Pancadão

Samantha Brito, do Dois pra lá, dois pra cá, nos envia sua reflexão sobre a letra elaborada pela funkeira Valeska sobre seu encontro com o presidente Lula:

Após saber que sua vida será contada nas telonas, Lula recebeu mais uma homenagem esta semana. A funkeira Valeska, vocalista da Gaiola das Popozudas, revelou a um jornal carioca a letra de funk composta para o Presidente da República. A razão para tamanha honraria musical foi a última visita do Excelentíssimo ao Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, em dezembro do ano passado. Lá, a popozuda ficou cara-a-cara com Luis Inácio que, pela alegria demonstrada na foto, não teve muitas dificuldades com o seu PAC.

Agora Valeska aguarda na Gaiola a aprovação do chefe do Executivo para que o batidão possa ser executado nas rádios desse Brasil. Embora o conteúdo do antepenúltimo verso (Que Dilma que nada! Me leva pra Casa Civil/Vou pôr o som na caixa e balançar o quadril) relembre e muito as festinhas petistas do ex-ministro Palocci, é improvável que a música agrade à “Lula Fuller”. Imaginar a autora da música “Late que eu tô passando” na Casa Civil seria uma tremenda cachorrada com a Dilma Housseff.

Aliás, essa não é a primeira vez que o marido de D. Marisa é homenageado em batidões. O primeiro hit, lançado na década de 90, relembrou o anonimato de Luis Inácio e ficou mais conhecido que sua musiquinha de campanha “Lula-lá” ao embalar a juventude nos bailes funk: “Era só mais um Silva/ que a estrela não brilha/ ele era (petista)/ mas era pai de família”. 

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  1. Pan disse:

    Ministra da Educação? Deus do Céu, socorro.