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	<title>M... &#187; banheiros</title>
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		<title>Mictórios privados</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 01:38:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parceria Publico Privada]]></category>
		<category><![CDATA[banheiros]]></category>
		<category><![CDATA[foto de banheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Sandro Fortunato]]></category>

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O leitor/colaborador Sandro Fortunato, que escreve no Sempre Algo a Dizer e teve texto publicado na terceria edição da revista M&#8230;, enviou duas fotos de mictórios especiais de Natal (RN). Um deles fica em um dos banheiros mais caros do mundo. O outro é de um trailer com nome de restaurante japonês badalado: Tanaka, que conta até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_parceria.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-50" title="banner_parceria" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_parceria.png" alt="" /></a><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_cocolaboracoes.png"></a></p>
<p>O leitor/colaborador Sandro Fortunato, que escreve no <a href="http://www.sandrofortunato.com.br/" target="_blank">Sempre Algo a Dizer</a> e teve texto publicado na terceria edição da revista <em>M&#8230;</em>, enviou duas fotos de mictórios especiais de Natal (RN). Um deles fica em um dos banheiros mais caros do mundo. O outro é de um trailer com nome de restaurante japonês badalado: Tanaka, que conta até com enigmático papel higiênico. Sandro não só fez o registro fotojornalístico dos mictórios, como também fez seus pertinentes comentários:</p>
<p><em>Sou cervejeiro. Bebo muito e, consequentemente, mijo muito. Aos baldes. Daí que conheço uma infinidade de banheiros, principalmente desses apertadinhos, de boteco, onde só existe um mictório. Vocês vão dizer &#8220;Gandismerda!&#8221;. E eu vou replicar: Nem merda, porque não dá para cagar; nem grande, porque às vezes mal dá para entrar no recinto. Como estou acostumado a ver história onde ninguém vê, lá vou eu descobrir os mistérios desses banheirinhos. Tipo um John Updike dos mictórios de boteco. Então vamos a dois deles, ambos em Natal, Rio Grande do Norte.</em></p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/02/micpraca.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-603" title="micpraca" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/02/micpraca.jpg" alt="" /></a><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/02/mic_praca_das_flores.jpg"></a></p>
<p><em>O primeiro (na foto acima) é de um boteco em frente à Praça das Flores, no bairro de Petrópolis. Provavelmente o banheiro mais minimalista que vi em toda a vida. Se eu fosse um pouco mais largo, teria que mijar estando do lado de fora. Haja pressão e pontaria! Aliás, a foto foi feita do lado de fora e isso aí que vocês estão vendo é o banheiro todo. E o que há de interessante nele? É que esse deve ser um dos banheiros mais caros no qual mijei em toda minha vida cervejeira. Próximo à Praia dos Artistas, o boteco (que eu não lembro o nome por motivos óbvios) está em um terreno supervalorizado pelo qual já foi oferecida a bagatela de R$ 4 milhões. E os donos disseram &#8220;Não&#8221;. Loucos? Nada. Daqui a pouco oferecem 8 milhões, 12 milhões&#8230; Duvido que o banheiro do Bar do Hotel Marina (no Leblon, Rio) tenha um metro quadrado mais caro que esse!<span id="more-601"></span></em></p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/02/mic_tanaka.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-604" title="mic_tanaka" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/02/mic_tanaka.jpg" alt="" /></a></p>
<p><em>O segundo mictório é do Tanaka (acima), um conhecido trailer de lanches que fica na Praça Cívica, também no bairro de Petrópolis. Acho que o Tanaka já estava lá quando a cidade foi fundada, há 410 anos. Todo boêmio, depois de fechar os bares da cidade, sempre acaba nele para matar a larica. Nos anos 90, quando eu morava em Natal, não tinha banheiro lá e o último mijão da cervejada tinha que ser no banheiro de um colégio público próximo (o vigia era gente boa). O século XXI trouxe a modernidade e agora o Tanaka tem banheiro. Parece um freezer antigo, branco, daqueles horizontais, só que colocado em pé. Bom, além de dar um medo danado de ser uma armadilha (&#8220;Quer ver como uma cerveja se sente na geladeira? Entra aí, bebum!&#8221;), o mictório tem lá suas peculiaridades. Repare na foto: tem um rolinho de papel higiênico! Para quê? Para o cara limpar a cabeça do pinto? Nada contra. Tem quem faça. E só pode ser para isso, afinal não tem onde cagar! E o cuidado com a limpeza? Esponjinha, desodorizador&#8230; esses japas fazem tudo direitinho! E o desentupidor com aquele cabo enorme?! Cara, eu não quero nem pensar para que serve, até porque cu de bêbado não tem dono e&#8230; vamos esquecer isso. Mijei e saí correndo.</em></p>
<p><em>Até a próxima breja!</em></p>
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		<title>Parabanheiros</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 16:31:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parceria Publico Privada]]></category>
		<category><![CDATA[banheiros]]></category>

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O leitor Diogo, do Rio de Janeiro, nos manda fotos de um banheiro para deficientes de seu trabalho. Ao contemplar a arquitetura do local, ele ficou intrigado com a descarga e nos pediu uma opinião sobre o assunto.

Trabalho como bancário em uma agência que tem cinco banheiros, um deles projetado para atender às necessidades de pessoas com deficiência. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_parceria.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-50" title="banner_parceria" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_parceria.png" alt="" /></a></p>
<p>O leitor Diogo, do Rio de Janeiro, nos manda fotos de um banheiro para deficientes de seu trabalho. Ao contemplar a arquitetura do local, ele ficou intrigado com a descarga e nos pediu uma opinião sobre o assunto.</p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/02/banheiro_1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-588" title="banheiro_1" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/02/banheiro_1.jpg" alt="" /></a></p>
<p><em>Trabalho como bancário em uma agência que tem cinco banheiros, um deles projetado para atender às necessidades de pessoas com deficiência. Normalmente,  uso o banheiro dos funcionários, mas já usei o banheiro de deficientes algumas vezes, por ficar mais perto do meu setor. Sabe como é&#8230; a hora de cagar é que nem inspiração e morte, nunca se sabe quando vêm. Sem falar que o banheiro é espaçoso e a aCÚstica é muito boa (desculpe o trocadilho, foi involuntário). Usava aquele banheiro como outro qualquer, mas como agora leio a M&#8230; e enxergo a verdade além do barro, percebi um detalhe que me deixou chocado.</em></p>
<p><em>O botão que aciona a descarga fica posicionado atrás da cabeça de quem senta na privada. Achei isso o CÚmulo da contadição (juro que esse também foi involuntário). O deficiente físico estaciona a cadeira de rodas, senta na privada, corta o toco e na hora de despachar o malote, o único jeito é dar uma cabeçada no botão. Já pensei em outras possibilidades, mas não veio nada na cabeça além de um monte de merda e o botão da descarga referido acima. Mando duas fotos da cena do crime para a opinião de profissionais.</em></p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/02/banheiro_2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-589" title="banheiro_2" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/02/banheiro_2.jpg" alt="" /></a></p>
<p>É, Diogo. Complicado mesmo isso. Imaginamos que talvez o usuário tenha que se contorcer, virando para trás, e acionar o botão ainda sentado. Ou levantar os braços juntos acima da cabeça, como se estivesse pronto a arremessar um buquê, unindo as mãos. Sabe-se lá. Somos especialistas em M&#8230;, mas temos nossas deficiências, quer dizer&#8230; Ah, você entendeu. Se algum deficiente físico cadeirante puder nos dar a resposta sobre qual é a melhor forma de acionar uma descarga dessas, por favor mande uma mensagem. Questão de utilidade pública (ou só curiosidade pública mesmo).</p>
<p> </p>
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		<title>Fezes 21</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2008 17:58:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parceria Publico Privada]]></category>
		<category><![CDATA[aviso de privada]]></category>
		<category><![CDATA[banheiros]]></category>
		<category><![CDATA[Embratel]]></category>
		<category><![CDATA[PPP]]></category>

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Mais um leitor nos mandou a foto de um &#8220;aviso de privada&#8221; passível de crítica. O sujeito tem que permancer oculto, para não perder o emprego na Embratel de São Paulo, onde foi feito o registro. &#8220;Os bons fazedores de merda exercem um papel fundamental na Embratel, como os consumidores devem saber. Mas pelo anúncio na privada, percebemos como a falta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_parceria.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-50" title="banner_parceria" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_parceria.png" alt="" /></a></p>
<p>Mais um leitor nos mandou a foto de um &#8220;aviso de privada&#8221; passível de crítica. O sujeito tem que permancer oculto, para não perder o emprego na Embratel de São Paulo, onde foi feito o registro. &#8220;Os bons fazedores de merda exercem um papel fundamental na Embratel, como os consumidores devem saber. Mas pelo anúncio na privada, percebemos como a falta de compromisso da administração com os funcionários afeta o processo&#8221;, explica nosso colaborador anônimo.</p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/12/wc21.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-404" title="wc21" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/12/wc21.jpg" alt="" width="512" height="379" /></a></p>
<p>Para ver a análise da hora do colaborador enfezado, clique aí no &#8220;Leia mais&#8221;.</p>
<p><span id="more-403"></span></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Banheiro da Embratel</span></strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Os bons fazedores de merda exercem um papel fundamental na Embratel, como todos vocês, consumidores, devem saber. E digo mais: nós, funcionários, estamos seriamente compromissados em levar a empresa aos mais altos patamares da fabricação e espalhamento de merda, tarefa árdua haja visto a concorrência forte e desleal característica do ramo. Mas passa que os procedimentos burocráticos não estão nos ajudando, venho por meio desta fazer um protesto.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Se prestarmos atenção no anúncio, afixado no único banheiro utilizável do maior prédio da empresa em São Paulo, podemos perceber a falta de compromisso da administração com os funcionários, afetando o processo e o resultado final da defecação. Para começo de conversa, a ordem está invertida, a ordem mais lógica seria:</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">1 &#8211; &#8220;Tome cuidado para não sujar as bordas do vaso, a tampa e o chão&#8221;</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Bem óbvio, já que ninguém pode evitar os incontroláveis jatos marrons de 50km/h que assolam a população da cidade grande, principalmente os funcionários de empresas de telecomunicações.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">2 -&#8221;Nunca jogue papéis ou outros objetos no vaso sanitário&#8221;</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">OK, privada pode receber um superjato de coxinha, bobó de camarão, raviolli, troviolli, cabeça de porco, tudo prensado e entubado. Mas nunca papel.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">3 &#8211; &#8220;Por favor, ao usar o banheiro, dê descarga&#8221;</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Nada mais justo, depois de se ter espalhado o adubo natural pela janela e teto. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">4 &#8211; &#8220;Ao usar a ducha não se esqueça de fechar o registro&#8221;</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Agora sim. Nada como uma ducha depois de mutilar o vaso sanitário com enxurradas de retaguarda.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Acresente-se que o design dos vasos sanitários de todo o prédio foi propositalmente adotado para causar nojo e possíveis doenças aos freqüentadores, visto que é quase impossível evitar uma forte aproximação da região peninsular central do indivíduo com a fria louça do vaso, situação extremamente não-higiênica.</span></p>
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