<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>M... &#187; Beto Roma</title>
	<atom:link href="http://www.mcorporation.com.br/tag/beto-roma/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.mcorporation.com.br</link>
	<description>O site da M...</description>
	<lastBuildDate>Tue, 13 Dec 2011 12:34:02 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Assombrosamente ruim</title>
		<link>http://www.mcorporation.com.br/assombrosamente-ruim/</link>
		<comments>http://www.mcorporation.com.br/assombrosamente-ruim/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2009 02:48:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticos de M]]></category>
		<category><![CDATA[#cocolaboracoes]]></category>
		<category><![CDATA[Beto Roma]]></category>
		<category><![CDATA[crítica de filmes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mcorporation.com.br/?p=859</guid>
		<description><![CDATA[
O fotógrafo e artista plástico Beto Roma, grande fã de filmes de terror, aceitou fazer mais uma crítica de M para nós. Enviamos o sujeito para a sessão de imprensa de Evocando espíritos.

Como o filme consta nesta seção aqui da M&#8230; Online, não adianta fazer surpresa sobre a opinião de Beto. Vejam o porquê se sua desaprovação em um texto recheado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-102" title="banner_criticos" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png" alt="" /></a></p>
<p>O fotógrafo e artista plástico <a href="http://www.betoroma.com.br/" target="_blank">Beto Roma</a>, grande fã de filmes de terror, aceitou fazer mais uma crítica de M para nós. Enviamos o sujeito para a sessão de imprensa de <em>Evocando espíritos</em>.</p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/evocando.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-860" title="evocando" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/evocando.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Como o filme consta nesta seção aqui da <em>M&#8230; Online</em>, não adianta fazer surpresa sobre a opinião de Beto. Vejam o porquê se sua desaprovação em um texto recheado de referências a cineastas de terror que conquistaram os entusiastas no gênero:</p>
<p><span id="more-859"></span></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Evocando espíritos&#8230; ou melhor, invocando com espíritos</span></strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Filme típico de possessão, ambientado em uma casa bizarra, no meio de árvores grotescas, com grandes angulares anguladas. Conseguiu entender? Nem eu! Alguém se lembra de <em>Terror em Amityville</em>? <em>Poltergeist</em>?</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">A história: mãe preocupada com filho doente resolve, em 5 minutos, alugar e se mudar pra uma casa que já foi funerária e centro espírita ao mesmo tempo. Corretor filho da puta até tenta avisar que algo estranho acontece por ali, mas mesmo assim sucumbe ao capitalismo selvagem do outro mundo e ainda ajuda na mudança. Depois disso, são vultos, visões e um maldito quarto no porão, que o rapaz com câncer resolve chamar de seu.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Até aí, o queijo suíço que é o roteiro está leve, porque ninguém consegue abrir a porta do “quarto maldito”. O problema é quando o moleque, graças a um tratamento especial contra a doença, começa a ter visões dos espíritos que ali habitam e conhece, durante uma sessão de quimioterapia, um rabino que sabe tudo de fantasmas. Que sorte danada, hein?</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Não é de hoje que filmes de terror são releituras, adaptações e colagens de clichês. Porém, esconder tudo isso atrás do famoso “baseado em fatos reais” é lamentável. Me faz lembrar as antigas chamadas dos filmes que passavam no SBT, com aquele selo no canto da tela: &#8220;baseado em fatos reais&#8221; ou &#8220;inédito na TV&#8221;.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">O final é preguiçoso. Novamente, explicado em 5 minutos. O diretor optou por fazer um filme esteticamente bonito, com uma fotografia legal, mas esqueceu-se do roteiro. O desfecho é nada surpreendente e muito piegas. O mais engraçado, no entanto, é ver que ninguém morou na casa mal-assombrada entre os fatos que se desenrolaram no passado até a mudança da família Campbell. Furos, furos e mais furos. Decepção para quem viu o excelente documentário sobre filmes de terror <em>The american nightmare</em>, dirigido por Adam Simon, justamente o roteirista dessa bomba.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Igual a <em>Evocando espíritos</em> já vi mais de 5 mil! Cadê os pupilos de Wes Craven (<em>Pesadelo na Rua Elm</em> e <em>Pânico 1</em>), Sean Cunningham (<em>Sexta-feira 13</em>, original) e da nova geração de Rob Zombie? O terror, graças ao Capiroto, está de volta à moda hollywoodiana, mas está faltando criatividade.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Mesmo assim, nem tudo está perdido. O filme também tem suas coisas bacanas, como a coroa boazuda Virginia Madsen e o excelente Martin Donavan (que aparece pouco, mas é de longe o melhor em cena) vivendo o casal Campbell. Há também um canastra das antigas, digno de nota: Elias Koteas, que além de contracenar no sensacional <em>Anjos rebeldes</em> com ninguém menos que o rei Christopher Walken e a própria Virginia Madsen, estrelou <em>Tartarugas ninjas</em>.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Cocô-tação: 3 bostinhas (máximo de 5 bostinhas, para os piores)</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">(Beto Roma)</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mcorporation.com.br/assombrosamente-ruim/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cinemerda</title>
		<link>http://www.mcorporation.com.br/cinemerda/</link>
		<comments>http://www.mcorporation.com.br/cinemerda/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 20:59:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticos de M]]></category>
		<category><![CDATA[#cocolaboracoes]]></category>
		<category><![CDATA[Beto Roma]]></category>
		<category><![CDATA[crítica de filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Ulisses Mattos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mcorporation.com.br/?p=778</guid>
		<description><![CDATA[
Três filmes que merecem a atenção da M&#8230; chegam ao circuito nesta sexta-feira. Sentindo cheiro de merda, escalamos três críticos de M diferentes para fazer as resenhas desses longas. Um dos textos, sobre The Spirit &#8211; O filme, escrito pelo jornalista especializado em cinema André Gordirro, chega só semana que vem. Mas hoje, antes de irem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-102" title="banner_criticos" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png" alt="" /></a></p>
<p>Três filmes que merecem a atenção da M&#8230; chegam ao circuito nesta sexta-feira. Sentindo cheiro de merda, escalamos três críticos de M diferentes para fazer as resenhas desses longas. Um dos textos, sobre <em>The Spirit &#8211; O filme</em>, escrito pelo jornalista especializado em cinema André Gordirro, chega só semana que vem. Mas hoje, antes de irem ao cinema e serem surpreendidos por merdas na tela, vocês já podem ler, no post abaixo, a crítica de <em>Pagando bem, que mal tem?</em>, por Ulisses Mattos, e do terror <em>Alma perdida</em>, neste post.</p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/03/almaperdida.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-779" title="almaperdida" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/03/almaperdida.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Para <em>Alma perdida</em>, contamos com a primeira resenha do fotógrafo e artista plástico <a href="http://www.betoroma.com.br/" target="_blank">Beto Roma</a>, fã do gênero. Beto já tinha sido chamado para dar uma assistência ao crítico Eduardo Frota no remake de <em>Sexta-Feira 13</em> e <em>Dia dos namorados macabro 3D</em>. Como Frota se recusou a ver este filme, por motivos não revelados, Beto topou fazer seu próprio relato, aproveitando sua bagagem para dar pitacos sobre mais uma produção feita para dar sustos na platéia:</p>
<p><span id="more-778"></span></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">ALMA PERDIDA&#8230; TEMPO PERDIDO </span></strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Fui chamado, mais uma vez, para participar de uma sessão de cinema de terror. Fanático que sou, topei na hora! Só que desta vez em vôo solo, pois há os que temem a crise, os que temem o Lula e os que temem os fantasmas. <em>Alma perdida</em>, longa dirigido por David Goyer (diretor assassino da cine-série <em>Blade</em>), passa 90 minutos chupando referências óbvias e nada originais de clássicos como <em>O exorcista</em>, <em>A profecia</em> e outros.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">A trama tem início com uma menina, traumatizada pela morte da  mãe, que começa a ver vultos e a ter alucinações, fenômenos que a levam a descobrir um passado de maldições, experimentos nazistas e familiares há muito esquecidos.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Buscando saídas fáceis de estilo e filmagem, o diretor bota logo de cara um cão com cara de malvado para dar um clima de suspense. Ora bolas. Cachorros, velhos e criancinhas só funcionam, hoje em dia, em publicidade. Já vi muito disso! “Oh, Damien! Cadê você? 666!”</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Furos de roteiro? Nenhuma novidade, mas aqui eles abusam da boa vontade com criancinhas demônios chamadas de Jumby! Rompi em risos no meio da sessão quando ouvi o nome, que me lembrou imediatamente aquele personagem de massinha, o Gumby &#8211; recordam?</span></p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/03/massinha.jpg"><span style="color: #0000ff;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-780" title="massinha" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/03/massinha.jpg" alt="" /></span></a></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Lentes de contato azuis e cinzas, à moda David Bowie, dão até um visual interessante ao filme, mas fica só nisso. Um desperdício, pois o que poderia salvar o longa é pouquíssimo explorado. Joseph Mengele e os experimentos nazistas ficam em segundo plano, dando mais espaço a cenas em câmera lenta e trilha sonora típicas dos filmes de Michael Bay, que produz esta bomba, deixando um final bem manjado para uma possível seqüência.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Porém, nem tudo está perdido. O filme vale pelo pitéu Odette Yustman - que infelizmente só protagoniza cenas de calcinha e sutiã, nunca nua - e pela presença (discreta, diga-se de passagem) de <strong>Gary</strong>-Sid-Vicious-Comissário-Gordon-<strong>Oldman</strong>, excelente ator que consegue se destacar e dar vida a personagens únicos até mesmo em filmecos pretensiosos como este. Tem também o James Remar, já coroa, que não mostra mais o vigor e a sede de personagens clássicos como Ajax (<em>Selvagens da noite</em>) e Albert Ganz (<em>48 horas</em>). Por sinal, onde ele estava durante quase todo o filme que nem viu o que aconteceu com a sua filha?</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Espelhos falam, tremem e mostram fantasmas. Putz, só faltava o Candyman! Ataque de riso 2: lá para o final, há uma cena de possessão que é digna de filmes trash de zumbi. Em resumo, <em>Alma perdida</em> conta uma história de filme B das mais fracas com roupagem hollywoodiana. Minha nota? Diarréia!</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Cocô-tação: 5 bostinhas (máximo de 5 bostinhas, para os piores)</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">(Beto Roma)</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mcorporation.com.br/cinemerda/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

