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	<title>M... &#187; críticas de filmes</title>
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		<title>Presente de grego</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 04:33:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Eduardo Frota]]></category>

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Hoje chega ao circuito comercial uma nova comédia de Nia Vardalos, aquela moça do filme Casamento grego. Para se garantir nessa volta às telas, Nia escalou o mesmo ator com quem contracenou no tal filme.

Mas o truque não foi o bastante para convencer Eduardo Frota, do blog Cinéfilo, Eu?. Nosso crítico de M&#8230; solta os bichos contra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-102" title="banner_criticos" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png" alt="" /></a></p>
<p>Hoje chega ao circuito comercial uma nova comédia de Nia Vardalos, aquela moça do filme <em>Casamento grego</em>. Para se garantir nessa volta às telas, Nia escalou o mesmo ator com quem contracenou no tal filme.</p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/euodeio.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-869" title="euodeio" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/euodeio.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Mas o truque não foi o bastante para convencer Eduardo Frota, do blog <a href="http://www.cinefiloeu.com/" target="_blank">Cinéfilo, Eu?</a>. Nosso crítico de M&#8230; solta os bichos contra <em>Eu odeio o Dia dos Namorados</em>:</p>
<p><span id="more-868"></span></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Nem para gregos, nem pra troianos</span></strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Depois do <em>Dia dos Namorados macabro</em> em três dimensões, mais um filme de horror sobre a romântica data chega às telas brasileiras. Quer dizer, não que o gênero também seja sanguinolento. Muito pelo contrário: trata-se de uma comédia romântica. Acontece que <em>Eu odeio o Dia dos Namorados</em> é, na acepção da palavra, um horror! </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Quem assina roteiro e direção, além de atuar como protagonista, é Nia Vardalos, a descendente grega que encantou muita gente (não me inclua aí) com <em>O casamento grego</em>. Desta vez, ela repete a fórmula fácil, cheia de clichês, para contar a história de uma dona de floricultura que tem regras estritas sobre relacionamentos: um romance deve acabar depois do quinto encontro, pois assim evita-se a desilusão. Tudo vai muito bem e a moça sustenta um sorriso patético o filme inteiro, até o dia em que conhece o galã, interpretado por John Corbett, que também esteve no matrimônio à grega. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Os problemas de <em>Eu odeio o Dia dos Namorados</em> são muitos. A edição confusa e a montagem mal feita ficam nítidas logo nos créditos iniciais, e assim vão até os finais. A fotografia chega a ser comprometedora em certas seqüências. Além disso, muitas cenas parecem não ter qualquer espécie de coesão, prejudicadas também por um roteiro fraco, que não facilita em nada a fluidez da história. Porém, o pior mesmo é a previsibilidade do argumento, pois fica na cara do espectador, em míseros três minutos de projeção, qual será a lição amorosa aprendida pela protagonista e o porquê de sua regra estapafúrdia &#8211; cujos argumentos, inclusive, não convencem. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Decididamente, a direção de Vardalos é frouxa. Falta um pouco mais de pulso à moça para conduzir atores, filmagens e equipe técnica. Não é exagero dizer que <em>Eu odeio o Dia dos Namorados</em> é um filme mal acabado. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Talvez funcionasse melhor se a estréia fosse durante a temporada de Dia dos Namorados por aqui. Provavelmente, não custaria segurar um pouco e fazer o lançamento em junho, pois a película poderia agregar valor à famosa tríade típica da data: cinema-jantar-motel. Uma vez que o vértice mais importante é o último, o que se quer mesmo é um filme raso, rápido e rasteiro. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Pensando bem, seria melhor ir direto ao motel e pedir um jantar executivo na suíte mesmo. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Cocô-tação: 5 bostinhas (máximo de 5 bostinhas, para os piores)</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">(Eduardo Frota)</span></p>
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		<title>Leia antes de ir ao cinema</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 16:45:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticos de M]]></category>
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		<category><![CDATA[Eduardo Frota]]></category>

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		<description><![CDATA[
Este fim de semana está sendo lançado nos cinemas Território restrito, mais um filme digno de uma crítica de M. A missão de ir à sessão para a Imprensa, conferir o longa e depois lavar as mãos para escrever coube a Eduardo Frota, do blog Cinéfilo, Eu?.

A produção chama a atenção pela presença do astro Harrison Ford e, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-102" title="banner_criticos" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png" alt="" /></a></p>
<p>Este fim de semana está sendo lançado nos cinemas <em>Território restrito</em>, mais um filme digno de uma crítica de M. A missão de ir à sessão para a Imprensa, conferir o longa e depois lavar as mãos para escrever coube a Eduardo Frota, do blog <a href="http://www.cinefiloeu.com/" target="_blank">Cinéfilo, Eu?</a>.</p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/terrestrito.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-844" title="terrestrito" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/terrestrito.jpg" alt="" /></a></p>
<p>A produção chama a atenção pela presença do astro Harrison Ford e, para os brasileiros, por contar nossa compatriota Alice Braga, no papel de uma mexicana. Mas o bom elenco, recheado ainda por nomes como Ashley Judd e Ray Liotta, não garante que seja uma boa atração nas telas, de acordo com nosso crítico de M:</p>
<p><span id="more-843"></span></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Um &#8216;Crash&#8217; com resultado trash</span></strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><em>Território restrito</em> vai parecer reprise: um filme que fala sobre a dura batalha travada nas fronteiras (que mais parecem trincheiras) dos Estados Unidos. O que o mais recente trabalho de Harisson Ford nas telas brasileiras propõe é justapor as diversas etnias que insistem em buscar sustento em solo ianque. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Tem de tudo: judeus, coreanos, mexicanos (ainda que representados pela brasileira Alice Braga), australianos e árabes. E, claro, há também os próprios estadunidenses. E de dois tipos: os que aproveitam para tirar proveito da situação e os que se preocupam com as conseqüências da política de imigração. Harisson Ford, na pele de um policial que, justamente, prende imigrantes, funcionaria como o meio termo. Sua ambiguidade deveria ser a costureira de todas as histórias paralelas que se encontrariam num futuro breve – afinal, o título em inglês, <em>Crossing over</em>, sugere exatamente isso. Faltou linha. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Era para ser mais um filme comovente. Prova disso são as belas tomadas aéreas de Los Angeles, a edição correta e a trilha sonora sempre presente. Porém, o roteiro é fraco. Em primeiro lugar, os dramas individuais são desinteressantes e nunca explorados de forma realmente intensa. E quando tentam uma maior carga dramática, como no segmento da jovem muçulmana acusada de simpatizar com terroristas, é um desastroso festival de clichês. A maioria dos personagens resolve seus problemas de forma superficial, em desfechos completamente manjados e frios. Os atores, talvez mal dirigidos, também não ajudam. Falta vigor para um argumento que versa sobre a indiferença humana. Podia ter mais violência, mais ação, mais adrenalina, mais realismo e menos enrolação. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">O mais estranho, no entanto, é que todas essas histórias individuais mal se cruzam. Talvez, pela primeira vez, um título funcione melhor em sua versão traduzida do que na original. O território é realmente restrito e, ao que parece, vai continuar sendo assim mesmo. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Cocô-tação: 2 bostinhas (máximo de 5 bostinhas, para os piores)</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">(Eduardo Frota)</span></p>
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		<title>M&#8230; nos cinemas</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 15:21:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticos de M]]></category>
		<category><![CDATA[#cocolaboracoes]]></category>
		<category><![CDATA[André Gordirro]]></category>
		<category><![CDATA[críticas de filmes]]></category>

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Como prometemos, publicamos hoje duas críticas de filmes merdas que não conseguimos soltar no dia de suas respectivas estréias. No post abaixo deste, Roberto Cunha fala de Jogo entre ladrões, que estreou na semana passada e conseguiu se manter no circuito, apesar da recepção fraca do público (está em oitavo lugar entre os filmes mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png"></a><img class="aligncenter size-full wp-image-102" title="banner_criticos" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png" alt="" /></p>
<p>Como prometemos, publicamos hoje duas críticas de filmes merdas que não conseguimos soltar no dia de suas respectivas estréias. No post abaixo deste, Roberto Cunha fala de <em>Jogo entre ladrões</em>, que estreou na semana passada e conseguiu se manter no circuito, apesar da recepção fraca do público (está em oitavo lugar entre os filmes mais vistos neste fim de semana).</p>
<p>E aqui você confere a resenha para <em>The Spirit: O filme</em>, a adaptação do mais famoso personagem do mestre dos quadrinhos Will Eisner.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://img208.imageshack.us/img208/3806/spirit.jpg" alt="" /></p>
<p>A crítica é do jornalista André Gordirro, crítico e colaborador de revistas como a <em>SET</em>. Profundo conhecedor de HQ, Gordirro não se conteve diante do filme dirigido por (justo ele!) Frank Miller, uma lenda no gênero. De acordo com nosso resenhista, o longa causa &#8220;vergonha alheia avalassaladora&#8221;:</p>
<p><span id="more-786"></span><strong><span style="color: #0000ff;">SPIRIT DE PORCO</span></strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Com <em>The Spirit</em>, Frank Miller acaba de garantir seu lugar na próxima capa da <em>M&#8230;</em> Claro que os recentes gibis que tem assinado – como <em>All-Star Batman &amp; The Boy Wonder</em> – já seriam o suficiente para alcançar tamanho pináculo na carreira, mas, convenhamos, o apelo de uma produção hollywoodiana distribuída no mundo inteiro é bem maior que um quadrinho medíocre. Assim, parabéns, Sr. Miller – seu filme faz jus a este site e revista. É uma tremenda M.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Na verdade, <em>The Spirit</em> comete o maior pecado de um filme ruim: não é aquele que, de tão péssimo, fica bom e divertido; é daqueles ruins que não há salvação.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Frank Miller não parou de dizer que Will Eisner – criador do personagem – era seu ídolo e amigo e que realizou a adaptação para homenageá-lo. Muy amigo. O filme provoca um constrangimento tão grande, uma vergonha alheia tão avassaladora, que nem a noção de que cada ator ali ganha o que não juntaríamos em 200 anos de trabalho árduo impede de sentirmos pena das figuras em cena.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Os diálogos são constrangedores, a direção de atores é pífia, a marcação lembra teatro infantil. É como se Jorge Fernando tivesse aspirado toda a produção da Colômbia e saísse correndo com uma câmera na mão. <em>The Spirit</em> segue a estética artificial de <em>Sin City</em>, <em>300</em>, <em>Capitão Sky e o Mundo do Amanhã</em>, mas aqui a coisa sai do contexto completamente, parecendo algo roubado de melhores filmes que este.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Escapa alguma coisa desse estrume jogado na tela? Curiosamente, sim: o protagonista Gabriel Macht, que tem cara de herói de quadrinhos e merece uma obra melhor que essa em seu futuro, e, claro, Eva Mendes, cuja tomada da bunda quase vale o ingresso. Quase. Espere a cena surgir no YouTube.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Cocô-tação: 5 bostinhas (máximo de 5 bostinhas, para os piores)</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">(André Gordirro)</span></p>
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		<title>Lá vem mais noiva</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 14:02:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticos de M]]></category>
		<category><![CDATA[críticas de filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Noivas em guerra]]></category>

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		<description><![CDATA[
Praticamente toda semana tem uma merda estreando nos cinemas. A da vez é Noivas em guerra. Segundo nosso Crítico de M enviado à exibição para jornalistas, Eduardo Frota, do blog Cinéfilo Eu?, nem a presença das duas belas atrizes valem a pena.

&#8220;Kate Hudson e Anne Hathaway não alcançam o timing para a comédia. E as seqüências do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-102" title="banner_criticos" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png" alt="" /></a></p>
<p>Praticamente toda semana tem uma merda estreando nos cinemas. A da vez é <em>Noivas em guerra</em>. Segundo nosso Crítico de M enviado à exibição para jornalistas, Eduardo Frota, do blog <a href="http://www.cinefiloeu.com/" target="_blank">Cinéfilo Eu?</a>, nem a presença das duas belas atrizes valem a pena.</p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/02/noivas.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-586" title="noivas" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/02/noivas.jpg" alt="" /></a></p>
<p>&#8220;Kate Hudson e Anne Hathaway não alcançam o timing para a comédia. E as seqüências do filme são enfadonhas&#8221;, analisa Eduardo, que torceu para ver o buquê ser jogado tanto quanto uma solteira encalhada, para que seu sofrimento na sala de projeção acabasse logo. <span id="more-585"></span></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">O buquê que nunca chega</span></strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;">De uns tempos para cá, o casamento, essa instituição secular, voltou com tudo. O matrimônio está na moda. Todo final de novela tem um, há sempre um conhecido ficando noivo e todo ano é preciso, pelo menos uma vez, alugar roupa para a cerimônia. No cinema, o sacramento não fica para trás: noivas em crise às vésperas da data mais importante de suas vidas são tão comuns quanto bem-casados. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Tão comuns, que o espectador já sabe o que esperar desse tipo de comédia. Em Noivas em guerra, a dupla Kate Hudson e Anne Hathaway (indicada ao Oscar, mas não por esse trabalho) trava uma verdadeira batalha campal depois que ambas, amigas inseparáveis que cultivam o sonho de casar de véu e grinalda desde a infância, descobrem que as cerimônias foram marcadas, equivocadamente, para o mesmo dia. A primeira, é uma advogada acostumada a tomar a frente de discussões e ser o centro das atenções. A segunda, é uma professora bondosa e altruísta. Porém, as duas acabam ficando descompensadas e a amizade vai para o brejo. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Ao longo do filme, situações típicas de todo o noivado, como a escolha do vestido, a dieta para manter o manequim,  o penteado, a despedida de solteira e a escolha das músicas, se transformam em oportunidades para as duas “guerrilheiras de branco” estragarem os preparativos alheios. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Talvez moças que estejam prestes a contrair matrimônio achem alguma graça nas piadas que se originam dessas passagens. Talvez a Gretchen e o Fábio Jr., que já se casaram várias vezes, também achem motivos para dar risada. Porém, é preciso boa vontade para que o riso aconteça. Hudson e Hathaway não alcançam o <em>timing</em> para a comédia e estão longe de ter o <em>physique du rôle</em>, ainda que questionável, por exemplo, de uma Julia Roberts – sumidade em filmes sobre casamento. As seqüências são enfadonhas. É como se estivéssemos assistindo ao sermão do padre, à espera da festa cheia de comida, bebida e farra que nunca chega. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">O desfecho é particularmente constrangedor e preguiçoso, resolvendo a trama antes que o filme ultrapasse duas horas de exibição – o que, convenhamos, é tempo demais para uma cerimônia ou para uma comédia do gênero. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Cocô-tação: 4 bostinhas (máximo de 5 bostinhas, para os piores)</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">(Eduardo Frota)</span></p>
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