Dez frases de mães para seus filhos famosos:
“Já que não dá pra ganhar um título da F1, me dá um título de sócia do Pinheiros mesmo…”, mãe do Rubinho Barrichello
“Obrigado, filho. Mas o que eu vou fazer com mais um Habeas Corpus?”, mãe do presidente do STF, Gilmar Mendes
“Filha, não precisa de presente. Já estou feliz pela chegada do Sandrinho, meu novo neto”, mãe de Suzana Vieira
“Filho, também adoraria ganhar o fogão”, mãe do técnico Cuca, do Flamengo
“Ai, filho! Não precisava me colocar de sócia nessas empresas todas, obrigado!”, mãe do senador Renan Calheiros
“Filhinho… Nada contra, mas você só sabe dar bolsa?”, mãe de Luís Inácio Lula da Silva
“Obrigado pelos presentes, pai nosso”, Associação de Mães dos Filhos do presidente paraguaio Fernando Lugo
“Filhinho, obrigado pelo dinheiro e pela máquina de lavar”, mãe do empresário Daniel Dantas
“Adorei o vestido, meu filho. Não agüentava mais ganhar passagem aérea todo ano”, mãe do deputado Michel Temer
“Já vi que esse ano não vou ganhar presentinho nenhum”, mãe de Chiquinho Scarpa
Depois do Viagra, a indústria farmacêutica lançou um remédio contra a impotência com nome bem sugestivo: Levitra. Ideal para quem precisa da mágica da levitação em seu pênis. Agora, lançaram um remédio nacional e batizaram com um nome ainda de maior apelo: o Helleva, para quem necessita elevar o membro e tirá-lo da fossa.
Com a popularização dos remédios contra a disfunção erétil, sugerimos dez nomes merdas para batizar os próximos lançamentos:
Levvantha
Subbyndo
Enpynna
Duhraun
Krescew
T-grand
Lattege
Vyrill
Peggaky
Pawdurescense
Henrique Cazes é um dos maiores nomes do chorinho, responsável por projetos como o Beatles ‘n’ Choro. Há pouco tempo, Cazes criou um alter-ego politicamente incorreto, o sambista J. Canalha, tido como o “único sambista novo que não é afilhado da Beth Carvalho”. Um bom exemplo de suas letras é “Chatos em desfile”:
Canalha, que acaba de lançar seu primeiro CD pela Rob Digital, entrou em contato com a M… e encomendamos a ele uma lista de dez sambas merdas. O sujeito quebrou a cabeça, conseguiu eliminar vários candidatos e chegou ao número que pedimos. Não foram poupados nem compositores como Tom Jobom, Toquinho e Vinícius e Gonzaguinha.
Dez merdas em que você precisa acreditar ao navegar em sites pornográficos
1 – Quando uma mulher está num banheiro público e, de repente, surge um pênis através de um buraco na parede, ela acha a situação estranha, mas invariavelmente o coloca na boca.
2 – Todas as mulheres com maria-chiquinha e roupa de colegial são realmente adolescentes.
3 – Quando um entregador de pizza chegar à casa de uma mulher carregando uma embalagem na vertical, a moça vai convidá-lo a se sentar e abrirá a caixa no colo dele. Quando encontrar um pênis ereto saindo do meio da pizza, ela vai pegar no membro e lhe aplicar sexo oral.
4 – Todos os vídeos e fotos da categoria “incesto” são realmente feitos com pessoas de uma mesma família. O mesmo acontece nos sites que mostram mães ensinando as filhas a fazer sexo da maneira correta com seus namorados depois de flagrarem o casal.
5 – A mulher fazer sexo anal com um parceiro com um pênis de mais de 25 centímetros e ostentar um largo sorriso o tempo todo é algo corriqueiro.
6 – Flagrantes de casais formados por pessoas comuns fazendo sexo em vídeos com os melhores ângulos, luzes apropriadas e câmera com boa resolução realmente não foram encenados.
7 – É possível a mulher continuar gemendo como se estivesse tendo um orgasmo mesmo quando está apenas fazendo sexo oral em seu parceiro.
8 – Se um homem oferecer alguns poucos dólares a mulheres na rua para fazerem sexo com ele e serem filmadas, nenhuma delas se sentirá ofendida e precisará de apenas alguns segundos para aceitar a empreitada.
9 – Sites realmente põem anúncios recrutando mocinhas para um teste para um programa de TV e só na hora avisam às candidatas que elas farão uma cena para um site pornográfico, da mesma forma que aquelas atrizes realmente ficaram surpresas com a situação e estão fazendo sexo para as câmeras pela primeira vez.
10 – É muito comum que no setor VIP das festas em clubes noturnos, mulheres fiquem se beijando loucamente até que chegue um homem para possui-las ali mesmo.
Para quem não sabe, Ronald Rios não é apenas aquele cara que contracenou com uma vagina no Teste do Vibracall. O rapaz, que já é uma espécie de celebridade na internet - devido aos vídeos da sua produtora, a Badalhoca Pictures, com Erik Gustavo -, é também profundo conhecedor de indie rock. Daí, pedimos um Shit Parede a ele, com 10 músicas indie de merda. Aliás, Ronald aparece esta noite na TV, com a estréia da Badalhoca na MTV, à 0h15. Já era hora, depois do lançamento no blog da emissora.
Como diria Ronald, “check it out”: (mais…)
Aí vai mais uma lista de músicas merdas para nossa coleção. Desta vez, o autor da seleção é o jornalista e escritor Joaquim Ferreira dos Santos, dono da coluna Gente Boa, no jornal O Globo. O sujeito, aliás, está sendo notícia nos últimos dias, com seu novo livro, a biografia de Leila Diniz, que está sendo lançado esta quarta-feira, dia 10, às 19h30, na filial Ipanema da Livraria da Travessa.
Na lista de músicas merdas de Joaquim, há espaço para Caetano Veloso, Odair José e até Frank Sinatra. Confiram a seleção, com direito a um clipe de Xuxa em Fuscão preto:
Desta vez, quem nos manda sua lista de músicas merdas é um dos mais conhecidos DJs da noite carioca: DJ Janot, que fez nome com a festa Brazooka. Ele enumera as canções que mais lhe perturbam os ouvidos:
Antes de encarar as aventuras que foram contadas no filme Meu nome não é Johnny, João Guilherme Estrella era bem ligado em música e tinha até uma banda. Depois que o longa, dirigido por Mauro Lima, foi para os cinemas – tornando-se até agora a produção nacional mais vista do ano -, João lançou um disco solo, com o resultado de sua volta à música, que começou em 2004. O trabalho pode ser conferido no site http://www.joaoestrella.com/. Mas você tem ouvido essas músicas na rádio? Pois é. O Shit Parade que João preparou para a M… Online toca justamente nesse assunto: o que acontece quando um artista não adota o esquema dos jabás. Ele faz uma lista com 10 músicas suas que são consideradas uma merda para as rádios.
Leonardo Wella já é conhecido dos leitores mais atentos da revista M…, pois colaborou duas vezes como nosso Homem-Spam, testando um feromônio da sedução e depois uma vagina de borracha (não, ele não precisou usar o primeiro item para conquistar o segundo). Agora ele reativa seu lado DJ e nos manda uma lista musical, com um shit parade para dançar.
Continuamos com honrosas colaborações de listas musicais. Desta vez, publicamos a do escritor Paulo César Araújo, que ficou marcado pela polêmica biografia do cantor Roberto Carlos, censurada sem mais nem menos. Antes desse episódio, PC já havia sido notícia com o livro Eu não sou cachorro, não, que fez uma revisão da música cafona, revelando que cantores como Odair José sofreram com a ditadura. Tendo seu primeiro livro como inspiração, PC nos manda uma lista de músicas injustamente consideradas merdas. E ela chega em boa hora, a tempo de homenagear o recém-falecido Waldick Soriano, cuja canção Eu não sou cachorro não inspirou o título do livro sobre a música brega.