O leitor Sandro Fortunato, que além de colaborar para a revista M… escreve no Sempre Algo a Dizer, nos mandou o link para um post de blog comentando uma campanha publicitária. “É a cara da M…”, disse Sandro na mensagem que nos enviou. Diríamos mais, Sandro: é a cara e o olho da M…
A informação foi coletada no blog Um passinho à frente, faz favor, que traz mais informações e fotos sobre a ação para divulgar esse papel higiênico na Dinamarca.
Nosso colaborador Roberto Cunha, do site Adoro Cinema, nos avisa sobre uma ocorrência deveras interessante no Domingão do Faustão, com Ivete Sangalo dando a dica sobre como funcionam as votações no site da Globo:
“Em pleno fim de domingo, acompanhado de seu indefectível programa do Faustão, o telespectador foi surpreendido com um depoimento, no mínimo, inesperado da cantora Ivete Sangalo. Fausto Silva narrava o quadro Os melhores do ano, relativo a 2008 (haja atraso!), quando ao conversar com a baiana, vencedora do prêmio de melhor cantora, disse que ela já estava acostumada a ganhar. Ora. Todo mundo sabe que Ivete é de casa mesmo. Caiu nas graças do pessoal da Globo e virou figurinha fácil na emissora, defenestrando Daniela Mercury do antigo posto. O fato curioso é que tão logo Faustão disse isso, a cantora retrucou: ‘Acostumada?! Nada disso! Eu votei direto! Todo lugar que eu parava, perguntava se tinha internet. E votei em mim mesma. Umas seis vezes. E dá certo, viu!’. Não satisfeira com a gafe que mostrava a falha do sistema de votação da emissora, a cantora arrematou que ir no Faustão aumenta o cachê e por isso é bom.”
Pois é, Roberto. É legal ver nossos artistas dando uma lição de cidadania. Ivete dá tanta a importância ao voto que não se limita a exercer seu direito apenas uma vez.
Os editores da M… não assistiram ao BBB9 (a gente fala de merda, mas não temos tempo para acompanhar tudo). Soubemos apenas, via notícias na internet, que uma participante teve um vídeo vazado na internet fazendo sexo oral, inaugurando o Big Boquete Brasil; que falhou a tentativa de fazer dois gays se pegarem dentro da casa; que um integrante ficou manjando um convidado africano tomando banho com sua mangueira; que muita gente torcia para uma moça que agora vai ter que posar pra Playboy por não ter faturado o prêmio; e que quem ganhou o prêmio foi um tal de Max, que não devia ter esse nome, já que faz miniaturas.
Por coincidência, no dia em que lançamos o projeto Na_Kombi, no Twitter, nosso colaborador Roberto Cunha, do Adoro Cinema, nos manda um comentário sobre uma notícia envolvendo uma kombi:
06 de Abril e o Rio de Janeiro continua lindo. Mesmo com todas as mazelas e seqüelas, a cidade maravilhosa segue seu rumo. Para onde, não se sabe. Começa mais uma semana e outro reboque do Detro (Departamento de Transportes Rodoviários), que faz a fiscalização do transporte coletivo, foi atacado por homens armados para libertar uma Kombi apreendida por fazer transporte pirata na tradicional rua Carolina Machado, em Madureira. Mas duro mesmo é saber que este é o segundo caso em menos de um mês. Ou seja, está virando uma coisa normal. É o faroeste caboclo. O mais louco da história é que a Kombi ilegal foi resgatada por bandidos e o caso foi registrado como roubo 39ª DP (Pavuna). Os homens armados mantiveram o motorista do reboque sob a mira, enquanto o veículo era salvo. Agora, além de autuado por transporte irregular, passará a constar do cadastro nacional de veículos roubados. A placa AQQ-8649 era de São José dos Pinhais, no Paraná. Mas péra lá!!… Então os donos podem entrar como uma ação contra o Estado, já que o veículo estava sob sua custódia a caminho do depósito público?! Parece até aquele trocadalho do carilho com “nomes de orientais” dos tempos de criança, com a devida adaptação: “Saltaro Reboki, Fugiro Nakombi, Polissa Tadôda, Procura Noacha”.
É, Roberto. Mais coisas podem acontecer no ramo do transporte ilegal do que supõe a nossa van filosofia.
A leitora Elisa Barbosa, do blog Embalagem Sustentável, nos mandou um e-mail avisando que voltou a falar de merda, como quando citou o Shit Box (privada portátil feita de papelão). “Já que vocês gostam do assunto, vejam o último post do meu blog”, diz Elisa, apontando para uma notícia sobre um papel feito de bosta de elefante.
A nota explica que como o elefante é vegetariano, sua merda é altamente fibrosa e ótima para reciclar e fazer papel. O processo é feito na Índia, onde elefantes são abundantes.
Eis um exemplo de como merda relacionada àquele país pode se tornar útil. Quem sabe agora alguém pensa numa forma de também tranformar Caminho das Índias em papel de qualidade, artigo em falta nesta obra de Glória Perez.
E o Guilherme Selles nos mandou a notícia que foi publicada no blog Embalagem Sustentável, que teve até um comentário apontando um problema ecológico do produto (o saquinho plástico supostamente biodegradável):
Agradecemos aos leitores e vamos seguir a sugestão do Guilherme, levando mais a sério o “confiram por vocês mesmos”. Entramos em contato com o fabricante e pedimos que envie o produto para testarmos aqui na M… Corporation. Mas solicitamos o artigo de forma gratuita. Afinal, estamos na merda e não podemos arcar com despesas em época de crise. Aguardemos a resposa da Brown Corporation.
Leonardo Vela, que é um observador do universo anão - como prova esta crítica sobre Pindorama, que ele fez para a M… Online -, nos manda um suposto flagrante de discriminação sanitária contra os verticalmente prejudicados:
“Achei interessantes as portas desse restaurante aqui perto de casa. A da direita é do banheiro das mulheres. A da esquerda deve ser a dos anões”.
Um absurdo esse tipo de preconceito. Cadê o arcebispo de Olinda e Recife, que não excomunga os donos desse restaurante? Deve achar isso um caso menor.
Temos como leitora a cartola do site www.mulherefutebol.com, Marina Miyazaki Araujo. Ela nos manda umas sugestões de vídeo e fotos:
Adorei toda essa M… Não sei se já postaram (nao é bostaram) a música do grupo Língua de Trapo, interpretada em ritmo de bossa nova (não é bosta nova), “Cagar é bom”. Vale a pena ouvir. Também sugiro uma imagem que tenho no meu blog:
Vocês já possuem?
Valeu pelas indicações, Marina. A foto aí de cima seria mesmo uma boa para incentivar os homens a mirarem direito na hora de urinar. Mas a partida seria muito mais divertida se as mulheres tentassem fazer esse gol usando o membro masculino, como uma versão mais moderna do jogo de botão. E duvidamos que elas também acertassem a bola dentro do gol, pois teriam poucos segundos antes que o “jogador” que controlam só conseguisse chutar por cima da arquibancada.
E sobre a música do Língua de Trapo, já conhecíamos. Apreciamos, claro. Quem não conhece pode conferir aí no vídeo:
Nosso colaborador Leonardo Vela, também conhecido como o Homem-Spam da M…, lembrou da gente enquanto pulava o carnaval carioca. No Bloco de Segunda, que saiu em Botafogo, Vela fotografou um sujeito que carregava uma placa com o tema de nossa megacorporação:
Parece que o rapaz organizou um minibloco - o Cagando e Andando - dentro de outro bloco. E tem tudo a ver o minibloco sair infiltrado no Bloco de Segunda, afinal a merda também é apelidada de número 2.
Se a idéia do Cagando e Andando vingar, fará boa companhia ao Que Merda é Essa?, que saiu domingo, em Ipanema. Caso nossa empresa continuar a crescer com tanto vigor e virilidade, a M…Corporation pode vir a patrocinar um desses blocos no ano que vem. O plano é que em vez de distribuir camisinhas, a gente forneça papel higiênico.
O colaborador Roberto Cunha, do site Adoro Cinema, ficou sabendo da re-inauguração da elevatória do Leblon. Como a obra foi para tratar de merda, Roberto logo lembrou da gente e mandou suas observações sobre o evento.
E não fique achando que isso é assunto que só interessa à Zona Sul do Rio. Autoridades e empresários ligados à obra declararam que a elevatória tem tudo para virar ponto turístico da cidade, como ressalta Roberto em sua pensata:
Beleza, Ivan. Obrigado pelo “de nada” e pela dica do jogo, que é mais complicado do que o clássico Tetris. O objetivo é montar a tubulação de um vaso de modo a fazer chegar a merda do sujeito até o outro lado da tela. Divertido, mas recomendamos jogar sem som, pois a música erudita, em ritmo techno e sem variação, perturba um pouco. Até barulhos intestinais e flatulentos seriam menos irritantes que essa musiquinha. Em todo caso, taí a dica para quem estiver sem merda nenhuma para fazer.
Nosso leitor-escritor Luis Carlos Wolfgang, que pode ser lido no Recanto das Letras, nos manda sua observação sobre o caso Edmar Moreira, o deputado que não declarou ser proprietário de um castelo:
“Nosso excelentíssimo deputado Edmar Moreira queria continuar como Corregedor da Câmara.
Caiu do seu belo cavalo branco (para desgosto das mocinhas jovens e sonhadoras)”, comenta Wolfang, num texto em que lembra de outros castelos importantes:
O leitor/colaborador Sandro Fortunato, que escreve no Sempre Algo a Dizer e teve texto publicado na terceria edição da revista M…, enviou duas fotos de mictórios especiais de Natal (RN). Um deles fica em um dos banheiros mais caros do mundo. O outro é de um trailer com nome de restaurante japonês badalado: Tanaka, que conta até com enigmático papel higiênico. Sandro não só fez o registro fotojornalístico dos mictórios, como também fez seus pertinentes comentários:
Sou cervejeiro. Bebo muito e, consequentemente, mijo muito. Aos baldes. Daí que conheço uma infinidade de banheiros, principalmente desses apertadinhos, de boteco, onde só existe um mictório. Vocês vão dizer “Gandismerda!”. E eu vou replicar: Nem merda, porque não dá para cagar; nem grande, porque às vezes mal dá para entrar no recinto. Como estou acostumado a ver história onde ninguém vê, lá vou eu descobrir os mistérios desses banheirinhos. Tipo um John Updike dos mictórios de boteco. Então vamos a dois deles, ambos em Natal, Rio Grande do Norte.
O primeiro (na foto acima) é de um boteco em frente à Praça das Flores, no bairro de Petrópolis. Provavelmente o banheiro mais minimalista que vi em toda a vida. Se eu fosse um pouco mais largo, teria que mijar estando do lado de fora. Haja pressão e pontaria! Aliás, a foto foi feita do lado de fora e isso aí que vocês estão vendo é o banheiro todo. E o que há de interessante nele? É que esse deve ser um dos banheiros mais caros no qual mijei em toda minha vida cervejeira. Próximo à Praia dos Artistas, o boteco (que eu não lembro o nome por motivos óbvios) está em um terreno supervalorizado pelo qual já foi oferecida a bagatela de R$ 4 milhões. E os donos disseram “Não”. Loucos? Nada. Daqui a pouco oferecem 8 milhões, 12 milhões… Duvido que o banheiro do Bar do Hotel Marina (no Leblon, Rio) tenha um metro quadrado mais caro que esse! Leia mais »
O leitor Diogo, do Rio de Janeiro, nos manda fotos de um banheiro para deficientes de seu trabalho. Ao contemplar a arquitetura do local, ele ficou intrigado com a descarga e nos pediu uma opinião sobre o assunto.
Trabalho como bancário em uma agência que tem cinco banheiros, um deles projetado para atender às necessidades de pessoas com deficiência. Normalmente, uso o banheiro dos funcionários, mas já usei o banheiro de deficientes algumas vezes, por ficar mais perto do meu setor. Sabe como é… a hora de cagar é que nem inspiração e morte, nunca se sabe quando vêm. Sem falar que o banheiro é espaçoso e a aCÚstica é muito boa (desculpe o trocadilho, foi involuntário). Usava aquele banheiro como outro qualquer, mas como agora leio a M… e enxergo a verdade além do barro, percebi um detalhe que me deixou chocado.
O botão que aciona a descarga fica posicionado atrás da cabeça de quem senta na privada. Achei isso o CÚmulo da contadição (juro que esse também foi involuntário). O deficiente físico estaciona a cadeira de rodas, senta na privada, corta o toco e na hora de despachar o malote, o único jeito é dar uma cabeçada no botão. Já pensei em outras possibilidades, mas não veio nada na cabeça além de um monte de merda e o botão da descarga referido acima. Mando duas fotos da cena do crime para a opinião de profissionais.
É, Diogo. Complicado mesmo isso. Imaginamos que talvez o usuário tenha que se contorcer, virando para trás, e acionar o botão ainda sentado. Ou levantar os braços juntos acima da cabeça, como se estivesse pronto a arremessar um buquê, unindo as mãos. Sabe-se lá. Somos especialistas em M…, mas temos nossas deficiências, quer dizer… Ah, você entendeu. Se algum deficiente físico cadeirante puder nos dar a resposta sobre qual é a melhor forma de acionar uma descarga dessas, por favor mande uma mensagem. Questão de utilidade pública (ou só curiosidade pública mesmo).
Há algum tempo a leitora Izaira Silva nos mandou um samba de sua autoria. O tema: as merdas que há por aí. A gente ia botar o áudio aqui, mas demoramos tanto que ela agora conseguiu produzir um vídeo e subir para o YouTube. Ela explica a inspiração e fala de sua carreira:
“Essa música é uma parceria entre mim e meu pai, Romualdo Luiz de França, que é compositor e até já gravou um compacto, há alguns anos. Hoje ele vende sorvete em Sepetiba, onde moramos. O nome é Merda (não sei onde vou pisar) e foi criada em cima de comentários que meu pai fez sobre exame de fezes. Ele fez a maior parte e eu entrei com uns versos, além de botar minha voz. Tento achar pessoas para gravar as músicas dele, pois o sonho de um compositor é ouvir o povo cantando sua obra, mesmo que não ganhe nada. Eu estou desempregada e ajudo meus pais num bar que alugamos, mas tá sem muitos fregueses. Posso dizer que estamos mesmo na merda, hahahahá.”
Beleza, Izaira. Taí agora o vídeo à disposição para um público maior. Se não estivéssemos na merda também, podíamos pegar a música, produzir um vídeo legal pra ela, botar uma gostosa pra cantar e lançar como marchinha de carnaval, com chances de sucesso. Fica aí a idéia pra quem quiser adotar.
O novo leitor Cuca Moreira, da agência Insight Design, bolou um jeito bem interessante de elogiar a revista, digno de publicação:
Mando mail meio melindrado, mas mando. A melhor magazine do mundo mostrou-se a mim de manhã. Mandaram por mensageiro à minha morada. Merecia? Mesmo! Marcelo Madureira, Max Moure, Maurício Menezes, mais Marcelo, Mayor, Moura, Magal, Márcio, Mattos, Moreno: maravilhosos. Marketing da marvada Magnífica mostrou maestria. Minto? Minha mulher molhou-se. Meu menino masturbou-se. Melhor manter-me mole.
Me mandem mais!
Mister Moreira
Maneiro, Moreira! Material de mestre! Mandaremos mais M… Mas a magazine mandaremos pro mercado em março. Momentaneamente, manufaturamos muitas merdas pra moçada (machos ou moças, moleques ou maduros) mirar nos monitores (máquinas, MACs…). Merecem menção.
A leitora Samantha Brito, do blog Dois Pra Lá, Dois Pra Cá, nos manda uma montagem sobre um encontro entre o presidente Lula, a ministra Dilma Rousseff, o ex-presidente FHC e o governador de SP, José Serra, em uma exposição em memória às vítimas do Holocausto. O que cada presidente ou candidato à presidência estaria pensando naquela hora?
É, Samantha. Gostaríamos de ver também o que essa turma estaria imaginando para romper essa trégua entre o PT e o PSDB. E o curioso é que justamente o careca é o homem a não usar um quipá.
Samantha Brito, do Dois pra lá, dois pra cá, nos envia sua reflexão sobre a letra elaborada pela funkeira Valeska sobre seu encontro com o presidente Lula:
Após saber que sua vida será contada nas telonas, Lula recebeu mais uma homenagem esta semana. A funkeira Valeska, vocalista da Gaiola das Popozudas, revelou a um jornal carioca a letra de funk composta para o Presidente da República. A razão para tamanha honraria musical foi a última visita do Excelentíssimo ao Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, em dezembro do ano passado. Lá, a popozuda ficou cara-a-cara com Luis Inácio que, pela alegria demonstrada na foto, não teve muitas dificuldades com o seu PAC.
Agora Valeska aguarda na Gaiola a aprovação do chefe do Executivo para que o batidão possa ser executado nas rádios desse Brasil. Embora o conteúdo do antepenúltimo verso (Que Dilma que nada! Me leva pra Casa Civil/Vou pôr o som na caixa e balançar o quadril) relembre e muito as festinhas petistas do ex-ministro Palocci, é improvável que a música agrade à “Lula Fuller”. Imaginar a autora da música “Late que eu tô passando” na Casa Civil seria uma tremenda cachorrada com a Dilma Housseff.
Aliás, essa não é a primeira vez que o marido de D. Marisa é homenageado em batidões. O primeiro hit, lançado na década de 90, relembrou o anonimato de Luis Inácio e ficou mais conhecido que sua musiquinha de campanha “Lula-lá” ao embalar a juventude nos bailes funk: “Era só mais um Silva/ que a estrela não brilha/ ele era (petista)/ mas era pai de família”.
O leitor Thales Martins viu o texto de Alexandre Paim, sobre negros brasileiros presidenciáveis, e nos mandou uma observação deveras interessante:
“Vou bancar o mala sem senso de humor, mas é por uma boa causa. O Brasil já teve um presidente negro: Nilo Peçanha. Agora, entre os candidatos da revista, pra mim falta um: Tião Macalé [vice: Gil Brother]!!!”
Deixe de merda, caro Thales. Você não foi “mala” ao apontar esse dado obscuro de nossa história. Tanto que Paim, autor do texto sobre os presidentes negros em potencial, se deu ao trabalho de responder sua mensagem:
Obrigado pela contribuição, Thales.
Se não fosse você, esta informação sobre o nosso único presidente mulato ia passar em branco. Mas tem um detalhe. Ele assumiu após o falecimento do presidente Afonso Pena e, além disso, era do período da república das oligarquias São Paulo-Minas Gerais, ou seja, é café-com-leite perto do Obama. Ele pode ser meio que o nosso Colin Powel, mas Obama não.
Ainda estamos devendo um negão eleito pelo povo brasileiro. A sugestão do Tião Macalé é muito boa, apesar da sua impossibilidade física de assumir o cargo. Já o Gil Brother é uma ótima sugestão numa futura chapa, quem sabe, com o Gabeira.
Wolfgang nos dá seu testemunho sobre a catástrofe: “Você sai de casa para se encontrar com Deus numa igreja e acaba se encontrando com Ele pessoalmente! Talvez Kaká devesse reconsiderar a oferta do time inglês, pois os 10% da nova negociação devem ser o suficiente para bancar as indenizações que a Renascer terá que pagar”:
Não contente com o tropeço que fez escorregar de suas mãos a medalha olímpica para o Brasil na ginástica, Diego Hypólito mostrou mais uma vez ter uma “quedinha” pelo Botafogo. Como não bastasse o chororô após as Olimpíadas, o irmão de Daniele Hypólito (lembram dela?) choramingou em recente entrevista ao afirmar que o “tombo” lhe fez doer os fundos.
Isso já ficou bastante claro no momento da queda, mas o atleta se referia a outros fundos: os dos patrocinadores. Agora, Diego não conta mais com o apoio financeiro, e o único “faz-me-rir” da história é reflexo do tombo.
“Nosso país só vive de campeões olímpicos”, afirmou ele, com uma mensagem subliminar ao técnico da Seleção de futebol, Dunga.
O motivo do desabafo é o possível corte da ginástica olímpica da lista de esportes do Flamengo. Mas pensem bem: talvez o clube alvinegro seja uma boa para o rapaz. Além do patrocinador do clube dar um “gás” na carreira de Hypólito, quedas são bem-vindas no Caio Martins!
O leitor Sandro Fortunato, que também é colaborador da revista M… (escreveu a matéria sobre a festa junina de Campina Grande, na última edição) e escreve no Sempre Algo a Dizer, nos manda essa foto de banheiro, feita em uma pizzaria de Natal (RN), com um comentário logo depois da imagem:
Amigos da M…,
Esse banheiro mudou completamente meu entendimento sobre a expressão “mijar sentado”.
Sacanagem, Sandro. Está na cara que a pizzaria oferece o banquinho apenas como um artifício para que anões possam usar o mictório sem precisar usar um copinho para fazer ”baldeação” da urina, fazendo o líquido chegar diretamente para a louça. É, sem dúvida, um estabelecimento que se importa com questões de acessibilidade. Ou seria um banquinho para voyeurs…
A blogueira e estudante de jornalismo Samantha Brito, do Dois pra lá, Dois pra cá, passa a escrever pra gente pequenos textos em cima de acontecimentos recentes, mais ou menos como a equipe da M… Online faz na seção Humor Marrom.
Para começar, o tema é Lula x Imprensa:
Dois dedos de azia
Em recente entrevista à Piauí, o presidente Luís Inácio Lula da Silva (”Lulinha” para os íntimos, exceto para os corinthianos) se mostrou um verdadeiro adepto da nossa cultura “merdiana”. Segundo o líder de Estado, a Imprensa lhe causa problemas no fígado e por isso ele não se mantém atualizado pelos meios de comunicação convencionais, mas sim, pelos amigos.
A quais amigos o Excelentíssimo quis se referir? Se forem os do MST, ele deve achar que o Brasil é um grande tabuleiro de War: conquistar, dominar e latifundiar. Ou seja, o território nacional está destinado à ‘latifudição’. Se os tais amigos forem os dirigentes do Corínthians, ele deve pensar que o Ronaldo é uma espécie de Obina: o roliço que resolve. Agora está explicada a história do mensalão.. foi o Dirceu quem deu a notícia!
E eu que jurava que era a bebida que fazia mal ao fígado…
Fiquei pensando: mais qual notícia causaria uma úlcera no presidente?
“Preço da cana sobe mais que padre dos balões e água que passarinho não bebe tu também não beberás!”
“Ronaldo Fenômeno volta à velha forma e come bola fora de campo”
“Pesquisadores revelam que massagem no dedo mindinho esquerdo é estimulante sexual”
“Reforma ortográfica exclui a palavra ‘companheiro’ da língua portuguesa.”
Vocês lembram que comentamos aqui uma matéria da revista Piauí, que fazia análises de banheiros públicos, como já vínhamos fazendo há alguns anos? Lembram que também citamos o elogio à tal reportagem por um sujeito que fazia suas próprias críticas de banheiros de Santos no interessante blog www.jacagueiaqui.blogspot.com? Pois o sujeito entrou em contato com a gente:
Olá, amigos de M,
Não podia estar mais lisonjeado e pomposo de saber que uma organização do porte da M Corporation citou meu humilde blog em seu site. Claro que vocês abrangem muito mais M que aquelas que eu faço naturalmente nos banheiros da vida, mas só tenho mesmo que agradecer as palavras de apoio.
Acho que uma parceria seria bem interessante. Podemos negociar isso nos próximos dias, porque saio daqui para merecidas férias… o que espero possa me garantir vários posts interessantes no Nordeste!
Sidney Luzio
Batemos um papo por e-mail com o Sidney e fechamos a parceria. Ele será nosso novo crítico de M para banheiros públicos, ao lado do Barros Souto Mayor, que vinha monopolizando a área aqui. Se você, leitor sem frescura de não soltar barro fora de casa, também se interessar por ser um crítico de banheiro, tiver bom senso para julgar esses espaços e souber escrever bem, entre em contato conosco. Se quiser só mandar fotos pitorescas de banheiros públicos, também vale.
O leitor Douglas Anfra nos brindou com um pouco de seu conhecimento e nos enviou a Escala Fecal de Bristol. É uma escala estudada pelos médicos, para quando perguntam para os pacientes como está sua M. Achamos meio esquisito e ainda argumentamos com o leitor que o mais normal seria o médico pedir o exame para a pessoa, já que não é muito comum a gente saber se estamos com ranhuras em nossas fezes. O leitor respondeu: “Acho que é pouco válida para os não iniciados nesta arte da ‘copromancia’, a interpretação correta dos sinais fecais. Mas a discussão foi longe. A idéia é que se vejam as fezes para saber exatamente o seu ponto de maturidade, assim pode-se saber quanto tempo ficou dentro da gente e se a digestão ocorreu direitinho”. OK, OK. Mas douglas concorda: “No final das contas, me parece ser pura coprofilia, mesmo”. Diz aí, Douglas:
“Descobri, graças a colegas prestes a se formar em Medicina, a existência de uma escala da coprologia, que talvez não conheçam. Começou com uma discução com os médicos a respeito de por que não recomendam
louças escuras para privadas. Eles disseram que isso impediria a pessoas de ver as fezes, que consideram necessário. Por isso me citaram a tal Escala Fecal de Bristol.
Segue tal tabela, cientificamente traduzida por mim para os devidos fins didáticos. Os números medem o tempo que a M fica dentro da gente (sendo o 7 o menor tempo). Aconselharam afixar uma no banheiro:”
É… Pelo tempo em que a gente demora a soltar nossa M…, a revista deveria ter um formato redondo. Mas vamos fazer de tudo para chegar ao formato serpente ou de salsicha.
Mais um leitor nos mandou a foto de um “aviso de privada” passível de crítica. O sujeito tem que permancer oculto, para não perder o emprego na Embratel de São Paulo, onde foi feito o registro. “Os bons fazedores de merda exercem um papel fundamental na Embratel, como os consumidores devem saber. Mas pelo anúncio na privada, percebemos como a falta de compromisso da administração com os funcionários afeta o processo”, explica nosso colaborador anônimo.
Para ver a análise da hora do colaborador enfezado, clique aí no “Leia mais”.
O leitor Douglas e o colaborador Leonardo Vela nos avisaram sobre o presidente Lula virando Caganer. Já conhecíamos os bonequinhos cagadores da Catalunha, pois fizemos uma matéria sobre essa tradição para a primeira edição da M…, que acabou ficando de fora da revista. Mas mesmo sabendo de seu potencial como fazedor de merda, não esperávamos que Lula teria esse reconhecimento internacional.
O mais interessante é que Lula retribuiu a homenagem e entrou no personagem, soltando, no dia 4 de março, uma bela declaração, comparando a crise financeira a uma diarréia.
É, teve a parte do “sifu” também. Mas a boca suja é o de menos a essa altura. Esperamos que a faixa presidencial tenha alta absorção.
Derrubaram hoje no Vimeo o Teste do Vibracall. Até que durou bem. O legal é que os leitores já estão subindo para outros lugares. E já tem até sites especializados entrando em contato propondo ajuda de hospedagem. Temos que manter esse teste no ar de qualquer jeito esta semana, pois vai chegar uma manada de novos leitores aqui depois que nossa entrevista no Programa do Jô for ao ar. Todos precisam ficar cientes desse nosso serviço de utilidade pública (ou púbica). Agradecemos o empenho de todos, indicando novos links.
Abaixo, uma forma de ver aqui mesmo no site:
Se derrubarem logo, não se aflijam. Achamos mais links pela internet, como no Ovelha Elétrica e o Sweetlicious. Nesses links, é possível baixar o arquivo ou ver online:
O leitor Felipe Dias nos mandou uma foto que fez de um interessantíssimo aviso fixado em um banheiro:
Mais explicado que isso, só fazendo um desenho ilustrativo junto ao aviso. Só mais uma pequena observação: quem lê o texto atrasadamente, já depois de ter sentado e se aliviado, é porque estava com muita muita pressa, com piriri. Nesse caso, o usuário deve deixar no “recinto” algo não muito sólido. A “pressão de água da descarga” deve dar conta. De merda a gente entende.
Se você encontrar avisos como esse, faça como o Felipe: tire uma foto e mande pra gente. Podemos fazer uma bela galeria aqui na M… Online, um verdadeiro compêndio da literatura de banheiro.
Ficamos felizes em incentivar a curiosidade científica da nação. O Teste do Vibracall continua instigando a mente dos nossos leitores, que nos fazem interessantes sugestões ou relevantes críticas:
“Nossa, cara. Que mulé é essa… Mas ela tinha que introduzir o celular… Seria legal”.
Fernando
Sim, Fernando. A idéia original era essa. Mas a equipe de produção do teste levou camisinhas lubrificadas para usar nos aparelhos e os respectivos donos não quiseram melecar os celulares com o lubrificante. E a piloto de teste não gostou muito da idéia da introdução, quanto mais sem preservativos (curiosamente, os donos dos aparelhos não tinham nada contra os celulares serem introduzidos sem camisinha). Além disso, chegamos à conclusão que é mais fácil testar prazer clitoriano do que o do ponto G, cuja existência é contestada por algumas feministas. Como se vê, fizemos pesquisas sobre o assunto.
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Fala, seus Merdas (no melhor dos sentidos). Show de bola o teste do vibracall. Gostaria de pedir um segundo teste: Teste das Escovas de Dentes Elétricas… Acho q nem precisa falar do formato anatômico delas né… Já apresentei alguns modelos a algumas amigas minhas. Obviamente, elas passaram a escovar os dentes por muito mais tempo.
Rodrigo
É, Rodrigo. Uma boa idéia. Nesse caso, inverteríamos completamente o conceito odontológico, que diz que devemos usar o fio-dental pra atingir onde a escova de dentes não chega. Nesse seu teste, a escova elétrica chegaria aonde o biquíni fio-dental não chega. Aliás, o nome da experiência podia ser Teste do Enfio-Dental.
Aproveitando a oportunidade, estamos pensando em fazer um concurso cultural para dar ao vencedor o celular aprovado no Teste do Vibracall. Se vocês se interessarem pela iniciativa ou tiverem sugestões de como se chegar ao ganhador (Melhor resposta para que pergunta? Melhor declaração de amor à Vibracall-Girl?), deixe aqui nos comentários ou mande uma mensagem pra gente.
O leitor Luiz Gustavo Vilela nos pergunta por que não tomamos uma providência para o problema da hospedagem definitiva do Teste do Vibracall:
“Por que vocês não usam um servidor pornô? Como o redtube.com; pornhub.com; pornotube.com etc?”.
É, Luiz Gustavo, a gente logo pensou nisso. Mas esses sites pornográficos estrangeiros são muito profissionais e têm lá suas frescuras. Em alguns desses portais é preciso mandar documentos ou registros provando que todos os participantes do vídeo são maiores de idade. Todos que estiveram presentes no experimento científico da M… têm mais de 18 anos, mas arrumar essas declarações em inglês e correr atrás de todos para assinar a liberação já fica mais complicado.
Recebemos a dica de um site adulto brasileiro que parece ser mais aberto, mas não estamos conseguindo nos cadastrar, pois está dando pau (sem trocadilhos). Se alguém que trabalhe com material adulto na internet puder hospedar nosso vídeo em sua conta e nos passar o link, será uma mão na roda (sem trocadilhos também). Alguns sites já estão espalhando o vídeo, subindo o arquivo para outros serviços similares ao RapidShare e disponibilizando novos links para que internautas possam baixar o Teste do Vibracall para seus próprios computadores. Mas ainda não é o ideal. Precisamos desse vídeo no ar, com link aqui para todos verem. Continuamos na linha aceitando ajuda.
Update (quer dizer: atualizando): O Bolha, do site Borbulhando, fez sua parte na campanha e subiu para o Vimeo. Eis aí o vídeo ressuscitado, enquanto não derrubam… Valeu, Bolha!
Estamos recebendo inúmeros apelos nos comentários dos posts e também por e-mail. Há muitos indivíduos querendo saber como falar com a nossa piloto de testes do Teste do Vibracall. Veja exemplos:
Pelamor… me dêem o telefone dessa dama… Preciso urgentemente fazer um teste com a morena… Ahh, sensacional a matéria! (Eduardo Marcorélio)
Parabéns a todos pela matéria de excelente bom gosto! Só gostaria de saber se seria possível me passar uma pista de onde encontrar a Dama da matéria. Ela é uma verdadeira Deusa! Estou apaixonado! (Dirck Dicker)
Primeiro, gostaria de parabenizar todos da revista M… Estou muito curioso em saber duas coisa. Uma: tô doido, maluco pra saber quem é a modelo do teste. Segundo: ela é garota de programa? Pois ela é um avião, linda demais e gostaria de saber como faço pra encontrar a beldade ou até mesmo fotos da gata. (Tadeu)
Caros leitores,
Não podemos dar muitas informações sobre a Vibracall Girl. Mas podemos dar o nome: Thais. Ligamos ontem para ela (o celular devia estar no modo vibracall, pois demorou a atender) e a dama nos autorizou a fornecer seu e-mail: thaislindamorena@hotmail.com. Taí o contato para quem quiser pegar dicas de celulares com ela.
Temos recebido muitos e-mails sobre a nova edição da revista M…, que já está nas bancas (veja na versão eletrônica, clicando na capinha lá no alto ou no banner do topo, para conferir onde achar a revista). Por enquanto, está todo mundo gostando. E parece que estamos ficando famosos, pois já há leitores reclamando que não estamos cumprimentando todos nas ruas. Veja só a mensagem que recebemos de uma leitora, cujo endereço eletrônico é duda58@ufrj.br:
olla!!
Por que voce faz isso comigo? Passou por mim ontem e fingiu que nem me viu… sera que poderiamos conversar um pouco? Nao sei se voce lembra dessa foto que tiramos juntos. Espero que goste um pouco de mim, nem que seja pela nossa amizade. Beijos, te adoro muito. !!
Bejos!
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Cara Duda58, deve ter havido algum engano. Sempre damos atenção a todos que nos procuram. Prova disso é esta seção, a Parceria Público-Privada, que tenta, na medida do possível, responder as sugestões e apelos dos leitores. Mande uma nova mensagem esclarecendo a questão e podemos conversar, sim. Mas vamos ter que responder de uma LAN-house, pois desde que tentamos abrir a foto que você nos mandou, nosso computador tem estado meio estranho, não está funcionando direito.
Recebemos a dica sobre um banheiro que apareceu em uma nota hoje no site Blue Bus. O tal do Vertebrae parece um canivete suíço e vem com um vaso, uma pia, dois chuveiros, armários e uma mulher esperando o fotógrafo sair pra poder soltar um barro.
Como é mencionado no site Oh Gizmo!, onde surgiu a notícia, o banheiro não tem jeito de que vai dar muito certo. Desenhado para lugares com pouco espaço, custa 15.500 dólares. Parece difícil que alguém com essa grana não tenha um apartamento com lugar suficiente para instalar um banheiro decente. Além disso, pesa 150kg, ainda com a caixa d’água vazia, o que talvez obrigasse o proprietário a reforçar o piso, já que uma cagada mais pesada poderia derrubar tudo.
Mas se os designers do Vertebrae quiserem fazer um mershandising emprestando a parafernália pra gente usar na capa da revista M…, é claro que iríamos topar. E poderia até ser uma capa especial para publicidade, com uma modelo aí como essa da foto segurando um iogurte para intestinos preguiçosos. Mas tem que ser logo, pois esses iogurtes correm o risco de ficar obsoletos com a popularização do Bolo de Caneca (procure no Google para ver a receita do bolo que é preparado em uma caneca e assado por 3 minutos no microodas), que dá uma certa “onda” intestinal nos mais sensíveis.
Tá a fim de ganhar ingressos para a pré-estréia do documentário Pretérito perfeito, sobre o mais famoso prostíbulo do Brasil no século 20? Então confira aí abaixo:
Um leitor anônimo nos mandou a dica de um hotel escocês que tem um nome sensacional: Bosta Hostel. Pode conferir lá no site oficial dos caras. Bom, nem sabemos o que dizer sobre o assunto, como brincar ou criticar. Que moral nós temos, se o título da nossa corporação é uma sugestão à palavra “merda”? Só podemos dizer que aqui nós temos muito mais hotéis bosta que lá na Escócia. E o que é pior: nossas bostas não são suficientes, pois vamos ter que construir tantos outros hotéis pra poder abrigar a Copa do Mundo de 2014. Mas talvez seja uma preocupação tola, pois muito gringo deve aproveitar a Copa no Brasil para fazer turismo sexual. Por que não fazer uma parceria com termas e puteiros para viabilizar a hospedagem de todo mundo? Afinal, tudo indica que essa vai ser a Copa do “jeitinho”….
A leitora Karla Camargo não conseguiu deixar de lembrar da gente ao ver as fotos de um restaurante chinês de Taiwan, o Modern Toilet. Se fizéssemos a revista por lá, nosso problema de convencer as pessoas a sentar no vaso para fotografar para a capa estaria resolvido. Era só convidar nosso alvo para almoçar ali.
Não sabíamos que comer cães, cavalos-marinhos e outros petiscos bizarros da culinária chinesa provocavam tamanha urgência intestinal. Mas falando sério agora: quando um dia formos uma grande empresa, com um prédio enorme como o do Google, nosso refeitório vai ser assim. Podem cobrar da gente. O mais curioso é ver como as idéias estão flutuando mesmo por aí, como Bom-ar. Ainda nem tínhamos visto essas fotos quando bolamos como vai ser a festa de lançamento do terceiro número da M…, em outubro. A festa vai ser privada, mas depois mostraremos as fotos aqui. Ou, quem sabe, convidamos alguns leitores pro evento.
Nosso colaborador, Leonardo Wella, mandou mais um presentinho. Ele foi à França e lembrou da gente quando viu um vaso sanitário além de sua compreensão. Fez até um videozinho, que a gente publica agora, com a narração de Wella, o turista fecal:
“Estava eu almoçando em um restaurante perdido da Costa Azul francesa, de frente para o mar, quando a natureza me chamou. Ao adentrar o WC, me deparei com um vaso um tanto quanto estiloso. Chamado cumprido, era a vez de mandar meu resíduo para o mar aberto francês. Mas cadê o raio da descarga? Prestei mais atenção e vi que era para encostar a mão no desenho da mãozinha.
Voilá! Para meu espanto, um compartimento abaixou a tampa e… enfim, vejam com seus próprios olhos!
Maravilhado, busquei a câmera na mesa e resolvi fazer esse vídeo, especialmente para a M…
Claro, fui na encolha, para o garçon não perceber e pensar, ‘Bando de subdesenvolvido! Vai filmar a minha privada…’”
Emocionante. Ainda não entendemos direito o dispositivo, mas valeu o registro. Quem tiver imagens de geringonças semelhantes ou banheiros fora do comum, não precisa se acanhar: envie pra gente. Pode ser que renda alguma coisa por aqui.
O leitor Pedro nos mandou um email nos conclamando a falar sobre a Lei Seca, aproveitando para fazer uma sugestão em relação ao assunto:
“Tá na hora de meter o pau nessa lei! Não que ela esteja errada, mas pensa só: deixamos o carro em casa e gastamos mais $ com táxi. Logo, usamos menos os carro. Logo, tem menos acidentes, menos internações no hospital. E cadê o repasse para os mais prejudicados pela lei? Queremos desconto na merda do IPVA e no seguro! Mais do que justo. Essa lei beneficiou taxista e policial. Pelo que soube, o suborno já tá tabelado 500 reais. Por isso nem uso o carro, porque não quero entregar 500 reais na mão desses MERDAS. Como protestamos quanto a isso? Eu faço valer a lei deixando o carro em casa, mas o policial não exerce a lei. Logo, o que a profissão dele sugere que ele faça? Só nós somos merdas, só nós que ficamos na merda. Pra variar.”
Pedro, a verdade é que IPVA passou a ser a sigla para Impávidos Policiais Vigiando Alcoólatras. Somos capazes de apostar um chopinho na possibilidade de os acidentes serem causados por quem tinha se embriagado com muito mais de dois copos (ou seja, 6 decigramas, o limite da lei anterior), mas que não eram flagrados por policiais porque simplesmente não havia muita fiscalização nas ruas. E por que há mais policiais fazendo blitz agora? Será porque é muito mais “motivante” fiscalizar motoristas e achar pelo menos uma pessoa que bebeu um chopinho? Não está mais fácil “apanhar” motoristas agora? E com mais blitz e policiais secos por cumprir a lei, é claro que a população se segura e não bebe, com medo de tomar. Inclusive aquele irresponsável que ficava mamadaço e fazia merda no trânsito. O bebum não parou de encher a cara porque o limite agora é mais próximo de zero, mas porque finalmente a polícia tem um bom motivo para fiscalizar. Assim, achamos no mínimo incoerente chamarem de Lei Seca uma lei que faz a gente molhar cada dia mais a mão dos guardas. Estamos certos, Pedro? Ou bebemos demais?
Recebemos um relato marcante de um leitor de Brasília. Não, ele não nos conta nada presenciado no Congresso. Nada público. É algo de sua vida privada, como todos os nossos leitores podem fazer, com grandes cagadas vividas ou testemunhadas, de qualquer natureza, não só intestinais (até porque já existe para isso o Marrom Bombom, mesmo que desatualizado). Mas dificuldades no banheiro revelam-se realmente situações inesquecíveis, que ficam na nossa memória para sempre como uma cagada homérica. Acompanhem a aventura do leitor Mário Júnior durante um desastrado curso de noivos.
Pra quem conhece a M… Corporation, fica difícil ver um vaso diferente e não pensar na gente. Continuamos recebendo dos leitores fotos desse tipo. Leornardo Wella, do Rio de Janeiro, envia a foto de um vaso-aquário que ele viu no site Page Not Found, do Globo Online.
Dá pra comprar um desses no site da Fish ´n Flush, uma das páginas mais irritantes que já vimos, pois o tempo todo ouvimos um barulhinho persistente, que parece ser de gente soltando gases na água ou de peixe se afogando. Chato mesmo. A partir de 300 dólares é possível adquirir um tanque pro vaso e realizar o sonho de cagar com peixes atrás de você. Ao acionar a descarga, a água do reservatório desce. Mas não é tão divertido quanto os sádicos estão pensando: os peixes não descem junto com o que você acabou de desovar na privada, nem ficam sem água por nenhum momento. Há uma repartição no tanque, com água separada para os bichinhos. Quer dizer, a agonia do peixe, que passa a vida toda vendo gente defecando e ainda sofre com o barulho das descargas, não termina quando você aperta o botão.
Mesmo não sendo muito legal para os peixes, é uma idéia irresistível usar um desses aí para nossas futuras capas. Só resta saber quem ficaria bem na foto sentado nessa privada. Sugestões podem ser feitas aí embaixo, nos comentários.
É comum nos mandarem notícias e fotos relacionadas a temas intestinais. Chegou há pouco de fora (lindo cacófato) uma mensagem de um leitor (não deixou claro se era pra identificá-lo) com o link para um belo artefato.
Trata-se de um vaso coberto por cristais, criado pela empresa Jemal Wright. Só é produzido sob encomenda e o preço da peça não é divulgado, de acordo com a reportagem publicada no site Casa.com.br.
Valeu a sugestão do leitor, mas provavelmente não teremos orçamento para adquirir um. O vaso poderia ser útil para tentar convencer algumas figurinhas mais frescas que não topam posar pra gente sentadas na privada. Ou então para reservamos para uma futura capa com o cantor Wando (que está nos nossos planos). Afinal, era ele que cantava Coisa cristalina. Aliás, vamos matar saudades:
Alguém mais acha que o sujeito não daria uma bela capa da M…? Até que era uma boa a gente já pensar na capa do número 4, com ajuda dos leitores. A do número 3 já está pronta, mas a gente quer fazer mais suspense antes de divulgar.
Participe da Parceria Público-Privada. Mande sua M para ajudar a fazer a nossa. As idéias boas serão coletadas, servindo de pauta tanto para a revista quanto para o site, recebendo, é claro, os devidos créditos. Nas que não passarem no exame, daremos a devida descarga. Envie sua sugestão através do e-mail redacao@mcorporation.com.br.
Como ninguém mandou merda nenhuma até agora, pegamos uma idéia do leitor Ismael Alberto, de São José (Santa Catarina), da comunidade da revista M… no orkut, para inaugurar a seção.
“Uma edição mais voltada ao bizarro, teria muita validade. Que tal aproveitar o ‘retorno’ do Zé do Caixão em uma capa com o Mojica? Um outro que daria uma boa capa seria Rogério Skylab. Diversas pessoas não gostam dele, mas elas que vão à merda!” Ismael Alberto - Santa Catarina
Ismael, sua sugestão foi para exame. Para completar a Edição Bizarra pensamos num ensaio sensual com a Amy Winehouse.