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	<title>M... &#187; Críticos de M</title>
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		<title>Crítica de M&#8230;: &#8220;Sempre ao seu lado&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 04:08:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Mundo cãozinho
Por Eduardo Frota *
Cachorros sempre foram usados em diversas atividades humanas ao longo da história. De tração para pequenos veículos a farejadores de bandidos, passando por meros animais de companhia. A moda agora é outra: servem para dar lição de vida no cinema. Já está virando rotina.  É o caso de Sempre ao seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_cocolaboracoes.png"><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_cocolaboracoes.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-66" title="banner_cocolaboracoes" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_cocolaboracoes.png" alt="" width="500" height="55" /></a></a></p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2010/01/sempreaoseulado.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1702" title="sempreaoseulado" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2010/01/sempreaoseulado-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><strong>Mundo cãozinho</strong></p>
<p><em>Por Eduardo Frota *</em></p>
<p>Cachorros sempre foram usados em diversas atividades humanas ao longo da história. De tração para pequenos veículos a farejadores de bandidos, passando por meros animais de companhia. A moda agora é outra: servem para dar lição de vida no cinema. Já está virando rotina.  É o caso de Sempre ao seu lado, produção que traz Richard Gere em mais um papel pífio.</p>
<p>No ano anterior, o chororô ficou por conta de <em>Marley e eu</em> &#8211; que levou até mesmo jornalistas às lágrimas durante a cabine de imprensa. Apesar do argumento semelhante (humanos aprendem a ser mais humanos através do comportamento dos cães), <em>Sempre ao seu lado</em> tem diferenças fundamentais no que diz respeito ao conteúdo, mesmo que também proponha, no fim das contas, colocar as glândulas lacrimais dos espectadores para trabalhar.<span id="more-1701"></span></p>
<p>Em primeiro lugar, a origem do roteiro. Enquanto o filme do labrador era uma adaptação de um best seller estadunidense, <em>Sempre ao seu lado</em> trata de um famoso episódio que aconteceu nos idos de 1910, no Japão. Um cão da raça akita, que tinha por costume aguardar o dono na estação de trem após o expediente, sempre no mesmo lugar, continuou fazendo o mesmo, dia após dia, mesmo depois de um enfarte fulminante ter levado seu fiel amigo para o além. A história acabou virando uma lenda, que demostra uma certa capacidade de lealdade que falta nas relações humanas. Hachiko, o tal cão, ficou tão famoso, que ganhou até uma estátua de bronze no mesmo local onde se prostrava todos os dias.</p>
<p>Outra diferença fundamental está no comportamento da raça. O cão deste aqui é igualmente fofinho, mas muito menos brincalhão. O próprio roteiro deixa claro que ele não gosta de brincadeiras bobocas e nem de agradar ao dono com demonstrações circenses. Ou seja, é quase uma antítese do que é conveniente, em termos caninos, a uma família estadunidense, que seria um cão babão, boboca, destruidor de móveis, que faz xixi no tapete da sala e baba a casa inteira. Portanto, Hachiko não faz brincadeiras engraçadas, nem provoca riso.</p>
<p>O tom de estranheza impera durante a projeção de <em>Sempre ao seu lado</em>. Hachiko não é o tipo de cão que arranca lágrimas e gargalhadas ao mesmo tempo, como aguarda ansiosamente a plateia-alvo do gênero. Acontece que todo o miolo do filme, como atores, fotografia, montagem, trilha sonora e cenografia, funcionam de acordo com as intenções da indústria cinematográfica estadunidense. Obviamente, não tinha como dar certo. É uma história que pede o tempo do cinema oriental, mas com ingredientes típicos dos blockbusters ocidentais de Natal.</p>
<p>A dica: há  uma produção japonesa sobre o mesmo caso. Talvez seja melhor.</p>
<p><strong>Coco-tação</strong>: 3 bostinhas (máximo de 5 bostinhas, para os piores)</p>
<p><em>* Eduardo Frota, autor do <a href="http://www.mcorporation.com.br/category/criticos-de-m/www.cinefiloeu.com" target="_blank">Cinéfilo, Eu?</a>, é nosso crítico de filmes merdas.</em></p>
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		<title>Crítica de M&#8230;:&#8221;Jogando com prazer&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 21:28:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crítica de filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[

Merece um unfollow
Por Eduardo Frota *
Ashton Kutcher tem fama, carisma e milhares de seguidores no Twitter. Talvez isso seja o suficiente para fazer com que Jogando com prazer faça algum dinheiro nas bilheterias. Porém, o filme deixa claro que o astro precisa escolher melhor os seus personagens se não quiser uma avalanche de unfollows.
O maior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-67" title="banner_cocolaboracoes1" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_cocolaboracoes1.png" alt="banner_cocolaboracoes1" /><br />
<br />
<img class="alignleft size-full wp-image-1445" title="suvacao" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/09/suvacao.jpg" alt="suvacao" width="260" height="200" /><strong>Merece um unfollow</strong></p>
<p><em>Por Eduardo Frota *</em></p>
<p>Ashton Kutcher tem fama, carisma e milhares de seguidores no Twitter. Talvez isso seja o suficiente para fazer com que <em>Jogando com prazer</em> faça algum dinheiro nas bilheterias. Porém, o filme deixa claro que o astro precisa escolher melhor os seus personagens se não quiser uma avalanche de unfollows.</p>
<p>O maior problema nem está no fraco rendimento de Kutcher. O roteiro é o grande vilão: fraco, monótono e mal desenvolvido. Conta a história de Nikki, um jovem sedutor que usa o seu charme como meio de sustento, caçando solteironas ricaças dispostas a lhe dar guarida. Até o dia em que conhece uma misteriosa garçonete e passa a questionar o seu estilo de vida.</p>
<p>A primeira metade do filme se concentra em constantes e picantes cenas de sexo, ainda que durem apenas três segundos. Peitos e bundas são mostrados em posições que simulam o coito, mas sem assumir um tom erótico de fato. A segunda parte quebra completamente a concepção de drama erótico e assume uma história de desilusão amorosa das mais previsíveis. Toda a adrenalina e a tensão sexual propostas no início do filme dão lugar a uma série de desencontros, transformando o filme em um enfadonho conto vespertino – com direito a lição de vida.</p>
<p>O que vale a pena mesmo é  a bizarra e insólita cena dos créditos finais. Por isso, quem tiver paciência para aguentar os mais de 90 minutos de projeção vai conferir uma cena bem diferente, impregnada com a ousadia que ficou de fora do filme.</p>
<p><strong>Coco-tação</strong>: 3 bostinhas (máximo de 5 bostinhas, para os piores)</p>
<p><em>* Eduardo Frota, autor do </em><a href="www.cinefiloeu.com" target="_blank"><em>Cinéfilo, Eu?</em></a><em>, é nosso crítico de filmes merdas.<br />
</em></p>
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		<title>Falando grego &#8211; Crítica</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 05:22:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
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Presente de grego
Por Eduardo Frota *
Quando um novo filme de Nia Vardalos entra em cartaz, é certeza de uma comédia romântica cheia de lições tortas sobre o amor em meio aos contrastes contemporâneos das tradições gregas. Em Falando grego, literalmente, a atriz foi longe demais. Pegou um avião para a Grécia e obteve autorização do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-66" title="banner_cocolaboracoes" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_cocolaboracoes.png" alt="banner_cocolaboracoes" /></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1405" title="grego" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/09/grego.jpg" alt="grego" width="244" height="207" /></p>
<p><strong>Presente de grego</strong></p>
<p><em>Por Eduardo Frota *</em></p>
<p>Quando um novo filme de Nia Vardalos entra em cartaz, é certeza de uma comédia romântica cheia de lições tortas sobre o amor em meio aos contrastes contemporâneos das tradições gregas. Em <em>Falando grego</em>, literalmente, a atriz foi longe demais. Pegou um avião para a Grécia e obteve autorização do governo para filmar nas ruínas dos sítios arqueológicos. Por isso mesmo, o título da película em inglês é <em>My life in ruins</em> (&#8220;Minha vida em ruínas&#8221;, em bom português). E, mais uma vez, Nia Vardalos arruinou um filme.</p>
<p>A moça interpreta Georgia, uma professora de história que resolve tentar a vida na Grécia. Após um corte no orçamento da universidade em que dá aula, ela acaba ficando desempregada e vai trabalhar como guia em uma agência de turismo. Perde, então, o “kefi”: palavra grega equivalente à paixão, tesão etc. Desanimada, sofre com constantes reclamações sobre o desempenho, uma vez que seus passeios são comparados a uma aula de história sobre os antigos gregos – matéria na qual é especialista. Um dia, recebe um grupo de turistas estereotipados: os estadunidenses bobocas atrás de compras; as espanholas divorciadas atrás de sexo; os australianos bêbados atrás de álcool; e até uma velha cleptomaníaca. Para piorar, Nico, seu colega de trabalho, faz de tudo para que ela seja demitida.</p>
<p>O título em português, <em>Falando grego</em>, até que cai bem, uma vez que não dá para entender aonde se quer chegar com o argumento. Em um primeiro momento, Georgia precisa suportar as constantes piadas e deboches com suas programações históricas, em um sinal de desrespeito aos seus antepassados. Entretanto, passa a ter lições de vida com os conflitos e entra em perfeita sintonia com o grupo, ainda que precise abrir mão de seus ideais para se curvar diante de uma prática de turismo predatório, a qual critica asperamente durante o filme todo. A tal conscientização proposta no roteiro, portanto, perde legitimidade.</p>
<p>E cadê  o romance? A vida amorosa de Georgia é apenas uma subtrama mal ajambrada. Seu pequeno flerte é mal desenvolvido e praticamente descosturado da trama, se encaixando no roteiro apenas para que haja um beijo lá no terço final da projeção, ainda que bem sem graça. O texto é realmente muito fraco. Os únicos momentos de humor, de gosto duvidoso, são os protagonizados pelo experiente Richard Dreyfuss, que praticamente apresenta um <em>pout-pourri</em> de piadas de salão. A outra subtrama, que mostra como Nico tenta sabotar Georgia, e como ela contra-ataca, também é bastante enfadonha. Tão chata, que não dá nem vontade de torcer para o vilão – muito menos pela mocinha!</p>
<p>Definitivamente, falta “kefi” aos filmes de Nia Vardalos.</p>
<p><strong>Cocô-tação: 3 bostinhas (máximo de 5, para os piores)</strong></p>
<p><em>* Eduardo Frota, do blog <a href="http://www.cinefiloeu.com/">Cinéfilo, Eu?</a>, é nosso crítico de M para filmes</em></p>
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		<title>Lá vem a noiva</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 13:18:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
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Marido por acaso
Por Eduardo Frota *
Uma Thurman deu vida a uma bela e interessante noiva em Kill Bill. Empunhando uma espada afiada, foi atrás de vingança e machucou muita gente. Em seu mais novo filme, Marido por acaso, a atriz encarna a Dra. Emma Lloyd, uma especialista em relacionamentos amorosos prestes a se vestir de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-66" title="banner_cocolaboracoes" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_cocolaboracoes.png" alt="banner_cocolaboracoes" /></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1302" title="killboth" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/08/killboth.jpg" alt="killboth" /><strong>Marido por acaso</strong></p>
<p><em>Por Eduardo Frota *</em></p>
<p>Uma Thurman deu vida a uma bela e interessante noiva em <em>Kill Bill</em>. Empunhando uma espada afiada, foi atrás de vingança e machucou muita gente. Em seu mais novo filme, <em>Marido por acaso</em>, a atriz encarna a Dra. Emma Lloyd, uma especialista em relacionamentos amorosos prestes a se vestir de branco e contrair matrimônio. Âncora de um famoso programa de rádio, que funciona como consultório sentimental, ela acaba incentivando uma jovem ouvinte a desistir do casamento. Quem parte em busca de vingança, então, é o noivo abandonado – um bombeiro que vai atrapalhar o casório aparentemente perfeito de Emma. Aparentemente&#8230;<span id="more-1301"></span></p>
<p>O argumento é realmente interessante: fazer com que uma conselheira sentimental coloque em prova suas próprias teorias. Porém, o problema está  justamente no par romântico. Bombeiros, ainda mais em Nova York, são uma espécie de simulacro de bravura e altruísmo. Portanto, vingança não combina com a farda que vestem. Durante os primeiros minutos de projeção, há algumas cenas divertidas. É quando o plano do bombeiro começa a surtir efeito. Acontece que, como sabemos, ele não pode ir longe demais na maldade – não pegaria bem. Seu lado bondoso, então, começa a aflorar. É quando a idéia começa a se esgotar.</p>
<p>Seguindo todas as etapas de um roteiro de comédia romântica, apenas aguardamos pelos acontecimentos. Há buracos e subtramas mal desenvolvidas. Existe também um núcleo indiano no filme, com direito a rituais e festas no melhor estilo <em>Caminho das Índias</em>. No entanto, o mais estranho é que, para uma produção do gênero, há poucos beijos e apenas uma cena envolvendo sexo, mal filmada, vista do lado de fora de uma janela embaçada.</p>
<p>Jeffrey Dean Morgan, o bombeiro, é uma mistura de Javier Bardem com Robert Downey Jr – sem o talento do primeiro e sem o carisma do segundo. Sua caracterização não combina com a beleza exótica de Uma Thurman. Mal aproveitada, a atriz vem fazendo cada vez menos papéis de impacto. Em <em>Marido por acaso</em>, ela está novamente muito aquém de sua capacidade. Quem rouba a cena são os coadjuvantes, como Ajay Naidu, na pele de um amigo indiano, e Isabella Rossellini, que empresta seu charme a uma senhora de idade bastante recatada.</p>
<p>Há quem vá gostar de <em>Marido por acaso</em>. No fim das contas, é um filme que vale por um livro de auto-ajuda.</p>
<p><strong>Coco-tação: 1 merdinha (máximo de 5, para os piores filmes)</strong></p>
<p><em>* Eduardo Frota, do blog <a href="http://www.cinefiloeu.com/" target="_blank">Cinéfilo, Eu?</a>, é nosso crítico de M para filmes</em></p>
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		<title>Reforma de M&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 03:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Parceria Publico Privada]]></category>
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		<description><![CDATA[
 Bar Heineken, Araraquara/SP
Por Márcio Eiras *
Fui recentemente à inauguração do bar Heineken, em Araraquara. O local era uma padaria falida e foi preparado para ser o novo “point” da cidade. Durante as semanas que antecederam a inauguração, cheguei a acreditar que seria realizado algum trabalho mágico naquele local pelas equipes de merchandising dos fornecedores. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-50" title="banner_parceria" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_parceria.png" alt="banner_parceria" /></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1241" title="mov06425-2" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/07/mov06425-2.jpg" alt="mov06425-2" /> <strong>Bar Heineken, Araraquara/SP</strong></p>
<p><em>Por Márcio Eiras *</em></p>
<p>Fui recentemente à inauguração do bar Heineken, em Araraquara. O local era uma padaria falida e foi preparado para ser o novo “point” da cidade. Durante as semanas que antecederam a inauguração, cheguei a acreditar que seria realizado algum trabalho mágico naquele local pelas equipes de merchandising dos fornecedores. Cheguei a presenciar três pessoas trabalhando junto para colocar na parede um display em acrílico, de cigarros (da Souza Cruz). Começaram a reforma pela seqüência inversa que normalmente um grande lançamento exige e isso me causou dúvida sobre a seriedade dos trabalhos. <span id="more-1240"></span><br />
Normalmente, um estabelecimento é reformado por dentro, guardando-se segredo de qual será o futuro do local. Somente depois é que se faz a reforma da fachada. Neste caso, começaram pintando as paredes externas, colocando as placas verdes e luminosos da marca. Depois foram para as adaptações nas paredes internas do salão principal e&#8230; descobri depois que pararam por aí.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1244" title="mov06430-5" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/07/mov06430-5.jpg" alt="mov06430-5" />Como mostram as fotos, o bar tem um banheiro <strong>ímpar</strong>! Uma porta sanfonada que não se fecha direito, uma torneira que não foi devidamente fixada na louça, um buraco no chão&#8230; um vaso sanitário sem tampa e uma válvula de descarga que fica presa, sem tampa e vazando. Além disso, canos de água cruzam o espaço do banheiro e foram pintados da mesma cor das paredes para “disfarçar”. Pelo menos, descobri que a cuba da pia era nova. O restante, tudo velho!</p>
<p><em>* Márcio Eiras escreve no blog www.marcioeiras.blogspot.com</em></p>
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		<title>Cocô em caixinha</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 17:24:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há uns três meses, falamos aqui sobre o Shit Box e prometemos pedir uma das privadas portáteis para testar. Pois a M&#8230; Corporation pediu e a The Brown Corporation topou.
Recebemos o produto e convocamos o comediante Nigel Goodman, conhecido por fazer o Repórter Bêbado (ele enche a cara e comenta notícias em um podcast) e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há uns três meses, <a href="http://www.mcorporation.com.br/vem-pra-caixa-voce-tambem/" target="_blank">falamos aqui sobre o Shit Box</a> e prometemos pedir uma das <strong>privadas portáteis</strong> para testar. Pois a M&#8230; Corporation pediu e a <a href="http://www.thebrowncorporation.com/" target="_blank">The Brown Corporation</a> topou.</p>
<p>Recebemos o produto e convocamos o comediante <a href="http://www.nigelgoodman.com/" target="_blank">Nigel Goodman</a>, conhecido por fazer o <strong>Repórter Bêbado</strong> (ele enche a cara e comenta notícias em um podcast) e participar de dois grupos de stand-up comedy (Ponto Cômicos e Louco é Pouco). Levamos o sujeito para uma floresta e o gravamos usando a caixa.</p>
<p>Além da sólida crítica de Nigel Goodman, temos Ronald Rios (da <a href="http://www.badalhoca.net/" target="_blank">Badalhoca</a>) colhendo a opinião de populares sobre a utilidade da Shit Box. Confira:</p>
<p><object width="513" height="312" data="http://www.youtube.com/v/lMb5iP04DZM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/lMb5iP04DZM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Warning channel</title>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2009 03:51:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Críticos de M]]></category>
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		<category><![CDATA[Warner Channel]]></category>

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		<description><![CDATA[
TRÊS REIS NA WARNER
Por Roberto Cunha*
Era dia de assistir a Três reis no canal Warner. Como a Sky resolveu cortar os canais Telecine que eu tinha sem avisar - e eu também não vou ligar para perguntar o porquê -, restaram alguns outros que passam filmes de vez em quando. De vez em quando. Porque o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_cocolaboracoes.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-66" title="banner_cocolaboracoes" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/07/banner_cocolaboracoes.png" alt="" /></a></p>
<p><strong>TRÊS REIS NA WARNER</strong></p>
<p><em>Por Roberto Cunha*</em></p>
<p>Era dia de assistir a <em>Três reis</em> no canal Warner. Como a Sky resolveu cortar os canais Telecine que eu tinha sem avisar - e eu também não vou ligar para perguntar o porquê -, restaram alguns outros que passam filmes de vez em quando. De vez em quando. Porque o que mais se vê nos canais por assinatura ultimamente são anúncios. E chatos. Os breaks comerciais são deploráveis. O pessoal que programa os intervalos (os mídias) parecem desprovidos de criatividade. Ou então deve ser uma máquina fazendo o trabalho, tamanha é a insensatez.<br />
 <br />
<a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/05/tresreis.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-922" title="tresreis" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/05/tresreis.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Existem chamadas da programação que se repetem há meses. A Warner é campeã. Você já reparou ? Tem peça que fica no ar meses seguidos. Com relação aos comerciais, a Warner parece se preocupar somente com sua saúde financeira e deve ter feito um negociação que foi uma tremenda bocada. Só isso explicaria a quantidade de comerciais de pasta de dente, escova de dente e enxaguatório bucal. É um tal de dentista recomendando para lá, outro recomendado para cá. E, de novo, se repetem há meses no ar.</p>
<p>E eu, inocente, não sabia que para assistir a <em>Três reis</em> teria que aturar 300 comerciais.<span id="more-921"></span> Era só o filme pegar um embalo e entrava um break comercial. Já não era mais corte. Era picote. O filme foi picotado para comportar tubos de pasta de dente, escovas, anúncios de perfumes gringos e por aí vai. </p>
<p>O mais incrível foi ver um chamada comemorando o dia das Mães. O texto dizia que eles selecionaram três filmes sensacionais &#8220;para celebrar o amor incondicional que só as mães sabem dar&#8221;. Enquanto o locutor falava isso, a atriz Jane Fonda batia com a cabeça de Jennifer Lopez numa mesa. Título do filme: <em>A sogra</em>. Só pode ser sacanagem. E o texto terminava dizendo que a programação era, realmente, sensacional para as mães. Uma obra prima de criatividade. E nada de <em>Três reis</em> começar.</p>
<p>Aí veio outra pérola. Para divulgar o seriado <em>Knight rider</em>, baseado na série de grande sucesso <em>Super Máquina</em> (K.I.T.T., personagem automotivo dos anos 80), o redator escreveu que era &#8220;um ícone do século 21&#8243;. Como assim? Será que não tem ninguém supervisionando esse trabalho não?</p>
<p>Achou pouco? Na seqüência, outra chamada, dessa vez do seriado The Eleventh Hour, fazia alusão àquela máxima de que um raio não cai duas vezes em um mesmo lugar. Só que o redator escreveu e o locutor foi no climão de suspense, dizendo que “naquela cidade, o raio cai <strong>mais</strong> <strong>de duas vezes</strong> no mesmo lugar”. Quer dizer que duas vezes é normal? Três é que é incrível? Faz sentido. Incrível também é assistir <em>Três reis</em> na Warner.</p>
<p><em>* Roberto Cunha escreve no site </em><a href="http://www.adorocinema.com/default.asp" target="_blank"><em>Adoro Cinema</em></a> </p>
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		<title>Ruim para fãs</title>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2009 13:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticos de M]]></category>
		<category><![CDATA[#cocolaboracoes]]></category>
		<category><![CDATA[crítica de filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Ulisses Mattos]]></category>
		<category><![CDATA[Wolverine]]></category>

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		<description><![CDATA[
O filme X-Men Origens: Wolverine estreou na semana passada e arrebentou nas bilheterias de todo o mundo. Mas milhares de brasileiros deixaram para ver a produção nos próximos dias e muitos irão já neste fim de semana, ainda mais depois que o próprio Hugh Jackman, no papel-título do longa, veio ao Brasil promover a atração.

Por isso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-102" title="banner_criticos" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png" alt="" /></a></p>
<p>O filme X-Men Origens: Wolverine estreou na semana passada e arrebentou nas bilheterias de todo o mundo. Mas milhares de brasileiros deixaram para ver a produção nos próximos dias e muitos irão já neste fim de semana, ainda mais depois que o próprio Hugh Jackman, no papel-título do longa, veio ao Brasil promover a atração.</p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/05/wolvie.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-894" title="wolvie" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/05/wolvie.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Por isso vale a pena falar um pouco do filme com a crítica do jornalista Ulisses Mattos, um dos editores desta <em>M&#8230;</em> aqui. Tem gente adorando a produção, mas Ulisses fez seu texto com olhos de quem é fã dos personagem dos quadrinhos e leu todas as histórias mais importantes de Wolverine nos gibis. Daí a explicação para o longa estar aqui na seção que trata apenas de filmes de merda. Confiram:</p>
<p><span id="more-893"></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong>Um filme para esquecer</strong></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Quem não acompanha histórias em quadrinhos e já viu <em>X-Men Origens: Wolverine</em> pode achar um absurdo que o filme possa ser chamado de uma merda. Digo isso porque assim que terminei de assistir ao longa, em um cinema comum, em vez de uma cabine de Imprensa, vi uma menina discutindo com o amigo sobre o que haviam acabado de ver. O rapaz não parecia muito satisfeito, mas a mocinha dizia “O filme é maravilhoso e leva direitinho para a história do primeiro dos X-Men”. O garoto disse algo que não pude ouvir, pois ele falava num tom mais baixo que a menina entusiasmada, que logo completou em mais um comentário estridente: “Ah! Mas só os fãs acham isso! Só os fãs que não estão gostando!”. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">É mais ou menos isso, menina. Muita gente que só conhece os X-Men no cinema vai gostar  de mais essa produção, pois há bons efeitos especiais, a atuação convincente de Hugh Jackman e, claro, mais cenas de Wolverine botando para quebrar. Mas dois grandes grupos de espectadores vão achar o filme uma merda. Um deles nem precisa ser fã do Wolverine dos quadrinhos. Basta já ter visto uma penca de filmes e perceber que não há nada mais manjado do que a trama que jogaram para embrulhar a origem do herói. Não é questão nem de reclamar coisa do tipo “ah, mas nos quadrinhos não foi assim que aconteceu!”. O problema maior é que a historinha que criaram é repleta de reviravoltas artificiais, desgastadas, já vistas em outros filmes à exaustão. Essa coisa de mostrar o personagem sofrendo cada vez que descobre ter sido enganado pelas pessoas em quem confia é digno de novela mexicana. É um roteiro fraco, seja para o Wolverine dos quadrinhos ou do cinema. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Além disso, a história também é meio incoerente. Um dos inimigos de Wolverine, a certa altura, fica sabendo que há uma arma que pode acabar com ele. Mas no momento decisivo, ele usa o tal trabuco para outra coisa totalmente diferente, como se sempre soubesse que a tal arma não serviria para o propósito inicial. E a tal coisa diferente que ele faz com a arma [estou me esforçando para não estragar a “surpresa” para quem ainda não viu] é bem difícil de engolir. Ainda mais quando sabemos que nosso herói tem como poder principal a capacidade de regenerar qualquer parte do corpo. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">E por falar no “nosso herói”, vamos agora dizer por que o Wolverine do filme não é tão legal quanto o dos quadrinhos. Não vamos ficar reclamando que no original Logan não foi criado pelo meio-irmão, que seu grande amor teve uma história totalmente diferente ou que não foi assim que aconteceu depois que ele recebeu o adamantium (que virou até metal extraterrestre no filme). O maior problema é que o baixinho enfezado não age como no filme, ele não é tão sofredor, tão preocupado com os outros, tão bonzinho. Não tem musiquinha dramática ao fundo cada vez se estrepa emocionalmente. O Wolverine original não acusa o golpe, não se mostra abatido, não faz carinha de quem está triste. Ele é durão e tem um jeito displicente que é uma das coisas mais legais nele. A outra característica que foi ignorada no filme, mesmo quando citada, é a selvageria do personagem. Em momento nenhum ele mostrou como fica quando perde o controle. E olha que não faltou oportunidade para isso, mesmo no fraco roteiro. Em certo momento, Logan manda um recado para um dos inimigos, dizendo “se você queria um animal, agora você terá”. Mas fica só na ameaça. O Wolverine de verdade não diz que será um animal. Ele simplemente vira um, sem avisar a ninguém (nem a si mesmo). E coitado de quem estiver por perto.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Talvez contar apenas a história fiel de Wolverine não daria um bom filme. Para os fãs do cinemão (que tem a grana para fazer um filme com um orçamento como este), é preciso mesmo seguir  algumas regras. Simplesmente mostrar Wolverine descobrindo seu poder, adotando o nome de Logan, vivendo como animal entre lobos, morando com índios, se apaixonando por uma nativa, trabalhando para o exército canadense,  passando um tempo aprendendo a lutar no Japão, se apaixonando de novo por lá, batalhando na Segunda Guerra, indo trabalhar para uma equipe paramilitar, recebendo implantes de memórias falsas, tendo implantado o adamantiun contra sua vontade, virando um verdadeiro animal, sendo resgatado para a humanidade por outro super-herói canadense, tornando-se um agente mascarado com o codinome Wolverine e, finalmente, sendo recrutado para os X-Men não seguiria a fórmula de sucesso de Hollywood. Faltariam elementos como um grande vilão, um objetivo claro, as dificuldades para se chegar a ele e, por fim, a forma como vencer o obstáculo. Por isso não vou reclamar de a trama não ser fiel aos quadrinhos.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Mas alguns elementos mais fortes dessa trajetória podiam ser usados em uma trama que não precisasse misturar (e descaracterizar) personagens que não têm nada a ver com a vida pregressa de Logan (como uma Emma Frost sem telepatia, Deadpool com poderes estranhos, Blob magro) e sem desprezar questões fundamentais do personagem, como a luta contra seu instinto animalesco (que não é mostrado em profundidade) e a perda da memória (usada só no final). Parece ter havido uma preocupação maior em amarrar a trama com o primeiro filme dos X-Men do que mostrar quem é o amargurado, traumatizado, controvertido e experiente Wolverine, um dos anti-heróis mais cultuados dos quadrinhos. Uma grande frustração.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">cocô-tação: 1 bostinha (máximo de 5, para os piores)</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">(Ulisses Mattos)</span></p>
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		<title>Presente de grego</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 04:33:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticos de M]]></category>
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		<category><![CDATA[críticas de filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Frota]]></category>

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		<description><![CDATA[
Hoje chega ao circuito comercial uma nova comédia de Nia Vardalos, aquela moça do filme Casamento grego. Para se garantir nessa volta às telas, Nia escalou o mesmo ator com quem contracenou no tal filme.

Mas o truque não foi o bastante para convencer Eduardo Frota, do blog Cinéfilo, Eu?. Nosso crítico de M&#8230; solta os bichos contra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-102" title="banner_criticos" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png" alt="" /></a></p>
<p>Hoje chega ao circuito comercial uma nova comédia de Nia Vardalos, aquela moça do filme <em>Casamento grego</em>. Para se garantir nessa volta às telas, Nia escalou o mesmo ator com quem contracenou no tal filme.</p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/euodeio.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-869" title="euodeio" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/euodeio.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Mas o truque não foi o bastante para convencer Eduardo Frota, do blog <a href="http://www.cinefiloeu.com/" target="_blank">Cinéfilo, Eu?</a>. Nosso crítico de M&#8230; solta os bichos contra <em>Eu odeio o Dia dos Namorados</em>:</p>
<p><span id="more-868"></span></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Nem para gregos, nem pra troianos</span></strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Depois do <em>Dia dos Namorados macabro</em> em três dimensões, mais um filme de horror sobre a romântica data chega às telas brasileiras. Quer dizer, não que o gênero também seja sanguinolento. Muito pelo contrário: trata-se de uma comédia romântica. Acontece que <em>Eu odeio o Dia dos Namorados</em> é, na acepção da palavra, um horror! </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Quem assina roteiro e direção, além de atuar como protagonista, é Nia Vardalos, a descendente grega que encantou muita gente (não me inclua aí) com <em>O casamento grego</em>. Desta vez, ela repete a fórmula fácil, cheia de clichês, para contar a história de uma dona de floricultura que tem regras estritas sobre relacionamentos: um romance deve acabar depois do quinto encontro, pois assim evita-se a desilusão. Tudo vai muito bem e a moça sustenta um sorriso patético o filme inteiro, até o dia em que conhece o galã, interpretado por John Corbett, que também esteve no matrimônio à grega. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Os problemas de <em>Eu odeio o Dia dos Namorados</em> são muitos. A edição confusa e a montagem mal feita ficam nítidas logo nos créditos iniciais, e assim vão até os finais. A fotografia chega a ser comprometedora em certas seqüências. Além disso, muitas cenas parecem não ter qualquer espécie de coesão, prejudicadas também por um roteiro fraco, que não facilita em nada a fluidez da história. Porém, o pior mesmo é a previsibilidade do argumento, pois fica na cara do espectador, em míseros três minutos de projeção, qual será a lição amorosa aprendida pela protagonista e o porquê de sua regra estapafúrdia &#8211; cujos argumentos, inclusive, não convencem. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Decididamente, a direção de Vardalos é frouxa. Falta um pouco mais de pulso à moça para conduzir atores, filmagens e equipe técnica. Não é exagero dizer que <em>Eu odeio o Dia dos Namorados</em> é um filme mal acabado. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Talvez funcionasse melhor se a estréia fosse durante a temporada de Dia dos Namorados por aqui. Provavelmente, não custaria segurar um pouco e fazer o lançamento em junho, pois a película poderia agregar valor à famosa tríade típica da data: cinema-jantar-motel. Uma vez que o vértice mais importante é o último, o que se quer mesmo é um filme raso, rápido e rasteiro. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Pensando bem, seria melhor ir direto ao motel e pedir um jantar executivo na suíte mesmo. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Cocô-tação: 5 bostinhas (máximo de 5 bostinhas, para os piores)</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">(Eduardo Frota)</span></p>
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		<title>Assombrosamente ruim</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Apr 2009 02:48:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticos de M]]></category>
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		<category><![CDATA[Beto Roma]]></category>
		<category><![CDATA[crítica de filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[
O fotógrafo e artista plástico Beto Roma, grande fã de filmes de terror, aceitou fazer mais uma crítica de M para nós. Enviamos o sujeito para a sessão de imprensa de Evocando espíritos.

Como o filme consta nesta seção aqui da M&#8230; Online, não adianta fazer surpresa sobre a opinião de Beto. Vejam o porquê se sua desaprovação em um texto recheado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-102" title="banner_criticos" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png" alt="" /></a></p>
<p>O fotógrafo e artista plástico <a href="http://www.betoroma.com.br/" target="_blank">Beto Roma</a>, grande fã de filmes de terror, aceitou fazer mais uma crítica de M para nós. Enviamos o sujeito para a sessão de imprensa de <em>Evocando espíritos</em>.</p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/evocando.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-860" title="evocando" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/evocando.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Como o filme consta nesta seção aqui da <em>M&#8230; Online</em>, não adianta fazer surpresa sobre a opinião de Beto. Vejam o porquê se sua desaprovação em um texto recheado de referências a cineastas de terror que conquistaram os entusiastas no gênero:</p>
<p><span id="more-859"></span></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Evocando espíritos&#8230; ou melhor, invocando com espíritos</span></strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Filme típico de possessão, ambientado em uma casa bizarra, no meio de árvores grotescas, com grandes angulares anguladas. Conseguiu entender? Nem eu! Alguém se lembra de <em>Terror em Amityville</em>? <em>Poltergeist</em>?</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">A história: mãe preocupada com filho doente resolve, em 5 minutos, alugar e se mudar pra uma casa que já foi funerária e centro espírita ao mesmo tempo. Corretor filho da puta até tenta avisar que algo estranho acontece por ali, mas mesmo assim sucumbe ao capitalismo selvagem do outro mundo e ainda ajuda na mudança. Depois disso, são vultos, visões e um maldito quarto no porão, que o rapaz com câncer resolve chamar de seu.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Até aí, o queijo suíço que é o roteiro está leve, porque ninguém consegue abrir a porta do “quarto maldito”. O problema é quando o moleque, graças a um tratamento especial contra a doença, começa a ter visões dos espíritos que ali habitam e conhece, durante uma sessão de quimioterapia, um rabino que sabe tudo de fantasmas. Que sorte danada, hein?</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Não é de hoje que filmes de terror são releituras, adaptações e colagens de clichês. Porém, esconder tudo isso atrás do famoso “baseado em fatos reais” é lamentável. Me faz lembrar as antigas chamadas dos filmes que passavam no SBT, com aquele selo no canto da tela: &#8220;baseado em fatos reais&#8221; ou &#8220;inédito na TV&#8221;.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">O final é preguiçoso. Novamente, explicado em 5 minutos. O diretor optou por fazer um filme esteticamente bonito, com uma fotografia legal, mas esqueceu-se do roteiro. O desfecho é nada surpreendente e muito piegas. O mais engraçado, no entanto, é ver que ninguém morou na casa mal-assombrada entre os fatos que se desenrolaram no passado até a mudança da família Campbell. Furos, furos e mais furos. Decepção para quem viu o excelente documentário sobre filmes de terror <em>The american nightmare</em>, dirigido por Adam Simon, justamente o roteirista dessa bomba.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Igual a <em>Evocando espíritos</em> já vi mais de 5 mil! Cadê os pupilos de Wes Craven (<em>Pesadelo na Rua Elm</em> e <em>Pânico 1</em>), Sean Cunningham (<em>Sexta-feira 13</em>, original) e da nova geração de Rob Zombie? O terror, graças ao Capiroto, está de volta à moda hollywoodiana, mas está faltando criatividade.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Mesmo assim, nem tudo está perdido. O filme também tem suas coisas bacanas, como a coroa boazuda Virginia Madsen e o excelente Martin Donavan (que aparece pouco, mas é de longe o melhor em cena) vivendo o casal Campbell. Há também um canastra das antigas, digno de nota: Elias Koteas, que além de contracenar no sensacional <em>Anjos rebeldes</em> com ninguém menos que o rei Christopher Walken e a própria Virginia Madsen, estrelou <em>Tartarugas ninjas</em>.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Cocô-tação: 3 bostinhas (máximo de 5 bostinhas, para os piores)</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">(Beto Roma)</span></p>
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		<title>Leia antes de ir ao cinema</title>
		<link>http://www.mcorporation.com.br/leia-antes-de-ir-ao-cinema/</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 16:45:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
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		<category><![CDATA[críticas de filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Frota]]></category>

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		<description><![CDATA[
Este fim de semana está sendo lançado nos cinemas Território restrito, mais um filme digno de uma crítica de M. A missão de ir à sessão para a Imprensa, conferir o longa e depois lavar as mãos para escrever coube a Eduardo Frota, do blog Cinéfilo, Eu?.

A produção chama a atenção pela presença do astro Harrison Ford e, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-102" title="banner_criticos" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png" alt="" /></a></p>
<p>Este fim de semana está sendo lançado nos cinemas <em>Território restrito</em>, mais um filme digno de uma crítica de M. A missão de ir à sessão para a Imprensa, conferir o longa e depois lavar as mãos para escrever coube a Eduardo Frota, do blog <a href="http://www.cinefiloeu.com/" target="_blank">Cinéfilo, Eu?</a>.</p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/terrestrito.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-844" title="terrestrito" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/terrestrito.jpg" alt="" /></a></p>
<p>A produção chama a atenção pela presença do astro Harrison Ford e, para os brasileiros, por contar nossa compatriota Alice Braga, no papel de uma mexicana. Mas o bom elenco, recheado ainda por nomes como Ashley Judd e Ray Liotta, não garante que seja uma boa atração nas telas, de acordo com nosso crítico de M:</p>
<p><span id="more-843"></span></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Um &#8216;Crash&#8217; com resultado trash</span></strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><em>Território restrito</em> vai parecer reprise: um filme que fala sobre a dura batalha travada nas fronteiras (que mais parecem trincheiras) dos Estados Unidos. O que o mais recente trabalho de Harisson Ford nas telas brasileiras propõe é justapor as diversas etnias que insistem em buscar sustento em solo ianque. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Tem de tudo: judeus, coreanos, mexicanos (ainda que representados pela brasileira Alice Braga), australianos e árabes. E, claro, há também os próprios estadunidenses. E de dois tipos: os que aproveitam para tirar proveito da situação e os que se preocupam com as conseqüências da política de imigração. Harisson Ford, na pele de um policial que, justamente, prende imigrantes, funcionaria como o meio termo. Sua ambiguidade deveria ser a costureira de todas as histórias paralelas que se encontrariam num futuro breve – afinal, o título em inglês, <em>Crossing over</em>, sugere exatamente isso. Faltou linha. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Era para ser mais um filme comovente. Prova disso são as belas tomadas aéreas de Los Angeles, a edição correta e a trilha sonora sempre presente. Porém, o roteiro é fraco. Em primeiro lugar, os dramas individuais são desinteressantes e nunca explorados de forma realmente intensa. E quando tentam uma maior carga dramática, como no segmento da jovem muçulmana acusada de simpatizar com terroristas, é um desastroso festival de clichês. A maioria dos personagens resolve seus problemas de forma superficial, em desfechos completamente manjados e frios. Os atores, talvez mal dirigidos, também não ajudam. Falta vigor para um argumento que versa sobre a indiferença humana. Podia ter mais violência, mais ação, mais adrenalina, mais realismo e menos enrolação. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">O mais estranho, no entanto, é que todas essas histórias individuais mal se cruzam. Talvez, pela primeira vez, um título funcione melhor em sua versão traduzida do que na original. O território é realmente restrito e, ao que parece, vai continuar sendo assim mesmo. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Cocô-tação: 2 bostinhas (máximo de 5 bostinhas, para os piores)</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">(Eduardo Frota)</span></p>
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		<item>
		<title>Falta crédito</title>
		<link>http://www.mcorporation.com.br/falta-credito/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2009 17:45:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticos de M]]></category>
		<category><![CDATA[#cocolaboracoes]]></category>
		<category><![CDATA[crítica de filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Frota]]></category>

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		<description><![CDATA[
Estréia hoje no circuitão, o filme Os delírios de consumo de Becky Bloom, que fala sobre uma moça enterrada em dívidas.
 
A mensagem passada pelo filme deixou nosso crítico Eduardo Frota (do blog Cinéfilo Eu?) bem incomodado. Confiram:

Yes, we can
Pobres estadunidenses. Na telona, já foram maltratados por alienígenas, comunistas, meteoros, aquecimento global e uma penca de outras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-102" title="banner_criticos" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png" alt="" /></a></p>
<p>Estréia hoje no circuitão, o filme <em>Os delírios de consumo de Becky Bloom</em>, que fala sobre uma moça enterrada em dívidas.</p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/delirios.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-840" title="delirios" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/04/delirios.jpg" alt="" /></a> </p>
<p>A mensagem passada pelo filme deixou nosso crítico Eduardo Frota (do blog <a href="http://www.cinefiloeu.com/" target="_blank">Cinéfilo Eu?</a>) bem incomodado. Confiram:</p>
<p><span id="more-839"></span></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Yes, we can</span></strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Pobres estadunidenses. Na telona, já foram maltratados por alienígenas, comunistas, meteoros, aquecimento global e uma penca de outras mazelas contemporâneas. Obviamente, sempre venceram. Pois agora chegou a vez de duelar com a mais nova ameaça: a crise do crédito. E não vai ser tarefa fácil, pois quem distribui o filme é ninguém menos que a Disney, que vive justamente do poder de compra de consumidores ao redor do mundo. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">O argumento de <em>Delírios de consumo</em> <em>de Becky Bloom<span style="color: #000000;"> </span></em>chega a ser um absurdo, quase uma afronta à classe jornalística. Dá para imaginar uma companheira de redação, em um cargo mediano, morando de aluguel, sem pais ricos, gastando US$ 900 em uma única compra? Fato é que a moça, viciada em roupas, sonha trabalhar numa famosa revista de moda. Porém, quando se vê desempregada, consegue apenas uma vaga em outra publicação, do mesmo grupo, sobre finanças e economia. Precisa, então, esconder as dívidas que tem nos cartões de crédito. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Os primeiros minutos de projeção, nos quais a protagonista Rebecca Bloomwood (Isla Fisher, a namoradinha de Sacha Baron Cohen) se apresenta como compradora compulsiva, parecem ser de um  sarcasmo ferino e inteligente. Seriam, se lá para o meio do filme ela fizesse o óbvio e cancelasse pelos menos a metade da dúzia de cartões de créditos que possui. Ao invés disso, em meio a novas aquisições para o guarda-roupa, precisa rebolar para fazer com que seu novo editor-chefe, um inglês boa pinta, não descubra seus furos com os credores. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Pobre Rebecca, assolada pela crise do crédito &#8211; que atinge também seus pais, seus amigos e o seu país. A moça vai fazendo as escolhas erradas e se metendo em confusões, de onde deveriam surgir as piadas. Porém, o que se vê são tentativas de fazer com que o público não perca as esperanças em Obama e seu plano de recuperação econômica. No lugar de alertar para a futilidade do consumo exacerbado, a mensagem que fica mais sublinhada é a que o povo estadunidense precisa ter calma, pois logo, logo terá novamente o poder de compra restaurado. Será mesmo? </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">A pobrezinha até aprende a lição e resiste a algumas tentações. Porém, a seqüência final é desastrosamente constrangedora. Confirma, inadvertidamente, que toda uma sociedade sofre da mesma patologia consumista e está cada vez mais longe da cura. O que, convenhamos, não é de todo o mal para a Disney, muito menos para as grandes corporações dos Estados Unidos. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Se os próprios estadunidenses estão rindo, deve ser mesmo para achar graça. Talvez seja como versava Cartola: rir para não chorar.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Coco-tação: 4 bostinhas (máximo de 5 bostinhas, para os piores)</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">(Eduardo Frota)</span></p>
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		<title>M&#8230; nos cinemas</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 15:21:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticos de M]]></category>
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		<category><![CDATA[André Gordirro]]></category>
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Como prometemos, publicamos hoje duas críticas de filmes merdas que não conseguimos soltar no dia de suas respectivas estréias. No post abaixo deste, Roberto Cunha fala de Jogo entre ladrões, que estreou na semana passada e conseguiu se manter no circuito, apesar da recepção fraca do público (está em oitavo lugar entre os filmes mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png"></a><img class="aligncenter size-full wp-image-102" title="banner_criticos" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png" alt="" /></p>
<p>Como prometemos, publicamos hoje duas críticas de filmes merdas que não conseguimos soltar no dia de suas respectivas estréias. No post abaixo deste, Roberto Cunha fala de <em>Jogo entre ladrões</em>, que estreou na semana passada e conseguiu se manter no circuito, apesar da recepção fraca do público (está em oitavo lugar entre os filmes mais vistos neste fim de semana).</p>
<p>E aqui você confere a resenha para <em>The Spirit: O filme</em>, a adaptação do mais famoso personagem do mestre dos quadrinhos Will Eisner.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://img208.imageshack.us/img208/3806/spirit.jpg" alt="" /></p>
<p>A crítica é do jornalista André Gordirro, crítico e colaborador de revistas como a <em>SET</em>. Profundo conhecedor de HQ, Gordirro não se conteve diante do filme dirigido por (justo ele!) Frank Miller, uma lenda no gênero. De acordo com nosso resenhista, o longa causa &#8220;vergonha alheia avalassaladora&#8221;:</p>
<p><span id="more-786"></span><strong><span style="color: #0000ff;">SPIRIT DE PORCO</span></strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Com <em>The Spirit</em>, Frank Miller acaba de garantir seu lugar na próxima capa da <em>M&#8230;</em> Claro que os recentes gibis que tem assinado – como <em>All-Star Batman &amp; The Boy Wonder</em> – já seriam o suficiente para alcançar tamanho pináculo na carreira, mas, convenhamos, o apelo de uma produção hollywoodiana distribuída no mundo inteiro é bem maior que um quadrinho medíocre. Assim, parabéns, Sr. Miller – seu filme faz jus a este site e revista. É uma tremenda M.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Na verdade, <em>The Spirit</em> comete o maior pecado de um filme ruim: não é aquele que, de tão péssimo, fica bom e divertido; é daqueles ruins que não há salvação.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Frank Miller não parou de dizer que Will Eisner – criador do personagem – era seu ídolo e amigo e que realizou a adaptação para homenageá-lo. Muy amigo. O filme provoca um constrangimento tão grande, uma vergonha alheia tão avassaladora, que nem a noção de que cada ator ali ganha o que não juntaríamos em 200 anos de trabalho árduo impede de sentirmos pena das figuras em cena.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Os diálogos são constrangedores, a direção de atores é pífia, a marcação lembra teatro infantil. É como se Jorge Fernando tivesse aspirado toda a produção da Colômbia e saísse correndo com uma câmera na mão. <em>The Spirit</em> segue a estética artificial de <em>Sin City</em>, <em>300</em>, <em>Capitão Sky e o Mundo do Amanhã</em>, mas aqui a coisa sai do contexto completamente, parecendo algo roubado de melhores filmes que este.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Escapa alguma coisa desse estrume jogado na tela? Curiosamente, sim: o protagonista Gabriel Macht, que tem cara de herói de quadrinhos e merece uma obra melhor que essa em seu futuro, e, claro, Eva Mendes, cuja tomada da bunda quase vale o ingresso. Quase. Espere a cena surgir no YouTube.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Cocô-tação: 5 bostinhas (máximo de 5 bostinhas, para os piores)</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">(André Gordirro)</span></p>
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		<title>M&#8230; nos cinemas 2</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 15:20:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticos de M]]></category>
		<category><![CDATA[#cocolaboracoes]]></category>
		<category><![CDATA[crítica de filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Cunha]]></category>

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		<description><![CDATA[O crítico Roberto Cunha, do site Adoro Cinema, foi conferir Jogo entre ladrões e voltou com o testemunho de um filme policial bem merdinha, daqueles que só tem o elenco como trunfo.

De acordo com Roberto, Morgan Freeman e Antonio Banderas não conseguem evitar que a obra de Mimi Leder cheire mal:

UMA TREMENDA ROUBADA
Uma das fórmulas nada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O crítico Roberto Cunha, do site <a href="http://www.adorocinema.com.br" target="_blank">Adoro Cinema</a>, foi conferir<em> Jogo entre ladrões</em> e voltou com o testemunho de um filme policial bem merdinha, daqueles que só tem o elenco como trunfo.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://img16.imageshack.us/img16/9361/jogoladroes.jpg" alt="" /></p>
<p>De acordo com Roberto, Morgan Freeman e Antonio Banderas não conseguem evitar que a obra de Mimi Leder cheire mal:</p>
<p><span id="more-785"></span></p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png"></a><strong><span style="color: #0000ff;">UMA TREMENDA ROUBADA</span></strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Uma das fórmulas nada mágicas para se produzir um filme e tentar faturar algum “dindin” fácil é escalar dois nomes conhecidos para aplicar na produção. Pode não ter a rentabilidade de um overnight dos anos 80, mas costuma dar retorno para o investidor, no caso, o estúdio. Mas em <em>Jogo entre ladrões,</em> a movimentação micou. Será efeito da tal crise? Na verdade, o motivo é simples: O primeiro roteiro para cinema de Ted Humphrey (humpf) é digno de prisão domiciliar, para ele praticar mais, assistindo séries policiais e ver como se amarra bem uma história.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><em>Jogo entre ladrões</em> traz dois bandidos que se juntam para roubar jóias valiosas de um lugar considerado inexpugnável. Com uma palavra tão forte assim e os famosos Morgan Freeman e Antonio Banderas, a diretora Mimi Leder não conseguiu nenhum “impacto profundo”. Pudera. O filme tem um fiapo de suspense criminal. E o maior pecado é não se ater àquela parte bacana que são os planos mirabolantes para driblar os sistemas de segurança. Tudo acontece muito rápido. Como nos bastidores de uma lanchonete fast food.  Não o Bob´s. Aí já viu. Não gera envolvimento.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Falando nisso, enfiaram (no bom sentido) uma mulher na trama para o ainda galã latino poder ensaiar umas ceninhas sensuais ao som de uma viola espanhola. Até rimou, mas a sensualidade passou longe. Primeiro porque Radha Mitchell tem seu charme, mas falta a tal “sustância”. Segundo, porque, cá entre nós e “machistamente” escrevendo, quem se importa com o derrière do Banderas, única coisa revelada ao público?</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">O elenco contou ainda com Robert Foster fazendo Picasso (não o pintor e muito menos “trabalhando” seu membro inferior), um agente do FBI, e Rade Serbedizja, sempre no papel de russo, e que, como o nome diz, dá um porre danado. Para não dizer que o filme só tem coisa ruim, reservaram uma virada cheia de pretensão lá no finalzinho. Mas a m&#8230; já estava feita.  Mimi domiu no ponto. Melhor dar outra passada no <em>Plantão médico (E.R.)</em> &#8211; série que ela dirigiu &#8211; para ver se tem cura ou não. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Cocô-tação: 3 bostinhas (máximo de 5, para os piores)</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">(Roberto Cunha)</span></p>
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		<title>Cinemerda</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 20:59:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nós da M...</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticos de M]]></category>
		<category><![CDATA[#cocolaboracoes]]></category>
		<category><![CDATA[Beto Roma]]></category>
		<category><![CDATA[crítica de filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Ulisses Mattos]]></category>

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Três filmes que merecem a atenção da M&#8230; chegam ao circuito nesta sexta-feira. Sentindo cheiro de merda, escalamos três críticos de M diferentes para fazer as resenhas desses longas. Um dos textos, sobre The Spirit &#8211; O filme, escrito pelo jornalista especializado em cinema André Gordirro, chega só semana que vem. Mas hoje, antes de irem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-102" title="banner_criticos" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2008/08/banner_criticos.png" alt="" /></a></p>
<p>Três filmes que merecem a atenção da M&#8230; chegam ao circuito nesta sexta-feira. Sentindo cheiro de merda, escalamos três críticos de M diferentes para fazer as resenhas desses longas. Um dos textos, sobre <em>The Spirit &#8211; O filme</em>, escrito pelo jornalista especializado em cinema André Gordirro, chega só semana que vem. Mas hoje, antes de irem ao cinema e serem surpreendidos por merdas na tela, vocês já podem ler, no post abaixo, a crítica de <em>Pagando bem, que mal tem?</em>, por Ulisses Mattos, e do terror <em>Alma perdida</em>, neste post.</p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/03/almaperdida.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-779" title="almaperdida" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/03/almaperdida.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Para <em>Alma perdida</em>, contamos com a primeira resenha do fotógrafo e artista plástico <a href="http://www.betoroma.com.br/" target="_blank">Beto Roma</a>, fã do gênero. Beto já tinha sido chamado para dar uma assistência ao crítico Eduardo Frota no remake de <em>Sexta-Feira 13</em> e <em>Dia dos namorados macabro 3D</em>. Como Frota se recusou a ver este filme, por motivos não revelados, Beto topou fazer seu próprio relato, aproveitando sua bagagem para dar pitacos sobre mais uma produção feita para dar sustos na platéia:</p>
<p><span id="more-778"></span></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">ALMA PERDIDA&#8230; TEMPO PERDIDO </span></strong></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Fui chamado, mais uma vez, para participar de uma sessão de cinema de terror. Fanático que sou, topei na hora! Só que desta vez em vôo solo, pois há os que temem a crise, os que temem o Lula e os que temem os fantasmas. <em>Alma perdida</em>, longa dirigido por David Goyer (diretor assassino da cine-série <em>Blade</em>), passa 90 minutos chupando referências óbvias e nada originais de clássicos como <em>O exorcista</em>, <em>A profecia</em> e outros.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">A trama tem início com uma menina, traumatizada pela morte da  mãe, que começa a ver vultos e a ter alucinações, fenômenos que a levam a descobrir um passado de maldições, experimentos nazistas e familiares há muito esquecidos.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Buscando saídas fáceis de estilo e filmagem, o diretor bota logo de cara um cão com cara de malvado para dar um clima de suspense. Ora bolas. Cachorros, velhos e criancinhas só funcionam, hoje em dia, em publicidade. Já vi muito disso! “Oh, Damien! Cadê você? 666!”</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Furos de roteiro? Nenhuma novidade, mas aqui eles abusam da boa vontade com criancinhas demônios chamadas de Jumby! Rompi em risos no meio da sessão quando ouvi o nome, que me lembrou imediatamente aquele personagem de massinha, o Gumby &#8211; recordam?</span></p>
<p><a href="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/03/massinha.jpg"><span style="color: #0000ff;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-780" title="massinha" src="http://www.mcorporation.com.br/wp-content/uploads/2009/03/massinha.jpg" alt="" /></span></a></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Lentes de contato azuis e cinzas, à moda David Bowie, dão até um visual interessante ao filme, mas fica só nisso. Um desperdício, pois o que poderia salvar o longa é pouquíssimo explorado. Joseph Mengele e os experimentos nazistas ficam em segundo plano, dando mais espaço a cenas em câmera lenta e trilha sonora típicas dos filmes de Michael Bay, que produz esta bomba, deixando um final bem manjado para uma possível seqüência.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Porém, nem tudo está perdido. O filme vale pelo pitéu Odette Yustman - que infelizmente só protagoniza cenas de calcinha e sutiã, nunca nua - e pela presença (discreta, diga-se de passagem) de <strong>Gary</strong>-Sid-Vicious-Comissário-Gordon-<strong>Oldman</strong>, excelente ator que consegue se destacar e dar vida a personagens únicos até mesmo em filmecos pretensiosos como este. Tem também o James Remar, já coroa, que não mostra mais o vigor e a sede de personagens clássicos como Ajax (<em>Selvagens da noite</em>) e Albert Ganz (<em>48 horas</em>). Por sinal, onde ele estava durante quase todo o filme que nem viu o que aconteceu com a sua filha?</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Espelhos falam, tremem e mostram fantasmas. Putz, só faltava o Candyman! Ataque de riso 2: lá para o final, há uma cena de possessão que é digna de filmes trash de zumbi. Em resumo, <em>Alma perdida</em> conta uma história de filme B das mais fracas com roupagem hollywoodiana. Minha nota? Diarréia!</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Cocô-tação: 5 bostinhas (máximo de 5 bostinhas, para os piores)</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">(Beto Roma)</span></p>
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