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	<title>M... &#187; crítica de banheiro</title>
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		<title>Mangando</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 03:51:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Críticos de M]]></category>
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		<description><![CDATA[
 Bar Manga Real &#8211; Campinas/SP
Por Sidney Luzio *
Vida nova de novo em 2009. Em um ano onde a rotina passou longe, nada
como celebrar minha primeira semana em Campinas de uma forma insólita: Em um happy hour com os amigos no bar Manga Real, em plena segunda-feira.
Ao chegar, meu amigo que gentilmente me ofereceu guarita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-67" title="banner_cocolaboracoes1" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_cocolaboracoes1.png" alt="banner_cocolaboracoes1" /></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1355" title="wc1" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/08/wc1.jpg" alt="wc1" width="210" height="280" /> <strong>Bar Manga Real &#8211; Campinas/SP</strong></p>
<p><em>Por Sidney Luzio *</em></p>
<p>Vida nova de novo em 2009. Em um ano onde a rotina passou longe, nada<br />
como celebrar minha primeira semana em Campinas de uma forma insólita: Em um happy hour com os amigos no bar Manga Real, em plena segunda-feira.</p>
<p>Ao chegar, meu amigo que gentilmente me ofereceu guarita nestes primeiros tempos, gentilmente já me esperava numa mesa com dois copos de uísque com Cola-Cola, ou simplesmente whiscola, para os mais iniciados. Logo em seguida, chegaram outros companheiros de copo, para uma noite de muita música sertaneja, quitutes e boas risadas.</p>
<p>Eram, sem dúvida, novos tempos. Nada como estar entre amigos, em uma<br />
terra que já conhecia de outrora. E de tantos banheiros que usei e abusei, antes de iniciar o <em>Já Caguei Aqui</em>. Portanto, usar o banheiro da casa naquela noite, não era apenas uma questão de sair do aperto: Era também um acerto de contas com o passado.<span id="more-1354"></span><br />
Nesse momento, o movimento do bar já começava a crescer, e nos banheiros localizados ao lado do palco não era diferente. Entrei no masculino e de cara vi as duas cabines onde poderia realizar meu trabalho. A primeira delas, de tamanho normal, estava ocupada. Assim, me sobrou, novamente, a reservada a deficientes físicos. Não pude deixar de pensar em um certo déjà vu na situação. Mas, no final, percebi que aquele vaso era perfeito para mim, pois naquele momento estava com necessidades bem especiais.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1356" title="wc2" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/08/wc2.jpg" alt="wc2" width="180" height="240" />Sendo assim, entrei e aproveitei o amplo espaço interno da cabine.  As barras de acesso, contudo, davam a impressão de estarem um tanto carcomidas pela ferrugem. Outra decepção foi encontrar o compartimento<br />
onde ficaria os papéis para assentos vazio.</p>
<p>O restante da decoração era formada por azulejos pretos, meia-barra, que combinavam  com o piso, de coloração mais azulada. Logo acima da barra e do vaso onde me encontrava, havia um registro, que acabou sendo prático deveras na hora de pendurar a jaqueta que prendia meus movimentos ali. Feitas de fórmica de cor neutra, as cabines eram simples, tal qual a sua tranca. O interessante era o vão entre a cabine e o chão, que, apesar de sua base estar enferrujada, podia ser de grande valia, na hora de pedir um pouco de papel higiênico, numa eventual emergência.</p>
<p>Saí de lá com sensação de ter acertado minha dívida com os banheiros campineiros, com o garbo e elegância que me é peculiar. Agora é questão de encontrar todos os outros e pagar com juros e correção sanitária.<br />
<strong>Cocô-tação: 3 privadas (máximo de 5 privadas, para as melhores)</strong></p>
<p><em>* Sidney Luzio, autor do blog <a href="http://jacagueiaqui.blogspot.com/" target="_blank">Já Caguei Aqui</a>, é nosso crítico de M para banheiros.</em></p>
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		<title>No Shopping</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 12:29:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Ribeirão Shopping &#8211; Ribeirão Preto/SP
Por Sidney Luzio *
Últimas horas em Ribeirão Preto, após um mês de peripécias, boas histórias e muito trabalho. Estava numa correria danada, fazendo malas, pagando contas, enfim, levantando o acampamento para resolver tudo antes do meio-dia e pegar a estrada para a longa viagem de volta.
Apesar do saldo positivo da experiência, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-67" title="banner_cocolaboracoes1" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_cocolaboracoes1.png" alt="banner_cocolaboracoes1" /></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1313" title="shoprb" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/08/shoprb.jpg" alt="shoprb" width="240" height="180" /><strong>Ribeirão Shopping &#8211; Ribeirão Preto/SP</strong></p>
<p><em>Por Sidney Luzio *</em></p>
<p>Últimas horas em Ribeirão Preto, após um mês de peripécias, boas histórias e muito trabalho. Estava numa correria danada, fazendo malas, pagando contas, enfim, levantando o acampamento para resolver tudo antes do meio-dia e pegar a estrada para a longa viagem de volta.</p>
<p>Apesar do saldo positivo da experiência, sentia naquela manhã de segunda uma certa melancolia, que só fazia crescer, à medida que as horas passavam, chegando ao ponto de ficar desconfortável. Foi quando percebi que não era melancolia o que estava sentindo. Tudo não passava de um mais chamado do meu corpo para que a natureza seguisse seu curso.<span id="more-1312"></span>Como estava no Ribeirão Shopping, tirando dinheiro para os 2578 pedágios entre Ribeirão Preto e Santos, aproveitei o ensejo para visitar um dos muitos banheiros do local. Pela proximidade de casa, já havia percebido o potencial daqueles lavatórios. Mas, até então, nada digno de um relato. Entretanto, quis o destino que, logo no último dia, eu encerrasse minha aventura na Califórnia brasileira em grande estilo.</p>
<p>Como todos eram iguais em tamanho e estilo, optei por entrar no primeiro que eu achei. Era um belo de um sanitário, grande e espaçoso. Logo à esquerda de quem entra estão cerca de 15 mictórios, bem distribuídos e divididos por uma parede; as pias e as cabines, mais à direita. Ao entrar na primeira que vi disponível, a primeira decepção: sujo. Ainda estava cedo, mal havia passado das 11h e já estava naquele estado, todo molhado. O bom é que não faltavam cabines, deviam ter outras dez disponíveis, então parti tranquilamente para a seguinte.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1314" title="shoprb2" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/08/shoprb2.jpg" alt="shoprb2" width="180" height="240" />Esta, mais limpa, já estava mais de acordo com o que eu esperava. Espaçosa, possuia pisos e azulejos de qualidade e modernos, como o próprio shopping. Continha, também, logo acima da cabeça, uma prateleira de granito, do mesmo material das divisórias entre uma cabine e outra. O porta papel higênico e o lixinho, apesar de não ser novidade, ornavam muito bem no conjunto da obra. Fiquei impressionado deveras com a válvula da descarga, meio high-tech, que não decepcionou na hora de ser acionada. Por último, a luz indireta e a música ambiente davam um ar mais intimista, num momento que tudo que você mais quer é estar consigo mesmo.</p>
<p>Dei descarga na minha melancolia e saí de lá com corpo e espírito mais leves. Foi com essa sensação que deixei o Ribeirão Shopping e, horas mais tarde, a cidade de Ribeirão Preto, certo do dever cumprido e pronto para novas aventuras, em busca da latrina perfeita.</p>
<p><strong>Cocô-tação: 3,5 privadas (máximo de 5, para as melhores)</strong></p>
<p><em>* Sidney Luzio, autor do blog <a href="http://jacagueiaqui.blogspot.com/">Já Caguei Aqui</a>, é nosso crítico de M para banheiros.</em></p>
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		<title>Saindo do forno</title>
		<link>http://www.mcorporation.com.br/1292/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 12:52:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cocô-laborações]]></category>
		<category><![CDATA[Críticos de M]]></category>
		<category><![CDATA[crítica de banheiro]]></category>

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Panificadora Skalla &#8211; Ribeirão Preto/SP
Por Sidney Luzio *
Passar um mês em Ribeirão Preto foi uma experiência emocionante em todos os sentidos. A começar pela minha chegada na cidade, após três horas de viagem e ter pago todos os pedágios do mundo, antes de ir direto para a nova agência.
Era normal que eu estivesse mais que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-67" title="banner_cocolaboracoes1" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_cocolaboracoes1.png" alt="banner_cocolaboracoes1" /></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1291" title="jck1" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/08/jck1.jpg" alt="jck1" width="240" height="320" /><strong>Panificadora Skalla &#8211; Ribeirão Preto/SP</strong></p>
<p><em>Por Sidney Luzio *</em></p>
<p>Passar um mês em Ribeirão Preto foi uma experiência emocionante em todos os sentidos. A começar pela minha chegada na cidade, após três horas de viagem e ter pago todos os pedágios do mundo, antes de ir direto para a nova agência.</p>
<p>Era normal que eu estivesse mais que ansioso, não apenas para começar, mas também para achar o local, em um cronograma que não poderia ter erros. Estranho mesmo era a já desesperadora vontade de ir ao banheiro que tomava conta de mim àquela hora da manhã ao volante.</p>
<p>Por sorte, consegui achar sem muita dificuldade o endereço, estando lá meia hora antes do combinado. Que alívio! Não seria de bom tom, tampouco apropriado, me apresentar em um emprego novo todo apertado tal qual estava. Sendo assim, aproveitei o ensejo para fazer um reconhecimento das rendondezas. Não deu para ser nada muito elaborado, obviamente, tanto pelo horário, quanto por minha situação periclitante. Foi aí que, na esquina da avenida, avistei uma padaria que poderia me servir bem e, quiçá, me servir sempre.</p>
<p>Infelizmente, não era bem esse o caso. A Panificadora Skalla tinha um aspecto simples e servia almoço também, como pude perceber pelas mesas dispostas. Já sabia para onde sair ao meio-dia, mas banheiro que era bom&#8230; nada. Encontrei uma boa alma que trabalhava lá, que finalmente me indicou os fundos do estabelecimento.</p>
<p>Estava claro: não era um banheiro aberto à clientela. De qualquer forma, fui surpreendido pelo banheiro masculino estar simplesmente desativado. Sem pestanejar, abri o banheiro feminino e entrei. Era um local estreito, tipo com 1,5m de largura por 3m de comprimento e pé direito alto, com a pia logo na entranda e o vaso lá no fundo, meio abandonado, até.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1293" title="jck2" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/08/jck2.jpg" alt="jck2" width="240" height="320" />Minhas suspeitas sobre a restrição do banheiro se confirmaram, já que vi uma touquinha que as meninas usam no balcão esquecida lá em um gancho na parede. Parecia limpo, no geral. Aliás, tão limpo que havia sido inspecionado e aprovado pelo Centro de Zoonoses local, o que suscitava dúvidas sobre que tipos de animais frequentavam os banheiros dali.</p>
<p>O papel higiênico, o vaso em si e o lixinho eram simples, mas de coração. Problemas mesmo tive com a descaga. Tenho que admitir que fiz um belo estrago na louça. Entretanto, a pressão da válvula era muito fraca. Fiz o que pude para não deixar vestígios da minha presença lá. Contudo, no final, limpa mesmo só ficou a minha consciência. Saí de lá com a sensação de que, após minha insólita visita, o banheiro feminino da padoca ficaria também interditado naquela manhã.</p>
<p>Falha nossa: no afã de sair rapidamente do local, acabei por esquecer de fotografar o vaso. Fica pra próxima.</p>
<p><strong>Cocô-tação: 2 privadas (máximo de 5, pra os melhores)</strong></p>
<p><em>* Sidney Luzio, autor do blog <a href="http://jacagueiaqui.blogspot.com/" target="_blank">Já Caguei Aqui</a>, é nosso Crítico de Merda para banheiros.</em></p>
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		<title>Reforma de M&#8230;</title>
		<link>http://www.mcorporation.com.br/reforma-de-m/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 03:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticos de M]]></category>
		<category><![CDATA[Parceria Publico Privada]]></category>
		<category><![CDATA[crítica de banheiro]]></category>

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		<description><![CDATA[
 Bar Heineken, Araraquara/SP
Por Márcio Eiras *
Fui recentemente à inauguração do bar Heineken, em Araraquara. O local era uma padaria falida e foi preparado para ser o novo “point” da cidade. Durante as semanas que antecederam a inauguração, cheguei a acreditar que seria realizado algum trabalho mágico naquele local pelas equipes de merchandising dos fornecedores. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-50" title="banner_parceria" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_parceria.png" alt="banner_parceria" /></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1241" title="mov06425-2" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/07/mov06425-2.jpg" alt="mov06425-2" /> <strong>Bar Heineken, Araraquara/SP</strong></p>
<p><em>Por Márcio Eiras *</em></p>
<p>Fui recentemente à inauguração do bar Heineken, em Araraquara. O local era uma padaria falida e foi preparado para ser o novo “point” da cidade. Durante as semanas que antecederam a inauguração, cheguei a acreditar que seria realizado algum trabalho mágico naquele local pelas equipes de merchandising dos fornecedores. Cheguei a presenciar três pessoas trabalhando junto para colocar na parede um display em acrílico, de cigarros (da Souza Cruz). Começaram a reforma pela seqüência inversa que normalmente um grande lançamento exige e isso me causou dúvida sobre a seriedade dos trabalhos. <span id="more-1240"></span><br />
Normalmente, um estabelecimento é reformado por dentro, guardando-se segredo de qual será o futuro do local. Somente depois é que se faz a reforma da fachada. Neste caso, começaram pintando as paredes externas, colocando as placas verdes e luminosos da marca. Depois foram para as adaptações nas paredes internas do salão principal e&#8230; descobri depois que pararam por aí.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1244" title="mov06430-5" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/07/mov06430-5.jpg" alt="mov06430-5" />Como mostram as fotos, o bar tem um banheiro <strong>ímpar</strong>! Uma porta sanfonada que não se fecha direito, uma torneira que não foi devidamente fixada na louça, um buraco no chão&#8230; um vaso sanitário sem tampa e uma válvula de descarga que fica presa, sem tampa e vazando. Além disso, canos de água cruzam o espaço do banheiro e foram pintados da mesma cor das paredes para “disfarçar”. Pelo menos, descobri que a cuba da pia era nova. O restante, tudo velho!</p>
<p><em>* Márcio Eiras escreve no blog www.marcioeiras.blogspot.com</em></p>
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		<title>Out black</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 14:18:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticos de M]]></category>
		<category><![CDATA[crítica de banheiro]]></category>

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Outback, Shopping Anália Franco – São Paulo/SP
Por Sidney Luzio * 
Nada como comparecer a um aniversário onde o presente quem ganha é você. Foi nesse clichê tosco que eu e minha namorada pensamos, quando descobrimos que o almoço de aniversário da mãe dela naquele domingo seria celebrado no Outback, no Shopping Anália Franco. Assim, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-66" title="banner_cocolaboracoes" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_cocolaboracoes.png" alt="banner_cocolaboracoes" /></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1215" title="outb1" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/07/outb1.jpg" alt="outb1" /><strong>Outback, Shopping Anália Franco – São Paulo/SP</strong></p>
<p><em>Por Sidney Luzio * </em></p>
<p>Nada como comparecer a um aniversário onde o presente quem ganha é você. Foi nesse clichê tosco que eu e minha namorada pensamos, quando descobrimos que o almoço de aniversário da mãe dela naquele domingo seria celebrado no Outback, no Shopping Anália Franco. Assim, o que poderia ser apenas um compromisso familiar normal tornou-se uma deliciosa oportundidade de colocar meus instintos ogros em ação, detonando um <em>Ribs on the Barbie</em>, batatas, sobremesas e afins.</p>
<p>Como ela mora perto dali e minha namorada conhece todas as quebradas da Zona Leste, chegamos lá sem maiores percalços, na tradição nossa de abrirmos os lugares na hora do almoço. Não precisamos sequer pegar fila pela mesa: já tinha uma pronta para a gente. Espera mesmo, só pela netas, a outra filha e o genro que estavam a caminho. A caminho, também, havia algo em mim prestes a sair down under e que não podia mais esperar. Então, à francesa, fui descobrir o que um banheiro tipicamente australiano pode me oferecer.<span id="more-1214"></span></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1216" title="outb2" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/07/outb2.jpg" alt="outb2" /></p>
<p>As instalações, em si, eram mais simples do que eu pensava. Havia alguns quadros que remetiam à terra dos cangurus e tudo, porém não havia uma decoração específica para o local. Parecia, inclusive, que piso e azulejos de parede seguiam o padrão do shopping, o que para mim foi decepcionante. Mesmo assim, era tudo bem asseado, dentro dos padrões do restaurante.</p>
<p>O papel higiênico era daqueles que já saem aos pedaços. Contudo, dessa vez vinha acompanhado também de protetores de assentos, o que facilitou e muito o trabalho naquela hora de aperto. A porta e suas divisórias eram feitas de compensado de uma cor meio de burro quando foge e possuía uma tranca de plástico, que fazia bem a sua função. Tanto a válvula quanto a lixeira, cromadas, destoavam do restante do ambiente, que poderia ser muito melhor aproveitado.</p>
<p>De qualquer forma, para o que eu tinha que fazer, estava ótimo. A cabine tinha um tamanho bom, fazendo que eu passasse apenas os apertos com os quais a natureza me inflingia. Pude terminar a tarefa sem mais delongas, com a satisfação de dever cumprido e de que o Outback pode ser a casa da sogra, ao menos uma vez por ano.</p>
<p><strong>Cocô-tação</strong>: 3,5 privadas (máximo de 5 privadas, para os melhores)</p>
<p><em>* Sidney Luzio, autor do blog <a href="http://jacagueiaqui.blogspot.com/" target="_blank">Já Caguei Aqui</a>, é nosso Crítico de Merda para banheiros.</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Ribeirão preto e durinho</title>
		<link>http://www.mcorporation.com.br/ribeirao-preto-e-durinho/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 21:58:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cocô-laborações]]></category>
		<category><![CDATA[Críticos de M]]></category>
		<category><![CDATA[crítica de banheiro]]></category>

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		<description><![CDATA[
Pinguim, Ribeirão Preto / SP
Por Sidney Luzio *
Ir a Ribeirão Preto e não conhecer o Pinguim é como ir a Roma e não ver o banheiro do Papa. O bar e restaurante, ao lado do imponente Teatro Pedro II, é, desde 1936, um dos principais pontos de encontro da cidade e seu chope é considerado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-67" title="banner_cocolaboracoes1" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_cocolaboracoes1.png" alt="banner_cocolaboracoes1" /></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1184" title="pinguim1" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/06/pinguim1.jpg" alt="pinguim1" width="280" height="210" /><strong>Pinguim, Ribeirão Preto / SP</strong></p>
<p><em>Por Sidney Luzio *</em></p>
<p>Ir a Ribeirão Preto e não conhecer o Pinguim é como ir a Roma e não ver o banheiro do Papa. O bar e restaurante, ao lado do imponente Teatro Pedro II, é, desde 1936, um dos principais pontos de encontro da cidade e seu chope é considerado por seus frequentadores o melhor do Brasil. Polêmicas à parte, eu, que nem gosto de chope, estava mais preocupado naquele sábado em saborear uma suculenta feijoada, iguaria que ainda não tinha tido o prazer de experimentar desde minha chegada à califórnia brasileira.<span id="more-1185"></span><br />
Destarte, acompanhado de minha namorada, que me visitava naquele fim de semana, fui até o Centro encontrar o tal Pinguim. Para um ponto turístico tão famoso, até que uma sinalização a mais cairia bem, já que o caminho não é dos mais fáceis. Contudo, entre trancos e barrancos de quem ainda está se adaptando numa cidade nova, chegamos sem maiores percalços.</p>
<p>O bar, lotado, realmente é muito bonito. Dava a impressão que havia sido reformado não fazia muito tempo, sem perder o charme inicial. Me arriscaria, inclusive, a dizer que possuía um ar meio &#8220;sépia&#8221; de ser. Conseguimos logo uma mesinha aconchegante, numa posição que não poderia ser mais estratégica: de um lado, o bar, onde os lendários chopes eram retirados; do outro, os banheiros, onde eu senti que tinha um depósito a efetuar. Pedidos anotados, era hora de eu cumprir a minha missão ali.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1186" title="pinguim2" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/06/pinguim2.jpg" alt="pinguim2" width="210" height="280" />Amplo e espaçoso, o banheiro segue a decoração do restante do bar. Com azulejos brancos cobrindo toda a parede, lajotas de mesma cor no chão e paredes de granito entre as cabines, mantinha o aspecto limpo mesmo com o alto consumo de chope, o que já é uma vitória e tanto. Uma vez que a cabine comum estava ocupada, acabei por usar a de deficientes físicos, espaçosa e com barras fixas, do jeito que deve ser para permitir a entrada de cadeirantes e afins de forma decente.</p>
<p>Apesar do assento meio torto, o restante das instalações não apresentava maiores problemas. O papel higiênico, daqueles que já vêm cortadinhos, só seriam perfeitos se acompanhados daqueles outros, feitos especialmente para forrar higienicamente o assento. O cesto de lixo, feito em aço escovado, também era estiloso deveras.</p>
<p>A porta, bem cuidada, também estava imune de rabiscos e a tranca era nova, bem firme. Além disso, a luz indireta dava um ar ainda mais tranquilo para que eu fizesse o que tinha que fazer ali sem maiores delongas.</p>
<p>Voltei para a minha mesa, onde minha namorada já bebia seu chope. Depois de muita insistência, provei um pouco do dela e tive a certeza que estava muito mais para a caipirinha que me esperava ali. E que poderia recorrer aos banheiros do Pinguim, sempre que receber um chamado da Natureza.</p>
<p><strong>Cocô-tação</strong>: 3,5 privadas (máximo de 5, para as melhores)</p>
<p><em>* Sidney Luzio, autor do blog <a href="http://jacagueiaqui.blogspot.com/" target="_blank">Já Caguei Aqui</a>, é nosso Crítico de Merda para banheiros.</em></p>
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		<title>Cocô em caixinha</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 17:24:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crítica de banheiro]]></category>
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		<description><![CDATA[Há uns três meses, falamos aqui sobre o Shit Box e prometemos pedir uma das privadas portáteis para testar. Pois a M&#8230; Corporation pediu e a The Brown Corporation topou.
Recebemos o produto e convocamos o comediante Nigel Goodman, conhecido por fazer o Repórter Bêbado (ele enche a cara e comenta notícias em um podcast) e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há uns três meses, <a href="http://www.mcorporation.com.br/vem-pra-caixa-voce-tambem/" target="_blank">falamos aqui sobre o Shit Box</a> e prometemos pedir uma das <strong>privadas portáteis</strong> para testar. Pois a M&#8230; Corporation pediu e a <a href="http://www.thebrowncorporation.com/" target="_blank">The Brown Corporation</a> topou.</p>
<p>Recebemos o produto e convocamos o comediante <a href="http://www.nigelgoodman.com/" target="_blank">Nigel Goodman</a>, conhecido por fazer o <strong>Repórter Bêbado</strong> (ele enche a cara e comenta notícias em um podcast) e participar de dois grupos de stand-up comedy (Ponto Cômicos e Louco é Pouco). Levamos o sujeito para uma floresta e o gravamos usando a caixa.</p>
<p>Além da sólida crítica de Nigel Goodman, temos Ronald Rios (da <a href="http://www.badalhoca.net/" target="_blank">Badalhoca</a>) colhendo a opinião de populares sobre a utilidade da Shit Box. Confira:</p>
<p><object width="513" height="312" data="http://www.youtube.com/v/lMb5iP04DZM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/lMb5iP04DZM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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		<title>Santos de barro</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 12:57:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cocô-laborações]]></category>
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Chopp Santista – Santos/SP
Por Sidney Luzio *
Semifinais do paulista e o Santos enfrentaria o Palmeiras no caldeirão da Vila Belmiro. Infelizmente, não havia comprado ingressos para ver o jogo ao vivo, então consegui arrastar a sãopaulina da minha namorada para assistir ao clássico no Chopp Santista – um dos principais lugares de concentração de torcedores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-66" title="banner_cocolaboracoes" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_cocolaboracoes.png" alt="banner_cocolaboracoes" /></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1136" title="santista" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/06/santista.jpg" alt="santista" /><strong>Chopp Santista – Santos/SP</strong></p>
<p><em>Por Sidney Luzio *</em></p>
<p>Semifinais do paulista e o Santos enfrentaria o Palmeiras no caldeirão da Vila Belmiro. Infelizmente, não havia comprado ingressos para ver o jogo ao vivo, então consegui arrastar a sãopaulina da minha namorada para assistir ao clássico no Chopp Santista – um dos principais lugares de concentração de torcedores na cidade e onde já pude presenciar grandes jornadas esportivas, tanto da Seleção brasileira, como do glorisoso Santos Futebol Clube.</p>
<p>Já sabendo que o lugar estaria lotado, combinei com ela de estarmos lá às 15h, para garantirmos uma boa mesa. Contando os atrasos femininos de sempre, entramos lá às 15h30, com o bar estranhamente vazio.<span id="more-1137"></span> Na TV, apenas uma partida do campeonato francês, para o qual os poucos presentes ali não davam a menor pelota. O tal o jogo só foi terminar faltando poucos minutos para as 16h e, quando pensei que se abririam as cortinas e os artistas entrariam em cena, um dos garçons troca o canal para o início de outro jogo, agora do campeonato italiano.</p>
<p>Foi neste momento que, vendo meu leve desespero, outro garçom me informou que o certame só teria início às 18h10. Impossível não ficar com cara de tacho. Faltavam duas horas para o jogo e nós não tinhámos nada o que fazer, a não ser esperar. Quer dizer, eu na verdade até tinha um algo mais para fazer, mas sozinho e dentro de uma cabine do banheiro masculino.</p>
<p>O Chopp Santista é um bar/balada com banda ao vivo e tudo mais nos fins de semana. E faz tempo que não vê uma boa reforma. Prova disso é o seu banheiro, um tanto quanto judiado, após tantas noitadas de intenso movimento. As marcas desse movimento percebem-se desde da porta, com queimadura ou lago do gênero, dobradiças enferrujadas e sem tranca. Até a sua válvula de descarga não tinha proteção alguma.</p>
<p>Ainda assim, o banheiro, pequeno, ainda mantém sua dignidade. Naquele estilinho bar retrô que é moda em tantas cidades, tem suas paredes revestidas com azulejos brancos até a altura das portas, o que eu chamaria de um pouco mais de uma meia-barra. Apesar de não possuir tranca, me sentia seguro, uma vez que meus joelhos quase batiam na porta, de tão apertado. Entre uma cabine e outra – eram duas no total – uma divisória de ardósia cumpria bem o seu papel.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1138" title="santista2" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/06/santista2.jpg" alt="santista2" /> Na parte de trás da porta não havia as célebres pixações, porém tinha um comunicado do próprio Chopp tão impagável quanto, dando dicas do naipe “tente acertar o vaso, você consegue&#8221; ou “não importa o seu nível de álcool, outros usarão esse local”, o que já indica que o bar é freqüentado, em sua maioria, por pessoas de relativo garbo e elegância.</p>
<p>À esquerda de quem entra, estão duas pias, brancas, para que eu pudesse terminar meus serviços de forma mais higiênica possível. E, do seu lado, noutra parede, uns dois mictórios, onde não podia deixar de imaginar como tem cara que ainda consegue errar algo daquele tamanho.</p>
<p>Um lugar que, apesar de tudo, tem lugar cativo no meu coração e de muitos santistas. Por isso mesmo, devia ser melhor valorizado por todos nós.</p>
<p>Cocô-tação: 2,5 privadas (máximo de 5 privadas, para os melhores)</p>
<p><em>* Sidney Luzio, autor do blog <a href="http://jacagueiaqui.blogspot.com/" target="_blank">Já Caguei Aqui</a>, é nosso Crítico de Merda para banheiros. </em></p>
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		<title>Banheiro PUB-lico</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 04:08:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Críticos de M]]></category>
		<category><![CDATA[crítica de banheiro]]></category>

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		<description><![CDATA[
Pub O’Malley’s, São Paulo/SP
Por Sidney Luzio *
Época de aniversário é sempre meio estranha. Você começa a avaliar sua vida, quais rumos tomar e, especialmente, o que fazer para que a data não passe em branco. Neste ano, resolvi comemorar com meus amigos em um de meus lugares favoritos na paulicéia, o O’Malley’s, pub irlandês,
localizado próximo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-67" title="banner_cocolaboracoes1" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_cocolaboracoes1.png" alt="banner_cocolaboracoes1" /></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1094" title="jca1" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/06/jca1.jpg" alt="jca1" /><strong>Pub O’Malley’s, São Paulo/SP</strong></p>
<p><em>Por Sidney Luzio *</em></p>
<p>Época de aniversário é sempre meio estranha. Você começa a avaliar sua vida, quais rumos tomar e, especialmente, o que fazer para que a data não passe em branco. Neste ano, resolvi comemorar com meus amigos em um de meus lugares favoritos na paulicéia, o O’Malley’s, pub irlandês,<br />
localizado próximo à avenida Paulista.</p>
<p>Era uma noite de sábado e, justamente nesse dia, o bar não aceitava reservas. Assim, apesar de ter combinado com meus amigos que as festividades teriam início às 22h, tive que chegar um pouco antes das 20h para guardar uma mesa e ter uma base para receber todos os presentes. Por sorte, tive o prazer de passar esse momento pré-festa com a presença da minha namorada, que pacientemente se prontificou a segurar a mesa comigo.</p>
<p>Aproveitamos o ensejo para fazer uma espécie de esquenta para o evento principal. Pedimos uma porçãozinha, eu já saboreava Jack Colas, uma banda tocava noutro ambiente, tudo corria bem. Até que o primeiro presente da festa resolveu se formar inesperadamente dentro de minhas entranhas.<span id="more-1093"></span></p>
<p>Eu já conhecia bem aqueles banheiros, inclusive já os havia usado com aquelas segundas intenções. Ainda assim, era hora de olhá-lo com outros olhos e não apenas com o cego.</p>
<p>O banheiro escolhido, o do fundo, próximo à escadaria para as mesas de sinuca, era pequeno, mas suficente para o local. Haviam duas cabines, além de dois ou três mictórios à direita de quem entra. Decorado com lajotas grandes, no chão e nas paredes, não era exatamente novo, contudo estava longe de estar passado.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1095" title="jca2" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/06/jca2.jpg" alt="jca2" />Apesar de ainda ser cedo e o movimento do bar ainda estar longe da sua capacidade total, o chão apresentava sinais de sujeira. Exceção a isso, o restante do ambiente estava em boas condições de uso. Uma vez sentado, reparei que a porta quase pegava os meus joelhos, o que pode ser um problema para quem tem mais de 1,83 m. O porta papel higiênico, cromado, combinava com a válvula de descarga, mas nem tanto com o cesto de lixo, feito de plástico.</p>
<p>Faltava uma leitura interessante. Uma pena que o cartaz que havia lá ficava afixado logo acima da válvula, na altura dos olhos de quem faz suas coisas de pé, quando todos nós sabemos que nesses casos a leitura funcionaria muito melhor para quem está sentado.</p>
<p>Enquanto realizava meus trabalhos, não pude deixar de perceber o fundo musical, que tocava <em>Whiskey in the jar</em>, do Mettalica. Era o heavy metal dando uma forcinha mais que necessária ao heavy duty que realizava ali. Mal sabia eu que a trilha daria o tom da fanfarrônica celebração que estava por vir, horas mais tarde.</p>
<p><strong>Cocô-tação</strong>: 3,5 privadas (máximo de 5 privadas, para as melhores)</p>
<p><em>* Sidney Luzio, autor do blog <a href="http://jacagueiaqui.blogspot.com/" target="_blank">Já Caguei Aqui</a>, é nosso Crítico de Merda para banheiros. </em></p>
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		<title>Uma aliviada antes do filme</title>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2009 12:30:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cocô-laborações]]></category>
		<category><![CDATA[Críticos de M]]></category>
		<category><![CDATA[crítica de banheiro]]></category>

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		<description><![CDATA[

Espaço Unibanco de Cinema, São Paulo/SP
Por Sidney Luzio*
Era para ser apenas mais um domingo qualquer de fevereiro. Eu e minha
namorada, após um delicioso almoço, estávamos de bobeira na paulicéia
quando tivemos a idéia de pegar um cineminha à tarde. Assim, descemos
a Av. Augusta e adentramos no Espaço Unibanco de Cinema, lugar
simpático e sempre com boas opções [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-66" title="banner_cocolaboracoes" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_cocolaboracoes.png" alt="banner_cocolaboracoes" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-972 aligncenter" title="unb1" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/05/unb1.jpg" alt="unb1" width="300" height="400" /></p>
<p><strong>Espaço Unibanco de Cinema, São Paulo/SP</strong></p>
<p><em>Por Sidney Luzio*</em></p>
<p>Era para ser apenas mais um domingo qualquer de fevereiro. Eu e minha<br />
namorada, após um delicioso almoço, estávamos de bobeira na paulicéia<br />
quando tivemos a idéia de pegar um cineminha à tarde. Assim, descemos<br />
a Av. Augusta e adentramos no Espaço Unibanco de Cinema, lugar<br />
simpático e sempre com boas opções de filmes.</p>
<p>Na programação, um filme com várias indicações ao Oscar: &#8220;Foi apenas<br />
um sonho&#8221;, com Leonardo DiCaprio e Kate Wislet. Parecia a opção mais<br />
interessante e também começaria em meia hora, o que uniu o útil ao<br />
agradável. Sem muita escolha, aproveitamos para dar uma visitada na<br />
livraria lá dentro mesmo.</p>
<p>Acabou que essa espera, que em princípio poderia ser uma maçada –<br />
maçada? Devo estar lendo muito Nelson Rodrigues – para mim, foi de<br />
grande valia. Isso pelo fato que o almoço, apesar de ótimo, tinha<br />
rebatido meio errado no estômago e já estava louco para sair. Com esse<br />
incidente em vista, totalmente fora da programação, deixei namorada e<br />
livros pra lá e fui ao banheiro masculino, no hall principal.<span id="more-971"></span></p>
<p>Chegando mais próximo, algo me deixou intrigado de cara: fila no<br />
banheiro masculino? Como todos sabemos, esse tipo de coisa só acontece<br />
nos femininos e já percebia nos meus companheiros de espera o mesmo<br />
pensamento. Foi aí que percebi que o banheiro era, literalmente, uma<br />
portinha, resumindo-se a somente um vaso e uma pia. Estava mais uma<br />
vez naquelas situações em que não havia escolha. Dessa forma, coloquei<br />
o constrangimento de lado e entrei para fazer o que tinha que fazer.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-973" title="unb2" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/05/unb2.jpg" alt="unb2" /></p>
<p>Lá dentro, percebi que não era tão pequeno como parecia de fora. E era,<br />
até de certa forma, confortável. Suas paredes, forrada por azulejos<br />
brancos, com alguns detalhes em azul, eram comuns a tantas outras,<br />
assim como o papel higiênico daqueles de rolo, protegido em um<br />
compartimento adequado.</p>
<p>Novidade mesmo era que, a seu lado, também havia outro, com papel<br />
especial para o assento.  Ainda raro na grande maioria dos banheiros, é<br />
uma opção que não apenas contribui e muito para a higiene, mas também<br />
evita aquela situação ridícula de ficar destacando pedacinhos de papel<br />
higiênico para colocar no assento antes de começar qualquer coisa.</p>
<p>Não havia janelas, apenas um sistema de ventilação que certamente não ia dar conta do que eu estava fazendo ali. Por isso mesmo, demorei<br />
um pouco mais que esperava e saí sob os olhos de reprovação da fila,<br />
imensa para os padrões masculinos. Pena mesmo tive foi do infeliz que<br />
era o próximo da fila, que teria que enfrentar a bomba biológica que<br />
ainda pairava no ar lá dentro.</p>
<p>Consciente da gafe, entrei rapidamente no escurinho do cinema, em<br />
busca de um final feliz, antes do início da sessão.</p>
<p>Cocô-tação: 3 privadas (máximo de 5, para as melhores)</p>
<p>PS: o filme em si não era tudo isso.</p>
<p><em>* Sidney Luzio, autor do blog <a href="http://jacagueiaqui.blogspot.com/" target="_blank">Já Caguei Aqui</a>, é nosso Crítico de Merda para banheiros. </em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jericocô</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 12:35:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colinformes]]></category>
		<category><![CDATA[crítica de banheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Sidney Luzio]]></category>

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		<description><![CDATA[
Publicamos hoje uma nova peripécia de nosso crítico do banheiros Sidney Luzio. Ele narra mais um episódio de sua saga pelos banheiros do Nordeste.

Desta vez, em um restaurante em Jericoacoara, no Ceará:

Sítio Paraíso, Jericoacoara/CE
Após tantas excursões durante minha estada em Fortaleza, já estava meio de saco cheio de passeio turístico. Porém, Jericoacoara tem lá as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-102" title="banner_criticos" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png" alt="" /></a></p>
<p>Publicamos hoje uma nova peripécia de nosso crítico do banheiros Sidney Luzio. Ele narra mais um episódio de sua saga pelos banheiros do Nordeste.</p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/jeri11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-877" title="jeri11" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/jeri11.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Desta vez, em um restaurante em Jericoacoara, no Ceará:</p>
<p><span id="more-876"></span></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Sítio Paraíso, Jericoacoara/CE</span></strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Após tantas excursões durante minha estada em Fortaleza, já estava meio de saco cheio de passeio turístico. Porém, Jericoacoara tem lá as suas belezas e eu precisava vê-las com meus próprios olhos. Pensava nisso quando apareceu no hostel um grupo de mochileiros do Piauí, querendo fechar um grupo para num combo que incluía, a priori, a famosa Pedra Furada, passeio pelas dunas e as lagoas Azul e Paraíso.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Pelo custo x benefício da coisa, até que foi divertido. E a parada para o almoço no restaturante Sítio Paraíso, de frente à lagoa de mesmo nome, veio na hora exata. Isso porque não só a fome já batia forte, mas também o balanço da jardineira pelas dunas havia batido fundo no estômago e me deixado pronto para conhecer o banheiro mais próximo.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Saí à procura pelas dependências do local e nada. Foi nessa hora que percebi que ele ficava numa casinha separada do resto do complexo. Sem muita escolha, fui me acostumando com o estilo roots do local e fiquei mais à vontade para fazer o que tinha que fazer por ali.<br />
 <br />
Ao entrar na cabine, me embasbaquei de cara: havia um plástico envolvendo todo o assento. Será que logo num banheiro tão simples encontraria algo tão raro até em WCs mais sofisticados? Não, realmente não era esse o caso, e aquele era filho único por ali. Vai ver algum gringo de passagem e extremamente prevenido trouxe consigo um kit higiene para evitar germes ou coisas piores.</span></p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/jeri21.jpg"><span style="color: #0000ff;"><img class="aligncenter size-full wp-image-878" title="jeri21" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/jeri21.jpg" alt="" /></span></a></p>
<p><span style="color: #0000ff;">De qualquer forma, tirei a traquitana e o substituí pelos sempre eficientes papéis higiênicos. De resto, era tudo extremamente funcional. O azulejo meia-barra, a descarga de cordinha&#8230; Agora o papel higiênico não fazia jus ao nome de estabelecimento, colocado num cantinho no chão. E, considerando que já estava em um ponto de não retorno do processo, tive que improvisar com o que tinha ali. A iluminação era natural e vinha do espaço entre a cabine e o telhado, o que dava também uma maior ventilação ao recinto.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Um banheiro certamente melhor qualificado para a realização do nº 1 do que para o nº 2, mas que pode ser útil deveras, dependendo do seu espírito de aventura.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Cocô-tação: 2 privadas (máximo de 5 para as melhores)</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">(Sidney Luzio)</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Barrigada selvagem</title>
		<link>http://www.mcorporation.com.br/barrigada-selvagem/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 04:23:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticos de M]]></category>
		<category><![CDATA[crítica de banheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Sidney Luzio]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ainda narrando sua saga pelo Nordeste, o crítico de banheiros Sidney Luzio, do blog Já Caguei Aqui, nos manda um texto sobre sua aventura em um sanitário praticamente selvagem.

Sidney encarou o banheiro de um albergue, com suas costumeiras precariedades e imprisos. E voltou para contar:

Pousada Tirol – Jericoacoara/CE
Eram 15h em Fortaleza. Após despedir-me de meu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-102" title="banner_criticos" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png" alt="" /></a></p>
<p>Ainda narrando sua saga pelo Nordeste, o crítico de banheiros Sidney Luzio, do blog <a href="http://jacagueiaqui.blogspot.com/" target="_blank">Já Caguei Aqui</a>, nos manda um texto sobre sua aventura em um sanitário praticamente selvagem.</p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/jeri.jpg"></a><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/jeri1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-850" title="jeri1" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/jeri1.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Sidney encarou o banheiro de um albergue, com suas costumeiras precariedades e imprisos. E voltou para contar:</p>
<p><span id="more-848"></span></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Pousada Tirol – Jericoacoara/CE</span></strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Eram 15h em Fortaleza. Após despedir-me de meu companheiro de viagem, que voltaria naquela noite para São Paulo, eis que iniciava a minha viagem solo para Jericoacoara. A aventura já começa no próprio trajeto, cerca de 6 horas de ônibus, mais 1 hora numa “jardineira” &#8211; um caminhão adaptado com bancos na carroceria &#8211; por entre dunas e mais dunas. É você, literalmente no meio do nada e num breu danado, ao som do motor, que contrastava somente com o silêncio sepulcral dos passageiros, muitos deles gringos, provavelmente com receio de que se o motorista quisesse, eles nunca mais seriam vistos vivos, no melhor estilo <em>Turistas, </em>de John Stockwell.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Mas tudo isso compensa quando você entra na vila. Eram mais de 22h30 e, do nada, aparece a ruazinha principal, feita somente com a própria areia da praia, toda iluminada pelo comércio, barzinhos e repleta de pessoas, falando todas as línguas do mundo. É simplesmente mágico e só quem conhece pode explicar. Mágica que também tive que fazer, ainda que meio abestalhado com aquilo tudo, para levar minha mala de rodinhas por aquele areial todo até a minha pousada, na outra rua.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Chegando na Tirol, tratei de ver o quarto que eu dividiria com mais três elementos, que variariam umas duzentas vezes durante toda a minha estada. Os três da vez estavam no décimo sono; assim, tratei de deixar a mala e sair para um primeiro reconhecimento do local. Encontrei a praia, a duna do pôr-do-sol, além de vários carrinhos de bebida, onde fiz logo amizade e, sedento, pedi as primeiras Cubas daqueles dias. Mas, como já era quase 1 da manhã, meu corpo pedia por um descanso pelas horas de ônibus e, principalmente, por um assento no banheiro mais próximo, antes de dormir.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Como eu não queria acordar meus colegas de quarto e, à primeira vista, o banheiro do recinto estava um aguaceiro só, resolvi ir ao externo, utilizado para quem acampa no albergue. Tenho que admitir que o aspecto selvagem dele me instigou logo de pronto.</span></p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/jeri2.jpg"><span style="color: #0000ff;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-851" title="jeri2" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/jeri2.jpg" alt="" /></span></a><span style="color: #0000ff;"> </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Ele era todo feito de palha entrelaçada e madeira, enquanto que por dentro, suas divisões eram de alvenaria. Uma árvore no meio do local funcionava como uma coluna principal. Seu chão era de piso batido, vermelho, daqueles que se encontra apenas em casas bem antigas ou simples. Suas paredes, coloridas, davam um aspecto ainda mais pitoresco. Nada que se compare ao papel higiênico, pendurado de forma engenhosa, em um dos cantos. O vaso deve ter algum histórico de abusos, uma vez que ao seu lado havia um desentupidor pronto, caso a caixa d’água não aguentasse o tranco.</span></p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/jeri3.jpg"><span style="color: #0000ff;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-852" title="jeri3" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/jeri3.jpg" alt="" /></span></a></p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/jeri4.jpg"><span style="color: #0000ff;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-853" title="jeri4" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/jeri4.jpg" alt="" /></span></a><br />
<span style="color: #0000ff;"> <br />
O local era bem ventilado e a noite estava mais que agradável para que eu realizasse minhas atividades, ao som do coachar das pererecas que eu encontrei pelo caminho, mesmo tendo escolhido o banheiro masculino. E, com tantas peculiaridades, ele ainda conseguia ser limpo e agradável o bastante para que eu pedisse bis, sempre que necessário. Recomendável, tanto para os gringos que querem um contato maior com a natureza no nosso Brasil varonil, quanto para quem apenas responde um chamado da natureza.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Cocô-tação: 3,5 privadas (máximo de 5 privadas, para os melhores)</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">(Sidney Luzio)</span></p>
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		<title>Aperto no mercadão</title>
		<link>http://www.mcorporation.com.br/aperto-no-mercadao/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 16:34:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticos de M]]></category>
		<category><![CDATA[crítica de banheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Sidney Luzio]]></category>

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Nosso crítico de banheiros Sidney Luzio, do blog Já Caguei Aqui, passou por uma experência meio nervosa no popular (e bota popular nisso) Mercado Central, em Fortaleza.

Em seu último dia de viagem pelo Ceará, Sidney passou aperto ao ter que usar o banheiro da famosa feira local e nos mandou o texto com seu relato:

Mercado Central, Fortaleza/CE
Últimas horas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-102" title="banner_criticos" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png" alt="" /></a></p>
<p>Nosso crítico de banheiros Sidney Luzio, do blog <a href="http://jacagueiaqui.blogspot.com/" target="_blank">Já Caguei Aqui</a>, passou por uma experência meio nervosa no popular (e bota popular nisso) Mercado Central, em Fortaleza.</p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/mercado.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-822" title="mercado" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/mercado.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Em seu último dia de viagem pelo Ceará, Sidney passou aperto ao ter que usar o banheiro da famosa feira local e nos mandou o texto com seu relato:</p>
<p><span id="more-821"></span></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Mercado Central, Fortaleza/CE</span></strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Últimas horas em Fortaleza e eu e meu amigo resolvemos pegar nossas últimas forças e dar uma volta pelo centro da cidade, seguindo algumas dicas de nosso guia do dia anterior. Entre elas, estava a visita ao Mercado Central, lugar onde se encontram todas aquelas quiquilharias hippies e tranqueiras regionais que você leva para seus parentes a preços módicos. Ou então, produtos bem mais caros, literalmente para holandês ver. São quatro andares de lojas e mais lojas, para serem visitadas com tempo e paciência, coisa que já não tínhamos mais naquela altura do campeonato.<br />
 <br />
Mesmo assim, demos uma chance para o tal mercadão. Visitamos cada um dos andares, à procura de um abridor de coco para o pai do meu amigo e vendo o ambiente geral. Eu, que não estava à procura de nada muito especial, subitamente percebi que precisava procurar algo muito importante: um banheiro.<br />
 <br />
Após a compra da traquitana e muita camelada, conseguimos, enfim, achar o banheiro. Mesmo com a placa em diversas línguas, o gringo teria que ser corajoso para entrar ali. Não fedia, é verdade. Contudo, era perceptível que o local era utilizado deveras pelos locais, visto que o chão, meio molhado, estava todo sujo.</span></p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/mercado2.jpg"><span style="color: #0000ff;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-823" title="mercado2" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/mercado2.jpg" alt="" /></span></a></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Ao me deparar com a cabine, mais uma supresa: não havia papel higiênico. O compartimento com o rolo, que deveria estar ali, encontrava-se pendurado na parte de fora, fazendo as vezes de papel-toalha para quem lavava as mãos. Quase pego de calças na mão, tive sair e separar a quantidade necessária para realizar a operação.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">E seu eu estivesse numa emergência, estaria realmente perdido. Uma vez lá dentro, tive muita dificuldade para trancar a porta, daquelas de plástico, que insistia em não encaixar corretamente. As paredes, também de plástico, além de não darem a privacidade necessária, eram utilizadas tanto como cinzeiros, como espaço para as já célebres pichações, bem contrastantes, aliás.</span></p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/mercado3.jpg"><span style="color: #0000ff;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-824" title="mercado3" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/mercado3.jpg" alt="" /></span></a></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Iam do cristão “Jesus te ama” a uma bomba prestes a explodir. Para completar a cena, ainda havia um rodo que, em vez de ser usado para a limpeza do local, estava pendurado de cabeça pra baixo num dos cantos.<br />
 <br />
Considerando que o Mercado Central foi contruído especialmente para receber turistas, bem que poderiam ter tido um pouco mais de cuidado nos banheiros. De porcaria, já basta as coisas vendidas ali.<br />
 <br />
Cocô-tação: 1,5 privadas (máximo de 5 privadas, para as melhores)</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">(Sidney Luzio)</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cagada turística</title>
		<link>http://www.mcorporation.com.br/cagada-turistica/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 18:09:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticos de M]]></category>
		<category><![CDATA[crítica de banheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Sidney Luzio]]></category>

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Nosso crítico de M, Sidney Luzio, do blog Já Caguei Aqui, nos mandar mais uma resenha de sanitário feita em sua excursão pelo Nordeste. No texto de hoje, Sidney narra como foi soltar um barro em um dos maiores pontos turísticos do Ceará, o Beach Park.

O crítico de M teve momentos de suspense ao entrar no banheiro, encarando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-102" title="banner_criticos" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png" alt="" /></a></p>
<p>Nosso crítico de M, Sidney Luzio, do blog Já Caguei Aqui, nos mandar mais uma resenha de sanitário feita em sua excursão pelo Nordeste. No texto de hoje, Sidney narra como foi soltar um barro em um dos maiores pontos turísticos do Ceará, o Beach Park.</p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/03/bpark1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-795" title="bpark1" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/03/bpark1.jpg" alt="" /></a></p>
<p>O crítico de M teve momentos de suspense ao entrar no banheiro, encarando uma situação na qual achou que seria abordado por Sérgio Mallandro:</p>
<p><span id="more-794"></span><strong><span style="color: #0000ff;">Beach Park, a 16 km de Fortaleza/CE</span></strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Só quem está de férias sabe como é bom poder acordar tarde numa deliciosa e quente segunda-feira de janeiro. Menos para quem está em Fortaleza e quer fazer todos os passeios possíveis e imagináveis em apenas cinco dias. Assim, lá fomos eu e meu amigo rumo ao famoso Beach Park, em mais uma excursão logo cedo pela manhã.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Dessa vez o caminho era mais curto, então em um pouco mais de uma hora já estávamos no local. Pelo caminho, o guia informava a todos como funcionava o Beach Park, perguntava a todos quem desceria e quem não desceria no Insano – maior atração do lugar, um escorregador do tamanho de um prédio de 14 andares – e, o principal, comunicava que para entrar no parque aquático, cada um de nós teria que desembolsar 95 pilas. Considerando que estávamos precisando de um bom descanso, devido ao ritmo acelerado daquelas férias, resolvemos ficar apenas no complexo e aproveitar a praia e o dia de sol.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Não sei se foi a melhor opção, mas certamente foi a mais barata. Na verdade, o lugar em si é bonito, mas bem sem gracinha. Além disso, eram os preços que estavam bem salgados, em relação a qualquer outro lugar que visitamos até então. Sem muita escolha, ficamos bundeando lá até a hora de voltar. E nisso de ficar bundeando, percebi que precisaria fazer isso em um lugar mais apropriado. Assim, lá fui eu conhecer o banheiro principal do Beach Park.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Tratava-se de um quioscão, cuja entrada é feita por um lance de escadas que vai para o subsolo. Na entrada, encontram-se as pias e o espelho. Entrando à direita, uns dois ou três mictórios de cada lado; e ao fundo, enfim, as cabines que eu tanto procurava.</span></p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/03/bpark3.jpg"><span style="color: #0000ff;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-796" title="bpark3" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/03/bpark3.jpg" alt="" /></span></a></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Numeradas de 1 a 3, aquelas cabines fizeram que eu me sentisse na <em>Porta dos desesperados</em>. Só faltou mesmo o próprio Sérgio Mallandro aparecer lá para me azucrinar para escolher uma. Ao tentar a porta nº 1, vi que estava tudo sujo. Tentei a nº 2, já esperando que um gorila saísse de lá, mas só estava bem judiado mesmo. Sobrou a nº 3 que, sorte minha, estava em condições de uso.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">A cabine era bem iluminada, devido ao pé direito bem alto do recinto. A parede meia barra dividia-se entre azulejos quadrados em tons de azul e a parede, também azul, com algum fru-fru decorativo que ficou meio brega. O vaso não comprometia; tampouco o papel, daqueles de rolo, porém acondicionado em um compartimento em forma de losango. Diferente, mas não necessariamente bonito.</span></p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/03/bpark2.jpg"><span style="color: #0000ff;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-797" title="bpark2" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/03/bpark2.jpg" alt="" /></span></a><span style="color: #0000ff;"> </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Limpo no geral, o banheiro era mediano no geral, sem grandes novidades. Nada empolgante, bem como o próprio dia no Beach Park.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Cocô-tação: 3 privadas (máximo de 5 privadas, para o melhor)</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">(Sidney Luzio)</span></p>
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		<title>Ao som do mar</title>
		<link>http://www.mcorporation.com.br/ao-som-do-mar/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 14:58:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticos de M]]></category>
		<category><![CDATA[crítica de banheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Sidney Luzio]]></category>

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Um de nossos especialistas em banheiros, Sidney Luzio, nos envia mais uma crítica de M sobre sua turnê nordestina. Desta vez, ele até gravou imagens do banheiro que encontrou em um barraca no Ceará, com suas cores inapropriadas para um sanitário:
 
Os tons nervosos, no entanto, eram domados pelo barulho do mar, que deram um toque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-102" title="banner_criticos" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png" alt="" /></p>
<p>Um de nossos especialistas em banheiros, Sidney Luzio, nos envia mais uma crítica de M sobre sua turnê nordestina. Desta vez, ele até gravou imagens do banheiro que encontrou em um barraca no Ceará, com suas cores inapropriadas para um sanitário:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/YFGCLdbkYmM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/YFGCLdbkYmM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object> </p>
<p>Os tons nervosos, no entanto, eram domados pelo barulho do mar, que deram um toque relaxante ao nosso crítico de M. Leia a descrição de mais uma aventura de Sidney, do blog <a href="http://jacagueiaqui.blogspot.com/" target="_blank">Já Caguei Aqui</a>, pelos banheiros do Brasil:</p>
<p><span id="more-782"></span></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Barraca “O Casqueiro” – Canoa Quebrada/CE</span></strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Motivos para visitar Canoa Quebrada não faltam. Um lugar  onde você encontra belas falésias, dunas monumentais para descer de buggy e tirolesa, além de diversas barracas na areia da praia – praia essa tragada pela maré, que sobe absurdamente horas mais tarde e que parece querer engolir tudo o que estiver pela frente. Entre as diversas barracas, devidamente suspensas para evitar o avanço das águas, está “O Casqueiro”, também conhecida como a “Do Símbolo”, ponto de encontro de nossa excursão. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><img class="aligncenter" src="http://img9.imageshack.us/img9/2495/simbolowc.jpg" alt="" /></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">O símbolo, formado por uma lua e uma estrela, é a marca registrada de Canoa Quebrada. Diz a lenda que um marroquino mandou esculpi-lo numa das falésias para se desculpar com Alá, pela esbórnia que fez naquelas terras durante os fanfarrônicos e alucinógenos anos 60. E o local onde esse ícone havia sido esculpido originalmente fora justamente próximo dessa barraca.<br />
 <br />
Voltando do passeio de buggy, chegamos com a maré enchendo e o estômago vazio. Assim, entramos na barraca e pedimos uma deliciosa moqueca de arraia, que ficou melhor ainda acompanhada de algumas caipirinhas. Foi nesse momento que me lembrei de que tinha assuntos ainda não totalmente resolvidos desde aquela manhã, na Churrascaria Beberibe. E, após um “De novo?” abismado de meu amigo, fui até o banheiro.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><img class="aligncenter" src="http://img9.imageshack.us/img9/8484/corwc.jpg" alt="" /></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Como praticamente todo o bar, o banheiro também era quase totalmente feito de madeira. Inclusive seu chão, onde logo embaixo dava pra ver e ouvir o mar, que batia fortemente na falésia, logo atrás. Suas paredes, uma vermelha e outra laranja, não traziam exatamente o melhor esquema de cores para quem precisa de tranqüilidade. O papel, daqueles de rolo, também não apresentava grandes novidades.<br />
 <br />
O movimento da maré constante fez com que tudo fluísse o mais naturamente possível. Na hora da descarga, notei que o vaso era daqueles de caixa d’água, por preocupação ecologicamente correta ou puramente por acaso, devido à impossibilidade de se colocar uma com válvula. Simples, porém limpinho, pude terminar minha missão ali sem maiores delongas.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">cocô-tação: 3 privadas (máximo de 5, para as melhores)</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">(Sidney Luzio)</span></p>
]]></content:encoded>
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