sexta-feira, 15 de maio de 2009

Voando para o banheiro

Aeroporto Pinto Martins, Fortaleza/CE

Por Sidney Luzio*

Dia 19 de janeiro. Após 12 dias intensos e de muitas aventuras por lugares incríveis, eis que minha jornada por terras cearenses chegava a seu fim. E essa viagem seria non-stop, saindo 2 da tarde de Jeri para parar apenas já em São Paulo, um pouco antes das 6 da matina do dia 20.
 
A viagem para Fortaleza ocorreu sem maiores sobressaltos. Mesmo, assim, sete horas são sete horas e o corpo acaba dando sinais de cansaço, de fome e, claro, que iria precisar de um banheiro. Por sorte, essa vontade última acabou por começar quando estávamos na cidade. Por outro lado, me privou de tentar experimentar o banheiro do ônibus, uma vez que naquele momento era impossível qualquer investida, devido ao fluxo de passageiros que atrapalhavam a passagem e que só faziam sair de ponto em ponto.
 
Um tanto frustrado, pacientemente esperei até o ponto final, já na rodoviária. Chegando lá, contudo, aconteceu o que eu temia: o banheiro era pago. Por uma questão de honra, desdenhei do banheiro. Minhas pernas começavam a trançar e corri para o táxi mais próximo, rumo ao aeroporto.
 

Por sorte, o Pinto Martins não era longe dali e pude controlar meus impulsos sem maiores preocupações. Leia mais »

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quinta-feira, 12 de março de 2009

Pé na tábua

Sidney Luzio, do blog Já Caguei Aqui, envia mais uma crítica de banheiro, resultado de sua saga pelo Nordeste. Nosso crítico de M nos narra sua aventura por um banheiro de estrada, no caminho para Canoa Quebrada, no Ceará. No meio de seu trabalho, avaliando uma privada do local, Sidney se surpreendeu com uma invasão à sua cabine. Confiram:

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Voando mais leve

Mais uma resenha de banheiro do colaboradorador Sidney Luzio, do blog Já Caguei Aqui. Desta vez, o crítico avaliou o sanitário de um dos mais importantes aeroportos do país, onde despachou algo mais do que suas malas.

Além de colher suas impressões sobre o local, nosso Crítico de M ainda fotografou algumas manifestações artísticas deixadas nas portas das cabines. Confiram todo o profissionalismo de Sidney Luzio: Leia mais »

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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Viagem a trabalho

Sidney Luzio, do blog Já Caguei Aqui, é o nosso novo Crítico de M. Especializado em análises de banheiros, Sidney recentemente viajou de férias e aproveitou para visitar recintos além de São Paulo. Sua primeira contribuição à M… Online registra sua visita a um sanitário na pequena e pacata cidade de Trindade (RJ). Confiram a experiência do Crítico de M:

Quiosque Caiu do Céu, Trindade (RJ)

Nada como começar o ano ao lado de quem mais gosta. Assim, após passar a festa do Reveillón na charmosa Paraty, eis que eu e minha nova/velha namorada resolvemos passar o primeiro dia do ano nas lindas praias de Trindade, cerca de 15 km dali.

Ah, Trindade. Outrora um tranqüilo vilarejo onde hippies e pescadores viviam em completa harmonia, agora fora invadida por uma horda de turistas que se empoleiram nas dezenas de pousadas que tomaram a ruazinha principal. Após enfrentar um legítimo engarrafamento paulistano, finalmente chegamos à Praia do Meio – ela com sede e com fome, afinal já passava das 13h; eu com sede, fome e louco para achar um banheiro. Não por acaso, sentamos nas mesas do quiosque Caiu do Céu.

Após saborear uma caipirinha feita com cachaça da terra, fui ao encontro do garçom que nos servia e perguntei-lhe sobre as instalações do local. Solícito, o rapaz me disse que não havia banheiro masculino, mas devido ao caso, abriria uma exceção. 

Estava me sentindo um privilegiado. Como todos sabemos, o banheiro feminino é muito mais limpo que o masculino, portanto, garantia de uma ida sem maiores percalços. Porém, ao entrar e abrir a porta, a surpresa: não tinha assento!

Pobres meninas. Se dependessem daquelas quatro paredes, estariam perdidas. Tirando o assento, as instalações até que não deixavam muito a dever a qualquer outro lugar. A Iluminação era natural e a descarga era aquelas de cordinhas. Pelos azulejos e piso, parecia ter sido construído ou reformado há pouco tempo. Mas o local era realmente acanhado, o que dificultava o espaço de manobra, principalmente quando se está de cócoras.

Por sorte, pude concluir o serviço rapidamente, o que me evitou maiores estresses. Tenho que admitir que foi uma experiência nova realizar minhas necessidades à moda dos índios e, de quebra, fazer um bom trabalho de pernas. Contudo, é algo que, se puder evitar, não faria novamente.  

(Sidney Luzio)

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