, com mais duas regras (atenção para a dica sobre dobrar bem o papel usado). Ficam faltando três leis, que em breve a gente solta qui. Vale imprimir e colar no banheiro:</p>
<p><span id="more-380"></span><strong><span style="color: #0000ff;">Etiqueta de M&#8230; (parte 2)</span></strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Regra 4 &#8211; Lavar as mãos (ou fazer o barulho)</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">O cumprimento humano é sinal de confiança. Duas pessoas se cumprimentam porque uma sabe que a outra não colocaria a mão em lugares inapropriados. O pensamento de um sujeito que acaba de cumprimentar outro é esse:</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">- Tenho certeza de que você lavou bem as mãos ao sair do banheiro! É por isso que o cumprimento!</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Porque as células do pênis ou da vagina e os respingos de xixi são muito íntimos. Cumprimentar o desconhecido com a mão deslavada é uma intimidade indesejável. A regra varia para o sujeito que se encontra na própria residência. Após usar o banheiro, ele pode simplesmente fazer o barulho da torneira, em vez de lavar as mãos trabalhosamente. Porque quem mora na mesma casa é obrigatoriamente íntimo. É por um sinal de respeito e consideração que se faz o barulho da água batendo na pia. O pensamento deste sujeito é:</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">- Estou com preguiça de lavar as mãos, mas finjo que as lavo para mostrar que não me esqueci de você.<br />
 <br />
Regra 5 &#8211; Dobrar o papel higiênico até ficar branco</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Em uma residência, uma série de intimidades obrigatórias e indesejáveis é trocada. É possível saber a hora em que a pessoa levanta, quantos minutos passa no banho, como é ela sem o gel, como é ela de cueca; enfim, como a pessoa realmente é: distraída.<br />
Para toda intimidade, porém, há limite. Não é necessário saber, por exemplo, que seu pai não desejou que você nascesse. Da mesma forma que não é necessário que seu pai saiba que você desejaria outro pai, que fosse mais gordinho. Segredos existem e são mais saudáveis do que parece.<br />
Mas tem gente que se esquece disso quando vai ao banheiro. O sujeito defeca, e quando se limpa deixa claros sinais do que fez, sem o menor cuidado de esconder o que lhe é essencialmente particular, deixando o papel higiênico sujo aberto no lixinho.<br />
Ora. O papel mundial está em falta, mas não é uma dobrada a mais que fará diferença. Deixe o papel sempre com a parte branca para fora, dobrado, e guarde um segredo sujo que é somente seu.</span></p>
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		<title>Etiqueta de banheiro</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 18:57:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cocô-laborações]]></category>
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		<category><![CDATA[etiqueta]]></category>

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		<description><![CDATA[
Novo colaborador na área. André Ursípedes, do blog Eu não sou virgem, Maria!, preparou pra gente um bem elaborado guia de etiqueta em banheiros. São dicas preciosas, explicadas com o rigor de quem entende tudo de civilzação. Ursípedes nos conscientiza de regras como &#8220;não ler no banheiro livros que você tomou emprestado de alguém&#8221; e &#8221;devolver [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_cocolaboracoes1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-67" title="banner_cocolaboracoes1" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_cocolaboracoes1.png" alt="" /></a></p>
<p>Novo colaborador na área. André Ursípedes, do blog <em><a href="http://www.eunaosouvirgemmaria.com/" target="_blank">Eu não sou virgem, Maria!</a></em>, preparou pra gente um bem elaborado guia de etiqueta em banheiros. São dicas preciosas, explicadas com o rigor de quem entende tudo de civilzação. Ursípedes nos conscientiza de regras como &#8220;não ler no banheiro livros que você tomou emprestado de alguém&#8221; e &#8221;devolver ao lugar original o tapetinho que fica na frente do box, depois de usá-lo para proteger seus pés do piso frio enquanto defecava&#8221;.</p>
<p> <a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/12/wcluxo1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-375" title="wcluxo1" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/12/wcluxo1.jpg" alt="" width="392" height="256" /></a></p>
<p>Vamos publicar em três partes, até a semana que vem. Eis a primeira, com três regras:</p>
<p><span id="more-373"></span></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Etiqueta de M&#8230; (parte 1)</span></strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;">O banheiro é ressentido do cocô. É um lugar que está sempre tentando esconder que nele se caga.<br />
Veja as revistas de arquitetura. Sempre que um banheiro aparece, não há o menor sinal de fezes. Parece que ali é um lugar para jantar, brincar, ou até mesmo copular. Até chuveiro instalaram no banheiro, para dar-lhe outra utilidade. Para que quando se falasse nele, não se pensasse somente em fezes ou urina.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Há, pois, uma série de comportamentos a serem adotados dentro do banheiro. A etiqueta convencional trata do banheiro para fora. Um dos preceitos é o de que tudo o que não se pode fazer fora do banheiro, dentro dele pode. Mas não é assim. Há atitudes essenciais para se tomar no banheiro para não ser uma pessoa inconveniente.<br />
 <br />
Regra 1 &#8211; Não deixar o tapete em frente à privada</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Sempre que se entra no banheiro, olha-se para a privada como se ela não fosse o que é. Olhamos para a privada da mesma maneira com que olhamos para alguém de quem conhecemos um segredo horrível e nojento: como se não soubéssemos.<br />
A privada se disfarça. Com a tampa, para que não vejamos o lugar feito para se sentar. Que se alguém senta ali, provavelmente é para fazer cocô. Além disso, a escolha da privada é feita acompanhando a cor do piso - como numa camuflagem subliminar, que se completa com o desodorizador, com um cheiro agradável que tem que ser o mesmo do utilizado no piso.<br />
E com todo este esforço da engenharia e da arquitetura, há quem deixe o tapetinho de banho em frente à privada.<br />
Claro que como o piso de banheiro costuma ser gelado, uma defecada mais prolongada pode congelar os pés mais sensíveis. Daí que puxar o tapete ajuda a preservar a temperatura do pé. O problema está em não devolvê-lo ao local de origem, em frente ao box. Este esquecimento &#8211; ou esta preguiça &#8211; deixa o usuário seguinte em situação muitíssimo constrangedora com o banheiro. O tapetinho em frente à privada é o sinal evidente que escancara o segredo do banheiro. É como se você visse seu amigo que come cocô passando papel higiênico na boca.<br />
Por isso, nunca deixe o tapete em frente à privada. O banheiro e quem for utilizá-lo seguido a você agradecem.<br />
 <br />
Regra 2 &#8211; Não ler livros emprestados no banheiro</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Na nossa sociedade, há uma série de regras implícitas, que se fossem escritas dobrariam o tamanho da constituição, e ficaria ainda mais difícil para os estudantes de Direito passarem de ano. Há a regra de não colocar o dedo no nariz na frente dos outros, a de não falar de câncer com cancerígenos, de não cantarolar em elevadores e a principal: não ler livros emprestados no banheiro.<br />
Porque a pessoa que emprestou o livro já foi generosa. O que ela vai receber em troca? Coliformes fecais? Pêlos pubianos? Páginas ligeiramente marrons? <br />
Generosidade, com generosidade se paga. É preciso ter a generosidade de resistir à deliciosa tentação de se ler no lugar mais propício possível, que é o banheiro. Esta regra tem um ponto fraco: depende somente da consciência. Porque se alguém colocar o dedo no nariz ou soltar pum em voz alta, poderá será visto; agora, quem ler livro emprestado no banheiro, não será nunca visto. E é por isso, por não ser visto, que é imprescindível que se cumpra a regra. Fazer isso é um reforço na esperança de que os outros também a cumpram.<br />
 <br />
Regra 3 &#8211; Não deixar rastros de cocô dentro da privada</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Reconheçamos que privada não tem vida fácil. Da mesma forma que uma aeromoça vocacional pode torcer o nariz quando uma idosa deixa cair a dentadura no meio do corredor estreito, as privadas mais capazes podem se ressentir quando se deparam com duas nádegas feias ou com um cocô muito mole.<br />
É necessário, então, tratá-la com extrema delicadeza, mesmo que se saiba que ela está cumprindo a obrigação. Imagine você uma tarefa em que cumprir a função sem desgosto seja engolir um cocô que esteja suficientemente duro.<br />
Assim como o bom marido bate na mulher sem deixar-lhe marcas, o bom usuário de privada defeca sem deixar marcas. A privada já se constrangeu ao aceitar engolir o cocô do sujeito. Deixar a marca é prolongar a humilhação até que o próximo usuário aperte a descarga! É como ver o amigo que come cocô secretamente com alguma coisa marrom no canto da boca: não pode ser chocolate. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">(André Ursípedes) </span></p>
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