Cachorros sempre foram usados em diversas atividades humanas ao longo da história. De tração para pequenos veículos a farejadores de bandidos, passando por meros animais de companhia. A moda agora é outra: servem para dar lição de vida no cinema. Já está virando rotina. É o caso de Sempre ao seu lado, produção que traz Richard Gere em mais um papel pífio.
No ano anterior, o chororô ficou por conta de Marley e eu – que levou até mesmo jornalistas às lágrimas durante a cabine de imprensa. Apesar do argumento semelhante (humanos aprendem a ser mais humanos através do comportamento dos cães), Sempre ao seu lado tem diferenças fundamentais no que diz respeito ao conteúdo, mesmo que também proponha, no fim das contas, colocar as glândulas lacrimais dos espectadores para trabalhar. Leia mais »
Ashton Kutcher tem fama, carisma e milhares de seguidores no Twitter. Talvez isso seja o suficiente para fazer com que Jogando com prazer faça algum dinheiro nas bilheterias. Porém, o filme deixa claro que o astro precisa escolher melhor os seus personagens se não quiser uma avalanche de unfollows.
O maior problema nem está no fraco rendimento de Kutcher. O roteiro é o grande vilão: fraco, monótono e mal desenvolvido. Conta a história de Nikki, um jovem sedutor que usa o seu charme como meio de sustento, caçando solteironas ricaças dispostas a lhe dar guarida. Até o dia em que conhece uma misteriosa garçonete e passa a questionar o seu estilo de vida.
A primeira metade do filme se concentra em constantes e picantes cenas de sexo, ainda que durem apenas três segundos. Peitos e bundas são mostrados em posições que simulam o coito, mas sem assumir um tom erótico de fato. A segunda parte quebra completamente a concepção de drama erótico e assume uma história de desilusão amorosa das mais previsíveis. Toda a adrenalina e a tensão sexual propostas no início do filme dão lugar a uma série de desencontros, transformando o filme em um enfadonho conto vespertino – com direito a lição de vida.
O que vale a pena mesmo é a bizarra e insólita cena dos créditos finais. Por isso, quem tiver paciência para aguentar os mais de 90 minutos de projeção vai conferir uma cena bem diferente, impregnada com a ousadia que ficou de fora do filme.
Coco-tação: 3 bostinhas (máximo de 5 bostinhas, para os piores)
* Eduardo Frota, autor do Cinéfilo, Eu?, é nosso crítico de filmes merdas.
Quando um novo filme de Nia Vardalos entra em cartaz, é certeza de uma comédia romântica cheia de lições tortas sobre o amor em meio aos contrastes contemporâneos das tradições gregas. Em Falando grego, literalmente, a atriz foi longe demais. Pegou um avião para a Grécia e obteve autorização do governo para filmar nas ruínas dos sítios arqueológicos. Por isso mesmo, o título da película em inglês é My life in ruins (“Minha vida em ruínas”, em bom português). E, mais uma vez, Nia Vardalos arruinou um filme.
A moça interpreta Georgia, uma professora de história que resolve tentar a vida na Grécia. Após um corte no orçamento da universidade em que dá aula, ela acaba ficando desempregada e vai trabalhar como guia em uma agência de turismo. Perde, então, o “kefi”: palavra grega equivalente à paixão, tesão etc. Desanimada, sofre com constantes reclamações sobre o desempenho, uma vez que seus passeios são comparados a uma aula de história sobre os antigos gregos – matéria na qual é especialista. Um dia, recebe um grupo de turistas estereotipados: os estadunidenses bobocas atrás de compras; as espanholas divorciadas atrás de sexo; os australianos bêbados atrás de álcool; e até uma velha cleptomaníaca. Para piorar, Nico, seu colega de trabalho, faz de tudo para que ela seja demitida.
O título em português, Falando grego, até que cai bem, uma vez que não dá para entender aonde se quer chegar com o argumento. Em um primeiro momento, Georgia precisa suportar as constantes piadas e deboches com suas programações históricas, em um sinal de desrespeito aos seus antepassados. Entretanto, passa a ter lições de vida com os conflitos e entra em perfeita sintonia com o grupo, ainda que precise abrir mão de seus ideais para se curvar diante de uma prática de turismo predatório, a qual critica asperamente durante o filme todo. A tal conscientização proposta no roteiro, portanto, perde legitimidade.
E cadê o romance? A vida amorosa de Georgia é apenas uma subtrama mal ajambrada. Seu pequeno flerte é mal desenvolvido e praticamente descosturado da trama, se encaixando no roteiro apenas para que haja um beijo lá no terço final da projeção, ainda que bem sem graça. O texto é realmente muito fraco. Os únicos momentos de humor, de gosto duvidoso, são os protagonizados pelo experiente Richard Dreyfuss, que praticamente apresenta um pout-pourri de piadas de salão. A outra subtrama, que mostra como Nico tenta sabotar Georgia, e como ela contra-ataca, também é bastante enfadonha. Tão chata, que não dá nem vontade de torcer para o vilão – muito menos pela mocinha!
Definitivamente, falta “kefi” aos filmes de Nia Vardalos.
Cocô-tação: 3 bostinhas (máximo de 5, para os piores)
* Eduardo Frota, do blog Cinéfilo, Eu?, é nosso crítico de M para filmes
Vida nova de novo em 2009. Em um ano onde a rotina passou longe, nada
como celebrar minha primeira semana em Campinas de uma forma insólita: Em um happy hour com os amigos no bar Manga Real, em plena segunda-feira.
Ao chegar, meu amigo que gentilmente me ofereceu guarita nestes primeiros tempos, gentilmente já me esperava numa mesa com dois copos de uísque com Cola-Cola, ou simplesmente whiscola, para os mais iniciados. Logo em seguida, chegaram outros companheiros de copo, para uma noite de muita música sertaneja, quitutes e boas risadas.
Eram, sem dúvida, novos tempos. Nada como estar entre amigos, em uma
terra que já conhecia de outrora. E de tantos banheiros que usei e abusei, antes de iniciar o Já Caguei Aqui. Portanto, usar o banheiro da casa naquela noite, não era apenas uma questão de sair do aperto: Era também um acerto de contas com o passado. Leia mais »
Últimas horas em Ribeirão Preto, após um mês de peripécias, boas histórias e muito trabalho. Estava numa correria danada, fazendo malas, pagando contas, enfim, levantando o acampamento para resolver tudo antes do meio-dia e pegar a estrada para a longa viagem de volta.
Apesar do saldo positivo da experiência, sentia naquela manhã de segunda uma certa melancolia, que só fazia crescer, à medida que as horas passavam, chegando ao ponto de ficar desconfortável. Foi quando percebi que não era melancolia o que estava sentindo. Tudo não passava de um mais chamado do meu corpo para que a natureza seguisse seu curso. Leia mais »
Uma Thurman deu vida a uma bela e interessante noiva em Kill Bill. Empunhando uma espada afiada, foi atrás de vingança e machucou muita gente. Em seu mais novo filme, Marido por acaso, a atriz encarna a Dra. Emma Lloyd, uma especialista em relacionamentos amorosos prestes a se vestir de branco e contrair matrimônio. Âncora de um famoso programa de rádio, que funciona como consultório sentimental, ela acaba incentivando uma jovem ouvinte a desistir do casamento. Quem parte em busca de vingança, então, é o noivo abandonado – um bombeiro que vai atrapalhar o casório aparentemente perfeito de Emma. Aparentemente… Leia mais »
Passar um mês em Ribeirão Preto foi uma experiência emocionante em todos os sentidos. A começar pela minha chegada na cidade, após três horas de viagem e ter pago todos os pedágios do mundo, antes de ir direto para a nova agência.
Era normal que eu estivesse mais que ansioso, não apenas para começar, mas também para achar o local, em um cronograma que não poderia ter erros. Estranho mesmo era a já desesperadora vontade de ir ao banheiro que tomava conta de mim àquela hora da manhã ao volante.
Por sorte, consegui achar sem muita dificuldade o endereço, estando lá meia hora antes do combinado. Que alívio! Não seria de bom tom, tampouco apropriado, me apresentar em um emprego novo todo apertado tal qual estava. Sendo assim, aproveitei o ensejo para fazer um reconhecimento das rendondezas. Não deu para ser nada muito elaborado, obviamente, tanto pelo horário, quanto por minha situação periclitante. Foi aí que, na esquina da avenida, avistei uma padaria que poderia me servir bem e, quiçá, me servir sempre.
Infelizmente, não era bem esse o caso. A Panificadora Skalla tinha um aspecto simples e servia almoço também, como pude perceber pelas mesas dispostas. Já sabia para onde sair ao meio-dia, mas banheiro que era bom… nada. Encontrei uma boa alma que trabalhava lá, que finalmente me indicou os fundos do estabelecimento.
Estava claro: não era um banheiro aberto à clientela. De qualquer forma, fui surpreendido pelo banheiro masculino estar simplesmente desativado. Sem pestanejar, abri o banheiro feminino e entrei. Era um local estreito, tipo com 1,5m de largura por 3m de comprimento e pé direito alto, com a pia logo na entranda e o vaso lá no fundo, meio abandonado, até.
Minhas suspeitas sobre a restrição do banheiro se confirmaram, já que vi uma touquinha que as meninas usam no balcão esquecida lá em um gancho na parede. Parecia limpo, no geral. Aliás, tão limpo que havia sido inspecionado e aprovado pelo Centro de Zoonoses local, o que suscitava dúvidas sobre que tipos de animais frequentavam os banheiros dali.
O papel higiênico, o vaso em si e o lixinho eram simples, mas de coração. Problemas mesmo tive com a descaga. Tenho que admitir que fiz um belo estrago na louça. Entretanto, a pressão da válvula era muito fraca. Fiz o que pude para não deixar vestígios da minha presença lá. Contudo, no final, limpa mesmo só ficou a minha consciência. Saí de lá com a sensação de que, após minha insólita visita, o banheiro feminino da padoca ficaria também interditado naquela manhã.
Falha nossa: no afã de sair rapidamente do local, acabei por esquecer de fotografar o vaso. Fica pra próxima.
Cocô-tação: 2 privadas (máximo de 5, pra os melhores)
* Sidney Luzio, autor do blog Já Caguei Aqui, é nosso Crítico de Merda para banheiros.
Fui recentemente à inauguração do bar Heineken, em Araraquara. O local era uma padaria falida e foi preparado para ser o novo “point” da cidade. Durante as semanas que antecederam a inauguração, cheguei a acreditar que seria realizado algum trabalho mágico naquele local pelas equipes de merchandising dos fornecedores. Cheguei a presenciar três pessoas trabalhando junto para colocar na parede um display em acrílico, de cigarros (da Souza Cruz). Começaram a reforma pela seqüência inversa que normalmente um grande lançamento exige e isso me causou dúvida sobre a seriedade dos trabalhos. Leia mais »
Nada como comparecer a um aniversário onde o presente quem ganha é você. Foi nesse clichê tosco que eu e minha namorada pensamos, quando descobrimos que o almoço de aniversário da mãe dela naquele domingo seria celebrado no Outback, no Shopping Anália Franco. Assim, o que poderia ser apenas um compromisso familiar normal tornou-se uma deliciosa oportundidade de colocar meus instintos ogros em ação, detonando um Ribs on the Barbie, batatas, sobremesas e afins.
Como ela mora perto dali e minha namorada conhece todas as quebradas da Zona Leste, chegamos lá sem maiores percalços, na tradição nossa de abrirmos os lugares na hora do almoço. Não precisamos sequer pegar fila pela mesa: já tinha uma pronta para a gente. Espera mesmo, só pela netas, a outra filha e o genro que estavam a caminho. A caminho, também, havia algo em mim prestes a sair down under e que não podia mais esperar. Então, à francesa, fui descobrir o que um banheiro tipicamente australiano pode me oferecer. Leia mais »
Ir a Ribeirão Preto e não conhecer o Pinguim é como ir a Roma e não ver o banheiro do Papa. O bar e restaurante, ao lado do imponente Teatro Pedro II, é, desde 1936, um dos principais pontos de encontro da cidade e seu chope é considerado por seus frequentadores o melhor do Brasil. Polêmicas à parte, eu, que nem gosto de chope, estava mais preocupado naquele sábado em saborear uma suculenta feijoada, iguaria que ainda não tinha tido o prazer de experimentar desde minha chegada à califórnia brasileira. Leia mais »
Recebemos o produto e convocamos o comediante Nigel Goodman, conhecido por fazer o Repórter Bêbado (ele enche a cara e comenta notícias em um podcast) e participar de dois grupos de stand-up comedy (Ponto Cômicos e Louco é Pouco). Levamos o sujeito para uma floresta e o gravamos usando a caixa.
Além da sólida crítica de Nigel Goodman, temos Ronald Rios (da Badalhoca) colhendo a opinião de populares sobre a utilidade da Shit Box. Confira:
Semifinais do paulista e o Santos enfrentaria o Palmeiras no caldeirão da Vila Belmiro. Infelizmente, não havia comprado ingressos para ver o jogo ao vivo, então consegui arrastar a sãopaulina da minha namorada para assistir ao clássico no Chopp Santista – um dos principais lugares de concentração de torcedores na cidade e onde já pude presenciar grandes jornadas esportivas, tanto da Seleção brasileira, como do glorisoso Santos Futebol Clube.
Já sabendo que o lugar estaria lotado, combinei com ela de estarmos lá às 15h, para garantirmos uma boa mesa. Contando os atrasos femininos de sempre, entramos lá às 15h30, com o bar estranhamente vazio. Leia mais »
Época de aniversário é sempre meio estranha. Você começa a avaliar sua vida, quais rumos tomar e, especialmente, o que fazer para que a data não passe em branco. Neste ano, resolvi comemorar com meus amigos em um de meus lugares favoritos na paulicéia, o O’Malley’s, pub irlandês,
localizado próximo à avenida Paulista.
Era uma noite de sábado e, justamente nesse dia, o bar não aceitava reservas. Assim, apesar de ter combinado com meus amigos que as festividades teriam início às 22h, tive que chegar um pouco antes das 20h para guardar uma mesa e ter uma base para receber todos os presentes. Por sorte, tive o prazer de passar esse momento pré-festa com a presença da minha namorada, que pacientemente se prontificou a segurar a mesa comigo.
Aproveitamos o ensejo para fazer uma espécie de esquenta para o evento principal. Pedimos uma porçãozinha, eu já saboreava Jack Colas, uma banda tocava noutro ambiente, tudo corria bem. Até que o primeiro presente da festa resolveu se formar inesperadamente dentro de minhas entranhas. Leia mais »
Era para ser apenas mais um domingo qualquer de fevereiro. Eu e minha
namorada, após um delicioso almoço, estávamos de bobeira na paulicéia
quando tivemos a idéia de pegar um cineminha à tarde. Assim, descemos
a Av. Augusta e adentramos no Espaço Unibanco de Cinema, lugar
simpático e sempre com boas opções de filmes.
Na programação, um filme com várias indicações ao Oscar: “Foi apenas
um sonho”, com Leonardo DiCaprio e Kate Wislet. Parecia a opção mais
interessante e também começaria em meia hora, o que uniu o útil ao
agradável. Sem muita escolha, aproveitamos para dar uma visitada na
livraria lá dentro mesmo.
Acabou que essa espera, que em princípio poderia ser uma maçada –
maçada? Devo estar lendo muito Nelson Rodrigues – para mim, foi de
grande valia. Isso pelo fato que o almoço, apesar de ótimo, tinha
rebatido meio errado no estômago e já estava louco para sair. Com esse
incidente em vista, totalmente fora da programação, deixei namorada e
livros pra lá e fui ao banheiro masculino, no hall principal. Leia mais »
Era dia de assistir a Três reis no canal Warner. Como a Sky resolveu cortar os canais Telecine que eu tinha sem avisar - e eu também não vou ligar para perguntar o porquê -, restaram alguns outros que passam filmes de vez em quando. De vez em quando. Porque o que mais se vê nos canais por assinatura ultimamente são anúncios. E chatos. Os breaks comerciais são deploráveis. O pessoal que programa os intervalos (os mídias) parecem desprovidos de criatividade. Ou então deve ser uma máquina fazendo o trabalho, tamanha é a insensatez.
Existem chamadas da programação que se repetem há meses. A Warner é campeã. Você já reparou ? Tem peça que fica no ar meses seguidos. Com relação aos comerciais, a Warner parece se preocupar somente com sua saúde financeira e deve ter feito um negociação que foi uma tremenda bocada. Só isso explicaria a quantidade de comerciais de pasta de dente, escova de dente e enxaguatório bucal. É um tal de dentista recomendando para lá, outro recomendado para cá. E, de novo, se repetem há meses no ar.
E eu, inocente, não sabia que para assistir a Três reis teria que aturar 300 comerciais. Leia mais »
Dia 19 de janeiro. Após 12 dias intensos e de muitas aventuras por lugares incríveis, eis que minha jornada por terras cearenses chegava a seu fim. E essa viagem seria non-stop, saindo 2 da tarde de Jeri para parar apenas já em São Paulo, um pouco antes das 6 da matina do dia 20.
A viagem para Fortaleza ocorreu sem maiores sobressaltos. Mesmo, assim, sete horas são sete horas e o corpo acaba dando sinais de cansaço, de fome e, claro, que iria precisar de um banheiro. Por sorte, essa vontade última acabou por começar quando estávamos na cidade. Por outro lado, me privou de tentar experimentar o banheiro do ônibus, uma vez que naquele momento era impossível qualquer investida, devido ao fluxo de passageiros que atrapalhavam a passagem e que só faziam sair de ponto em ponto.
Um tanto frustrado, pacientemente esperei até o ponto final, já na rodoviária. Chegando lá, contudo, aconteceu o que eu temia: o banheiro era pago. Por uma questão de honra, desdenhei do banheiro. Minhas pernas começavam a trançar e corri para o táxi mais próximo, rumo ao aeroporto.
Por sorte, o Pinto Martins não era longe dali e pude controlar meus impulsos sem maiores preocupações. Leia mais »
O filme X-Men Origens: Wolverine estreou na semana passada e arrebentou nas bilheterias de todo o mundo. Mas milhares de brasileiros deixaram para ver a produção nos próximos dias e muitos irão já neste fim de semana, ainda mais depois que o próprio Hugh Jackman, no papel-título do longa, veio ao Brasil promover a atração.
Por isso vale a pena falar um pouco do filme com a crítica do jornalista Ulisses Mattos, um dos editores desta M… aqui. Tem gente adorando a produção, mas Ulisses fez seu texto com olhos de quem é fã dos personagem dos quadrinhos e leu todas as histórias mais importantes de Wolverine nos gibis. Daí a explicação para o longa estar aqui na seção que trata apenas de filmes de merda. Confiram:
Hoje chega ao circuito comercial uma nova comédia de Nia Vardalos, aquela moça do filme Casamento grego. Para se garantir nessa volta às telas, Nia escalou o mesmo ator com quem contracenou no tal filme.
Mas o truque não foi o bastante para convencer Eduardo Frota, do blog Cinéfilo, Eu?. Nosso crítico de M… solta os bichos contra Eu odeio o Dia dos Namorados:
O fotógrafo e artista plástico Beto Roma, grande fã de filmes de terror, aceitou fazer mais uma crítica de M para nós. Enviamos o sujeito para a sessão de imprensa de Evocando espíritos.
Como o filme consta nesta seção aqui da M… Online, não adianta fazer surpresa sobre a opinião de Beto. Vejam o porquê se sua desaprovação em um texto recheado de referências a cineastas de terror que conquistaram os entusiastas no gênero:
Ainda narrando sua saga pelo Nordeste, o crítico de banheiros Sidney Luzio, do blog Já Caguei Aqui, nos manda um texto sobre sua aventura em um sanitário praticamente selvagem.
Sidney encarou o banheiro de um albergue, com suas costumeiras precariedades e imprisos. E voltou para contar:
Este fim de semana está sendo lançado nos cinemas Território restrito, mais um filme digno de uma crítica de M. A missão de ir à sessão para a Imprensa, conferir o longa e depois lavar as mãos para escrever coube a Eduardo Frota, do blog Cinéfilo, Eu?.
A produção chama a atenção pela presença do astro Harrison Ford e, para os brasileiros, por contar nossa compatriota Alice Braga, no papel de uma mexicana. Mas o bom elenco, recheado ainda por nomes como Ashley Judd e Ray Liotta, não garante que seja uma boa atração nas telas, de acordo com nosso crítico de M:
Nosso crítico de banheiros Sidney Luzio, do blog Já Caguei Aqui, passou por uma experência meio nervosa no popular (e bota popular nisso) Mercado Central, em Fortaleza.
Em seu último dia de viagem pelo Ceará, Sidney passou aperto ao ter que usar o banheiro da famosa feira local e nos mandou o texto com seu relato:
Nosso crítico de M, Sidney Luzio, do blog Já Caguei Aqui, nos mandar mais uma resenha de sanitário feita em sua excursão pelo Nordeste. No texto de hoje, Sidney narra como foi soltar um barro em um dos maiores pontos turísticos do Ceará, o Beach Park.
O crítico de M teve momentos de suspense ao entrar no banheiro, encarando uma situação na qual achou que seria abordado por Sérgio Mallandro:
Como prometemos, publicamos hoje duas críticas de filmes merdas que não conseguimos soltar no dia de suas respectivas estréias. No post abaixo deste, Roberto Cunha fala de Jogo entre ladrões, que estreou na semana passada e conseguiu se manter no circuito, apesar da recepção fraca do público (está em oitavo lugar entre os filmes mais vistos neste fim de semana).
E aqui você confere a resenha para The Spirit: O filme, a adaptação do mais famoso personagem do mestre dos quadrinhos Will Eisner.
A crítica é do jornalista André Gordirro, crítico e colaborador de revistas como a SET. Profundo conhecedor de HQ, Gordirro não se conteve diante do filme dirigido por (justo ele!) Frank Miller, uma lenda no gênero. De acordo com nosso resenhista, o longa causa “vergonha alheia avalassaladora”:
O crítico Roberto Cunha, do site Adoro Cinema, foi conferir Jogo entre ladrões e voltou com o testemunho de um filme policial bem merdinha, daqueles que só tem o elenco como trunfo.
De acordo com Roberto, Morgan Freeman e Antonio Banderas não conseguem evitar que a obra de Mimi Leder cheire mal:
Um de nossos especialistas em banheiros, Sidney Luzio, nos envia mais uma crítica de M sobre sua turnê nordestina. Desta vez, ele até gravou imagens do banheiro que encontrou em um barraca no Ceará, com suas cores inapropriadas para um sanitário:
Os tons nervosos, no entanto, eram domados pelo barulho do mar, que deram um toque relaxante ao nosso crítico de M. Leia a descrição de mais uma aventura de Sidney, do blog Já Caguei Aqui, pelos banheiros do Brasil:
Três filmes que merecem a atenção da M… chegam ao circuito nesta sexta-feira. Sentindo cheiro de merda, escalamos três críticos de M diferentes para fazer as resenhas desses longas. Um dos textos, sobre The Spirit – O filme, escrito pelo jornalista especializado em cinema André Gordirro, chega só semana que vem. Mas hoje, antes de irem ao cinema e serem surpreendidos por merdas na tela, vocês já podem ler, no post abaixo, a crítica de Pagando bem, que mal tem?, por Ulisses Mattos, e do terror Alma perdida, neste post.
Para Alma perdida, contamos com a primeira resenha do fotógrafo e artista plástico Beto Roma, fã do gênero. Beto já tinha sido chamado para dar uma assistência ao crítico Eduardo Frota no remake de Sexta-Feira 13 e Dia dos namorados macabro 3D. Como Frota se recusou a ver este filme, por motivos não revelados, Beto topou fazer seu próprio relato, aproveitando sua bagagem para dar pitacos sobre mais uma produção feita para dar sustos na platéia:
O crítico de M escalado para ver Pagando bem, que mal é o jornalista UIisses Mattos, editor desta M… aqui. Fã de Kevin Smith, o crítico ficou na dúvida se o filme merecia ou não entrar na lista de filmes merdas analisados pela M… Online.
Segundo Ulisses, o filme não chega a ser uma porcaria, mas quem for esperando um filme à altura de Smith, vai achar uma bosta.
De acordo com nossos críticos de M, hoje chegam às telas três filmes merdas: Jogo entre ladrões, Bela noite para voar e Dia dos namorados macabro 3D. Hoje, publicaremos apenas duas resenhas. A terceira ficar para outro dia, pois um dos críticos não teve tempo de entregar o texto.
No post abaixo deste, você pode ler a segunda crítica de hoje. E aqui em cima, confere a de Dia dos namorados macabro 3D, escrita por Eduardo Frota (do Cinéfilo Eu?), que levou um fã de filme de terror para auxiliá-lo na avaliação, como fez na badalada resenha de Sexta-feira 13.
A segunda crítica de filme merda de hoje, também de Eduardo Frota, é Bela noite para voar, sobre o presidente JK (todo mundo usa essa sigla com preguiça de procurar a grafia certa do sobrenome, né?).
Com vocês, a resenha do longa, que pelo menos tem Mariana Ximenes como colírio:
Sidney Luzio, do blog Já Caguei Aqui, envia mais uma crítica de banheiro, resultado de sua saga pelo Nordeste. Nosso crítico de M nos narra sua aventura por um banheiro de estrada, no caminho para Canoa Quebrada, no Ceará. No meio de seu trabalho, avaliando uma privada do local, Sidney se surpreendeu com uma invasão à sua cabine. Confiram:
A primeira refilmagem de A Pantera Cor-de-Rosa, com Steve Martin no papel que foi de Peter Sellers, deixou muita gente insatisfeita, mas teve alguns defensores. Já a seqüência do remake, que chega hoje aos cinemas brasileiros, foi ainda pior que a anterior. “O filme ficou de quatro nas bilheterias americanas. Ficou em quarto lugar no lançamento e arrecadou míseros US$ 24 milhões em sua segunda semana em cartaz. E detalhe: passando em 3245 salas! Para se ter uma idéia, Sexta-feira 13, com 100 salas a menos, faturou o dobro”, conta Roberto Cunha, do site Adoro Cinema.
Roberto encarou a exibição de A Pantera Cor-de-Rosa 2, achou uma merda e nos mandou um texto quase revoltado com suas observações:
Nossa intenção aqui na seção Críticos de M é analisar apenas os filmes merdas mesmo. Mas eis que pintou o novo Sexta-feira 13, uma produção com vários ingredientes de um longa ruim, mas que é exaltado por milhares de fãs justamente por esses itens. O que fazer?
O jeito foi o crítico Eduardo Frota, do blog Cinéfilo, Eu?, levar à sessão de Imprensa um grande fã do gênero, para ter uma opinião extra e especializada sobre o filme. Até tivemos que criar uma nova categoria de cocô-tação para o filme. Vejam a resenha:
O viajado Sidney Luzio, do blog Já Caguei Aqui, nos manda mais um relato de sua turnê por banheiros brasileiros. Desta vez, nosso Crítico de M analisou um quiosque à beira-mar, em Fortaleza, com um nome pra lá de inspirador: Coco Beach.
Mesmo com esse nome cocozinho, o local deixou nosso crítico relaxado para executar seu trabalho. “Considerando a capacidade de pessoas atendidas no quiosque – era quinta-feira e estava lotado – o local, que tinha tudo para ficar num estado precário, repleto de areia e lama, estava apenas ligeiramente úmido”, conta Sidney.
Praticamente toda semana tem uma merda estreando nos cinemas. A da vez é Noivas em guerra. Segundo nosso Crítico de M enviado à exibição para jornalistas, Eduardo Frota, do blog Cinéfilo Eu?, nem a presença das duas belas atrizes valem a pena.
“Kate Hudson e Anne Hathaway não alcançam o timing para a comédia. E as seqüências do filme são enfadonhas”, analisa Eduardo, que torceu para ver o buquê ser jogado tanto quanto uma solteira encalhada, para que seu sofrimento na sala de projeção acabasse logo. Leia mais »
Mais uma resenha de banheiro do colaboradorador Sidney Luzio, do blog Já Caguei Aqui. Desta vez, o crítico avaliou o sanitário de um dos mais importantes aeroportos do país, onde despachou algo mais do que suas malas.
Além de colher suas impressões sobre o local, nosso Crítico de M ainda fotografou algumas manifestações artísticas deixadas nas portas das cabines. Confiram todo o profissionalismo de Sidney Luzio: Leia mais »
Sidney Luzio, do blog Já Caguei Aqui, é o nosso novo Crítico de M. Especializado em análises de banheiros, Sidney recentemente viajou de férias e aproveitou para visitar recintos além de São Paulo. Sua primeira contribuição à M… Online registra sua visita a um sanitário na pequena e pacata cidade de Trindade (RJ). Confiram a experiência do Crítico de M:
Quiosque Caiu do Céu, Trindade (RJ)
Nada como começar o ano ao lado de quem mais gosta. Assim, após passar a festa do Reveillón na charmosa Paraty, eis que eu e minha nova/velha namorada resolvemos passar o primeiro dia do ano nas lindas praias de Trindade, cerca de 15 km dali.
Ah, Trindade. Outrora um tranqüilo vilarejo onde hippies e pescadores viviam em completa harmonia, agora fora invadida por uma horda de turistas que se empoleiram nas dezenas de pousadas que tomaram a ruazinha principal. Após enfrentar um legítimo engarrafamento paulistano, finalmente chegamos à Praia do Meio – ela com sede e com fome, afinal já passava das 13h; eu com sede, fome e louco para achar um banheiro. Não por acaso, sentamos nas mesas do quiosque Caiu do Céu.
Após saborear uma caipirinha feita com cachaça da terra, fui ao encontro do garçom que nos servia e perguntei-lhe sobre as instalações do local. Solícito, o rapaz me disse que não havia banheiro masculino, mas devido ao caso, abriria uma exceção.
Estava me sentindo um privilegiado. Como todos sabemos, o banheiro feminino é muito mais limpo que o masculino, portanto, garantia de uma ida sem maiores percalços. Porém, ao entrar e abrir a porta, a surpresa: não tinha assento!
Pobres meninas. Se dependessem daquelas quatro paredes, estariam perdidas. Tirando o assento, as instalações até que não deixavam muito a dever a qualquer outro lugar. A Iluminação era natural e a descarga era aquelas de cordinhas. Pelos azulejos e piso, parecia ter sido construído ou reformado há pouco tempo. Mas o local era realmente acanhado, o que dificultava o espaço de manobra, principalmente quando se está de cócoras.
Por sorte, pude concluir o serviço rapidamente, o que me evitou maiores estresses. Tenho que admitir que foi uma experiência nova realizar minhas necessidades à moda dos índios e, de quebra, fazer um bom trabalho de pernas. Contudo, é algo que, se puder evitar, não faria novamente.
As férias continuam. E com elas, os temíveis filmes produzidos para toda família gastar em conjunto no cinema. A estréia desta semana é Um faz de conta que acontece, com Adam Sandler, um sujeito que não decide se é um bom comediante com estilo próprio, um ator competente ou um palhaço de aluguel.
Mais um trabalho para um crítico de M. O jornalista Eduardo Frota, do blog Cinéfilo eu?, conferiu o filminho, sobre um funcionário de hotel que um dia tem que tomar conta de crianças e começa a ver os contos que criou para elas virando realidade. Programão, hein?
Estréia esta sexta, em todo o país, o remake de O dia em que a Terra parou. A nova versão do clássico de ficção científica de Robert Wise, filmado em 1951, traz Keanu Reeves no papel do ET que vem ao planeta para bater um papo com os humanos e acaba complicando todo mundo. Tem muita gente querendo conferir a produção, mas nosso Crítico de M da vez, Ulisses Mattos, não teve uma boa impressão do filme, que também não agradou muito no mercado internacional.
“A escalação do ator principal não bateu bem e o mau uso da mensagem ecológica dá um tom bem esquisito ao filme, que é cheio de sentimentalismo barato”, diz Ulisses em sua resenha:
Todo fim de ano temos os “filmes de Natal”. São longas-metragens que chegam aos cinemas no feriado religioso, cheios de emoções e lágrimas fáceis, feitos para toda a família chorar. Este ano, Hollywood escalou para a tarefa Marley e eu, baseado em um livro que muitos colocariam na seção de “auto-ajuda” de uma livraria. Vai ser um sucesso, pois tem cachorrinho (o melhor amigo do homem) e Jennifer Aniston (a melhor amiga de Friends). Todos vão querer assistir ao filme e humoristas de internet vão fazer piadinhas do tipo ”Bob Marley e eu”, com montagem do cachorro fumando maconha.
Mas isso não quer dizer que a produção tenha passado incólume por um de nossos críticos de M. O jornalista Eduardo Frota, do blog Cinéfilo eu?, foi à exibição exclusiva para a Imprensa e nos traz seu relato. O filme estréia dia 25 de dezembro, mas a gente publica logo hoje, já que amanhã tem meio-expediente.
O manifesto de Pedro Cardoso contra a nudez no cinema não teve grande adesão na classe artística, muito menos entre o público e a Imprensa (já tem jornal botando o protesto do sujeito como candidato em eleição de “mico do ano”). Ao que parece, a indústria cinematográfica brasileira vai continuar dando de ombros, bundas e peitos para essa polêmica. Mas a nudez na Retomada continua algo muito acanhado, se comparada ao histórico de nosso cinema, como analisa o jornalista Alexandre Paim, da M… Online.
“Para quem acompanhou o cinema de antes, sempre passa pela mente o que um diretor como Neville d’Almeida, Walter Hugo Khouri ou Carlo Mossy fariam com uma Luana Piovani, uma Juliana Paes ou uma Fernanda Machado nas mãos”, diz Paim, que dá ainda algumas dicas de onde achar cenas de nudez “decentes” nos filmes nacionais mais recentes.
Parece que estrearam duas merdas hoje nos cinemas. Uma delas a gente não conseguiu ver (faltou gente para ir à cabine de Imprensa de Branca de Neve depois do casamento; somos uns merdas mesmo). Mas a outra conseguimos resenhar: Demoninho de olhos pretos, inspirado em Machado de Assis. O jornalista Eduardo Frota, do blog Cinéfilo, eu?, foi escalado pela M… Online e voltou da exibição com uma crítica sem rabo preso com o cinema nacional:
A seção Críticos de M está entrando em uma nova fase. Vamos priorizar os filmes merdas. Dificilmente os leitores verão aqui a crítica de um filme unanimemente muito bom. Mas se você quer saber se aquele longa que tem um cheirinho de merda é realmente uma bomba, passe aqui pra conferir. Estamos até aumentando o número de colaboradores para trabalhar como Crítico de M aqui. Os textos entrarão na seção no dia ou logo após sua estréia.
Vamos publicar agora a crítica de Entre lençóis, que era para entrar na sexta-feira passada, mas adiamos por causa da nossa entrevista no Programa do Jô. A resenha é de Ulisses Mattos, um dos editores desta M… aqui (e que escrevia sobre cinema no Jornal do Brasil). Amanhã e no fim de semana, publicaremos mais dois textos, um sobre um filme merda que estréia na sexta e outro sobre nudez na Retomada. Fique agora com a crítica de M da performance dos corpos de Reynaldo Gianecchini e Paola Oliveira:
Estréia nesta sexta nos cinemas Pindorama – A verdadeira história dos sete anões, de Roberto Berliner, Lula Queiroga e Leo Crivellare. O documentário mostra a vida de uma família de anões que mantém um tradicional circo que é sucesso no Nordeste. Para falar sobre o filme, convocamos dois estudiosos do assunto: os jornalistas Leonardo Vela, que trabalhou como Homem-Spam nos dois primeiros números da M…, e Ulisses Mattos, um dos editores da publicação. Ambos já viram vários programas televisivos e filmes sobre anões e chegaram a firmar um pacto que se o filho de um deles nascer anão, o outro será padrinho.
Vejam as análises precisas, as opiniões firmes e o pensamento deslubrante desses dois Críticos de M:
Um filme com o nome A casa das coelhinhas, fazendo menção à mansão da Playboy, pode levar muita gente ao cinema. Mas a produção americana que está em cartaz nos cinemas deve decepcionar quem aparecer nas salas de projeção esperando um clima de pornochanchada nacional dos anos 70. É o que conta Roberto Cunha, do site Adoro Cinema, na resenha escrita para a M… Online.
Então, antes de comprar o ingresso, leia abaixo a crítica do cinéfilo e fique esperando que surja um A casa das Brasileirinhas.
Estávamos guardando a crítica do filme Mulheres… sexo forte para quando estreasse no Rio de Janeiro. Mas aí nos tocamos que o longa já está passando em várias cidades do Brasil e que nosso site tem alcance nacional (a gente vive esquecendo disso). Então, vamos desovar aí a resenha de Ulisses Mattos sobre a produção, que o fez sofrer durante toda a exibição. Não que ele tenha ficado emocionado. É que a experiência foi torturante: “Mulheres… sexo forte é como um chute entre as pernas, um golpe que para os homens é ainda mais doloroso”.
Depois de suas resenhas para as primeiras duas edições da revista M…, o maior crítico de banheiros do Brasil volta a nos enviar uma colaboração. Barros Souto Mayor faz seu primeiro texto para o site, narrando uma visita ao toillet da Capricciosa, de Ipanema. Em uma minuciosa inspeção no banheiro, Barros não encontrou nenhum traço de cocaína (isso eles escondem em buchos de boi), mas nos deu um refinado relato de como é aliviar-se naquelas instalações.
Estréia esta sexta nos cinemas do Rio de Janeiro o longa Delírios, com o ótimo Steve Buscemi no papel de um paparazzo. A comédia, dirigida por Tom DiCillo, critica o mundo das celebridades e o showbiz. Mas será que consegue? Ou faz o contrário? A resposta está no texto de Ulisses Mattos, crítico de M desta semana.
Este site é produzido no Rio de Janeiro, terra de sol, praias e balas perdidas. Mas não nos limitamos a falar só com os cariocas, claro. Por isso, eis aqui a resenha de um filme que ainda não estreou no Rio, mas já chegou a São Paulo e Porto Alegre: o estranho e ousado Ainda orangotangos.
Quem escreve é Ulisses Mattos, que não conseguiu emplacar o texto aqui só porque é da equipe da M… Online. Ele já enganou leitores de outros veículos escrevendo sobre cinema antes.