Pesquisadores do Hospital Samaritano de São Paulo estão receitando filmes como terapia para os pacientes. Uma vez por mês, exibem um longa que trata de algum tipo de doença e depois promovem um debate. Já estiveram em cartaz Melhor impossível, para portadores de TOC; All that jazz, para quem está tentando parar de beber, entre outros. Nós aqui na M… gostamos da idéia e resolvemos participar ativamente do projeto propondo filmes para outros doentes e males que afligem o país.
Barrichelo: Para a paralisia que vem atacando o piloto, seria interessante a reprise de Nascido em 4 de julho, para ele aprender a lidar com suas limitações sobre rodas.
Galvão Bueno: O delírio de grandeza do locutor, que pensa que é comentarista, juiz, técnico e Deus, pode ainda ter cura depois que ele conferir os problemas que se passam com o personagem principal de O todo poderoso.
Ronaldinho: O transtorno sexual do fenômeno pode ser regularizado com uma combinação de dois medicamentos cinematográficos. O tratamento começa com Priscila- A rainha do deserto e segue com o Ensaio sobre a cegueira logo que entrar em cartaz.
Polícia Carioca: A dupla personalidade que vem atacando a PM do Rio está em estágio tão avançado que ninguém mais consegue saber quando eles são bandidos ou mocinhos. Para eles, receitamos Eu, eu mesmo e Irene, no qual Jim Carrey aborda com muita propriedade o tema.
Luciana Gimenez: Matadores de velhinha, que traz um personagem portador de SII – Síndrome do Intestino Irritável, é aconselhável para pessoas que, como a apresentadora, não conseguem segurar a merda.