Meu nome não é jabá

Antes de encarar as aventuras que foram contadas no filme Meu nome não é Johnny, João Guilherme Estrella era bem ligado em música e tinha até uma banda. Depois que o longa, dirigido por Mauro Lima, foi para os cinemas – tornando-se até agora a produção nacional mais vista do ano -, João lançou um disco solo, com o resultado de sua volta à música, que começou em 2004. O trabalho pode ser conferido no site http://www.joaoestrella.com/. Mas você tem ouvido essas músicas na rádio? Pois é. O Shit Parade que João preparou para a M… Online toca justamente nesse assunto: o que acontece quando um artista não adota o esquema dos jabás. Ele faz uma lista com 10 músicas suas que são consideradas uma merda para as rádios.


O que abre portas

As piores músicas devem ser as do meu disco – Meu nome é João Estrella -, pois elas não são ouvidas por ninguém. Elas não são tocadas nas rádios por falta de grana. A internet às vezes salva, mas por enquanto o único retorno legal de público foi de uma música que a Cléo Pires colocou no blog dela, que tem mais acessos que a audiência de algumas rádios.

Mas se as músicas não podem ao menos passar pelo crivo da massa que escuta as principais rádios brasileiras, elas se tornam nulas. Acho que não podem nem ser consideradas ruins, o que para mim já seria um consolo.

Então, aí vai a Shit Parade com as músicas do meu disco, que na opinião das rádios talvez sejam muito ruins, já não querem tocar:

1 – Madrugada
2 – Pra onde se vai
3 – O patrão nosso de cada dia (Só a minha versão, claro. A original, do Secos e Molhados, pode tocar em rádio).
4 – Por aí
5 – Tempo time
6 – No parque
7 – O alvo
8 – Nada vai ficar para contar
9 – Volta pra mim
10 -Você se foi