M…

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Cartum higiênico...

novembro 3, 2009
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A palestra dos editores da M… na Cândido Mendes de Niterói não foi pouca merda. Além de nossa humilde revista, a mesa contou com a também humilde Piauí, com a presença do gente fina Roberto Kaz, responsável por algumas das seções mais legais da publicação, como a Piauí Herald.

Falamos nossas merdas lá sobre mídia alternativa, os estudantes perguntaram uma coisas legais e respondemos com nosso jeito peculiar, fazendo algumas gracinhas para tratar de assuntos sérios.

Depois do evento, fizemos dedicatórias em exemplares da M… estrategicamente distribuídos aos estudantes (a velha tática do traficante, com a primeira dose de graça) e, para nossa surpresa, saímos de lá com um souvenir do cacete, uma bela charge feita por Luciano Freitas:

chargeulissilvio

Uma bela lembrança de um evento que funcionou bem paca. A gente espera que tenha botado bastante merda na cabeça do pessoal lá. É uma galera que promete.

Palestrando...

outubro 27, 2009
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Foto da Revista Conteúdo, de Cabo Frio. Ulisses é o de boca bem fechada. Silvio é o de boca aberta.

Foto da revista Conteúdo, de Cabo Frio. Ulisses é o com boca bem fechada. Silvio é o com a boca aberta.

Os editores da M…, Ulisses Mattos e Silvio Lach, darão uma palestra nesta quinta-feira, dia 29 de outubro, às 19h, na VI Semana de Comunicação, da Universidade Cândido Mendes, no campus  Niterói.

Eles vão tentar se expressar sobre Mídias Alternativas, abordando o projeto da M…, os virais que fizeram para divulgar a revista, as iniciativas no Twitter (Troféu Vitor Fasano e @Na_Kombi) e os trabalhos individuais de cada um em carreira solo.

Quem quiser conferir, é só aparecer lá. O campus Niterói fica na Rua Luiz Leopoldo Fernandes Pinheiro, 517, Centro.

Jurado de morte...

outubro 27, 2009
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A M… está representada no concurso de HQs da Vilania Comics, que faz o conteúdo da Oi Quadrinhos. O editor Ulisses Mattos, fã de quadrinhos, é um dos jurados que vão escolher a história de terror vencedora da disputa.

concurso-terror

O autor terá sua obra publicada no site e ganhará um pacote de livros e revistas de HQ de autores como André Dahmer, também nosso colaborador na revista M…

Boteco na TV...

outubro 27, 2009
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Um dos nosso editores de M…,  Silvio Lach participou do programa Boteco na TV, que vai ao ar toda terça, às 21h, na All TV, a primeira TV na internet.  Silvio falou da revista, do site, da nossa @na_kombi e outras merdas que tem feito por aí. Para dar uma conferida em como foi o papo com o sujeito, é só clicar aí no vídeo:

Untitled from Boteco na TV on Vimeo.

Midnight Movies...

outubro 12, 2009
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O Festival do Rio terminou oficialmente na quinta passada, dia 8. Mas já começou a tradicional repescagem, com novas exibições de alguns dos filmes. Confira quais os longas da mostra Midnight Movies, que a M… está cobrindo, ganharam nova chance de serem vistos:

Os Yes Men consertam o mundo (The Yes Men fix the world). Dir: Andy Bichlbaum, Mike Bonanno, Kurt Engfehr. Estados Unidos. 90 min. Leg Elet Português. 14 anos. Espaço de Cinema 1, dia 15, 13h15. (Veja análise da M…)

Big River Man (Big River Man). Dir: John Maringouin. Estados Unidos / Reino Unido. 100 min.  Leg Elet Português. Espaço de Cinema 1, dia 15, 17h30. (Veja análise da M…)

Human zoo (Human zoo). Dir: Rie Rasmussen. França. 110 min. Leg Elet Português. 18 anos. Espaço de Cinema 2, dia 9, 21h30.

O clone volta para casa (Kuron wa kokyo wo mezasu). Dir: Kanji Nakajima. Japão. 110 min. Leg Elet Português. 14 anos. Espaço de Cinema 2, dia 12, 21h30. (Veja análise da M…)

American Boy: o retrato de Steven Prince (American boy: A profile of Steven Prince). Dir: Martin Scorsese. Estados Unidos. 50 min. Leg Elet Português. 16 anos. Espaço de Cinema 3, dia 10, 13h45. (Veja análise da M…)

American Prince (American Prince). Dir: Tommy Pallotta. Estados Unidos. 50 min. Leg Elet Português. 16 anos. Espaço de Cinema 3, dia 10, 13h45. (Veja análise da M…)

Hair India (Hair India). Dir: Raffaele Brunetti, Marco Leopardi. Itália. 75 min. Leg Elet Português. 10 anos. Espaço de Cinema 3, dia 11, 20h. (Veja análise da M…)

When you’re strange (When you’re strange). Dir: Tom DiCillo. Estados Unidos. 85 min. Leg Elet Português. 14 anos. Espaço de Cinema 1, dia 9, 19h30.

Em busca do Paraíso
(Heaven wants out). Dir: Robert Feinberg. Estados Unidos. 79 min.  Leg Elet Português. 18 anos.  Espaço de Cinema 1,  dia 14, 19h30.

Midnight Movies #8...

outubro 11, 2009
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blackdynaBlack Dynamite

Por Eduardo Frota *

Ao longo da história do cinema, detetives, policiais e agentes secretos encantaram milhares de espectadores em filmes cheios de ação e aventura. Com tramas que envolviam espionagem internacional, tráfico de drogas e prostituição, apoiados em orçamentos milionários, fizeram bilheteria ao redor do mundo. Porém, perto dos estúdios de Hollywood, um segmento da sociedade se sentia carente de um herói que lutasse por eles na tela grande. O subúrbio das cidades estadunidenses, repleto de talentos artísticos, sentia a necessidade de expressão. Foi então que, no início da década de 70, os filmes conhecidos como blaxploitations ganharam fama entre a comunidade black.

O termo é  uma corruptela de exploitation, gênero que se caracterizava por produções de orçamento humilde, com tramas violentas e recheadas de sexo e drogas. A diferença dos blaxploitations estava  na estética, essencialmente negra. Talento era o que não faltava, principalmente para compor as trilhas sonoras. Trabalhava-se com o que havia de melhor no cenário musical da época, como Quincy Jones, JJ Johnson, Funkadelic, Curtis Mayfield, Sly & The Family Stone e James Brow. Muitos atores consagrados começaram graças ao gênero, como Bill Cosby, Flip Wilson e Richard Pryor.

A produção era tão profícua, que atravessou as ruas do subúrbio e ganhou notoriedade internacional. Personagens como Shaft (o original, de 1971, interpretado por Richard Roundtree) e Coffy (a estonteante Pam Grier) foram sucesso de bilheteria, ditaram tendências e projetaram as carreiras de diretores como Gordon Parks e Jack Hill. Até mesmo filmes de terror foram feitos na época, como o inusitado Blacula, espécie de Drácula com a alma do soul. A moda, a música e o comportamento de toda uma geração estavam impressos na película dos blaxploitations.

Com o tempo, as características estéticas e culturais foram ficando datadas. Porém, se tornaram referência cinematográfica. O modo de se vestir, falar, e atuar permaneceram imortalizados. Em 1997, Quentin Tarantino resgatou a carreira de Pam Grier com o fantástico Jackie Brown, em um reverência ao universo criado pelos blaxploitations.

Black Dynamite é uma sátira perfeita do que foi o gênero. De forma bastante inteligente, exagera exatamente nas características que ficaram datadas, funcionando como uma caricatura dos heróis da década de 70. O cara é sinistro: ex-agente da CIA, temido por todos, praticamente invencível, mestre na arte do kung fu e irresistivelmente atraente. Quando Black Dynamite recebe a notícia da morte do irmão, até a polícia teme o banho de sangue que está por vir. Como num bom roteiro de blaxploitation, é hora da vingança! (mais…)

Midnight Movies #7...

outubro 8, 2009
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mike-tysonTyson

Por Eduardo Frota *

Desde o dia em que se tornou campeão mundial dos pesos-pesados, Mike Tyson ganhou a fama de boxeador mais temido do planeta. No início da década de 90, então no auge da carreira, não demorava mais de um assalto para fazer os adversários beijarem a lona, quase inconscientes. Em Tyson, documentário que abrange grande parte da sua trajetória, o lutador reflete sobre o passado, comenta sobre o presente e arrisca palpites para o futuro. Diante das câmeras, enfrenta o seu maior oponente: ele mesmo.

Criado em um bairro miserável de Nova York, o ex-campeão não tem vergonha de explanar a infância conturbada, nem a época em que cometia pequenos delitos. Com bastante sinceridade, fala sobre a falta de uma boa base familiar e do momento em que, durante uma briga de rua, percebeu que podia socar adversários profissionalmente. Vai às lágrimas, de forma bem estranha, emitindo grunhidos incompreensíveis, quando fala do mentor e treinador Cus D’Amato, que morreu antes de ver o pupilo levantar o cinturão dos pesos-pesados.

Ainda jovem, acostumado a apanhar da vida, Tyson canalizou toda a agressividade que tinha para o ringue. Em pouco tempo se tornou campeão mundial e ganhou notoriedade. Virou até mesmo personagem de videogame. Em Mike Tyson’s Punch-Out, do console Nintendo, era preciso passar por todos os outros personagens para enfrentá-lo. Tarefa quase impossível, não fosse uma sequência de comandos no controle que dava acesso direto à luta. Ainda assim, encaixar um golpe no Tyson do jogo era tarefa árdua. E se o jogador levasse apenas dois socos, era game over.

O documentário mostra a força devastadora com que a fama foi destruindo Mike Tyson, tornando-o cada vez mais agressivo. Envolvido em vários escândalos, o pugilista passou a chamar a atenção fora do ringue. As polêmicas mais escabrosas envolvendo o seu nome estão no filme: o conturbado casamento com a atriz Robin Givens, o uso de drogas, a derrota para James “Buster” Douglas, a condenação por estupro e até a mordida na orelha de Evander Holyfield. Em tom sereno, o próprio Tyson procura responder a si mesmo o porquê de suas atitudes, mostrando-se plenamente capaz de uma autocrítica mais profunda.

Eloquente como poucas vezes foi visto, Mike Tyson fala bastante. Sem parar. O tempo inteiro. O filme tem uma hora e meia de duração – bem mais do que os dois minutos que o lutador precisava para encerrar o programa de muita gente, que aguardava ansiosamente a transmissão das lutas na TV.

Tyson é exibido ainda na mostra Midnight Movies, do Festival do Rio, no dia 8, no Cine Glória, às 16h e 20h.

* Eduardo Frota é autor do blog Cinéfilo, Eu? e foi credenciado pela M… para cobrir a mostra Midnight Movies.

À meia-noite verei seu filme...

setembro 25, 2009
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Festival do Rio 2008.inddAtenção, cinéfilos do Rio. Nesta edição do Festival do Rio, faremos uma cobertura da mostra Midnight Movies. Nossos críticos irão ao máximo de sessões da programação para falar de alguns dos filmes mais interessantes do evento (sim, nós da M… achamos que os filmes da Midnight costumam ser os mais interessantes, sim).

Fiquem atentos aqui na M… Online para acompanhar nossos relatos sobre as produções.

THE END

Humor no papel...

agosto 31, 2009
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Um pedacinho da M… está no livro Humor vermelho, que será lançado dia 1º de setembro, nesta terça-feira, às 19h, na Livraria Travessa do Shopping Leblon, no Rio de Janeiro. Um dos textos humorísticos da publicação é de autoria de um de nossos editores, Silvio Lach.

humor-vermelho

O livro conta ainda com textos de colaboradores da revista M… ou da M… Online: Leo Jaime, Fernando Caruso e Isabela Saes (do programa Hora do blush, da rádio SulAmerica Paradiso), além de nomes como Alexandre Plosk (Livro zero e As confissões do homem invisível)  e Antonio Tabet (do blog Kibe Loko).

A diretoria da M… estará lá em peso.

Cielo e Sarney no DF...

agosto 11, 2009
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Lula recebeu hoje César Cielo no Palácio Alvorada:

cielonada

O que nos faz lembrar de nossa campanha E o Sarney nada, nascida lá no Twitter. E não é só a gente que ainda lembra que Sarney ainda está por aí. O ilustrador e cartunista Henrique de Brito seguiu nossa proposta e mandou sua colaboração para a nossa galeria de charges de Sarney nadando:

sarneynavega02

Taí a obra do Brito, cujo trabalho pode ser conferido clicando aqui e também aqui.

Mande também sua colaboração. Você vai mudar a situação com sua charge? Não. Nós aqui na M… vamos mudar? Também não. Quem pode mudar alguma coisa é o povo, que parece não estar ligando muito pro assunto, dando razão para os políticos que dizem que a opinião pública são os jornais, que estão perdendo a força. Mas nem por isso a gente vai deixar de reclamar aqui. Nosso papel é esse: registrar a insatisfação com essa situação, nem que seja com bom humor. Então, junte-se a nós, mande seu registro, sua charge, sua montagem. Vale pra exercitar enquanto ninguém vai às ruas reclamar desses pilantras em Brasília.

E você, nada?

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