M…

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Temos vagas...

março 24, 2009
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Estamos procurando novos colaboradores para duas seções.

> Coluna Falou Merda.

Se você fica ligado direto na TV e/ou em sites e tem um senso de humor (um mix de sarcasmo, cinismo, humor negro e pensamento politicamente incorreto), seja o novo colunista da seção. Basta, a cada semana, reunir as pérolas ditas na mídia e fazer comentários curtos sobre as merdas que as pessoas falam. Interessado? Mande-nos um e-mail com uma mostra do seu material. Pagamos mal. Mentira, estamos brincando. Não pagamos nada. Mas a coluna é assinada e pode contar com link para outro site, se o novo colunista tiver um blog.

> Seção Humor Marrom

Você é cartunista, designer, sabe mexer com photoshop ou desenha bem? Que tal ver seus traços na seção Humor Marrom, ilustrando os posts da série “Direto do Twitter dos Editores”? Basta mandar sua livre interpretação do passarinho-símbolo do Twitter. A idéia é que os trabalhos tenham a qualidade das contribuições do Porko Parade; no entanto, se você não sabe desenhar muito bem mas tiver uma boa idéia rabiscada para nos mandar, talvez role uma publicação, mais na linha do Hipopótamo Zine.

Ah, sim. Como nos dois sites que citamos, o esquema é colaborativo. É para você mostrar o seu talento. Damos o crédito e o link para o blog do autor do desenho.

A volta dos tweets...

março 23, 2009
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Consultores contratados pela M… Corporation disseram que a estratégia de tranformar frases curtas do twitter em posts da seção Humor Marrom não foi acertada. O Conselho Editorial ainda está analisando essa dica, mas por via das dúvidas, enquanto não recebemos o resultado das pesquisas de opinião com leitores, voltaremos a usar o modelo antigo. Então, voltamos com…

 

Direto do Twitter dos Editores da M…

http://twitter.com/ulissesmattos:

“Ontem vi um pombo comendo arroz de um despacho de macumba. Finalmente descobri de onde vêm as pombas-giras”.

“Quando a moça aprende a cozinhar, dizem ‘já pode casar!’. Quando homens se viram na cozinha sem a esposa, pensam ‘já posso me divorciar…’”

“O que pensam os taxistas que colocam Insulfilm em seus carros? Como ver se estão ocupados ou livres? Devem achar legal fazer pegadinha, tipo Táxi do Gugu”.

“Coelho enfrenta cobra:  http://tinyurl.com/dxhyvs. O coelho foi mais que corajoso. Inseminou a cobra três vezes e ela nem viu”.

 

http://twitter.com/silviolach:

“Homem morre ao cair dentro de misturador de cereais. Isso não é uma máquina. É um cereal killer”.

“Desde o carnaval, já é o segundo ex personal que a Luma está pegando. É por isso que o único Personal que entra lá em casa é o papel higiênico”.

“Arthur Virgílio quer cortar todos os cargos comissionados do Senado. Haha. Não vai sobrar nem os senadores. Quem não leva uma comissão ali?”.

“Chaves chama Obama de ‘pobre e ignorante’. Deve ser muito chato ouvir o presidente do seu país ser chamado assim, né não?”.

“Na Califórnia, parlamentar defende legalização da Maconha para combater a crise. Imagina que máximo: A promoção do McOnha virá com 5 sundaes!”

Fala, Faustão...

março 23, 2009
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Estamos sem colunista fixo para a seção Falou Merda, que estava sendo assinada por Alexandre Paim. Enquanto ainda não escolhemos um novo nome como titular da coluna (aceitamos currículos de gente que tope coletar declarações infelizes na mídia e faça comentários curtos sobre as frases), vamos publicar aqui contribuições de leitores e colaboradores.

Roberto Cunha, do site Adoro Cinema, manda uma observação sobre um comentário de Fausto Silva:

“O apresentador Fausto Silva, que comemora 20 anos a frente de seu indefectível programa dominical, mandou muito mal ao falar da nova novela da emissora do Jardim Botânico. Quando as imagens mostravam os integrantes da produção, Fausto fez, mais ou menos, o seguinte comentário: “Pôrra, meu! Elenco bem mesclado”. Na cabeça do telespectador que pensa um pouquinho vem logo à cabeça: “mesclando bons atores e atores merdas!”. Seria isso que o ilustre apresentador quis dizer?

Não satisfeito, ao fazer o merchandising da Motorola, que bota muita grana no seu bolso, Silva falou, com seu inglês nota 10, que o novo produto do fabricante vem com o ‘iu tu’. O que ele queria anunciar, na verdade, era a promoção fechada entre a empresa e o grupo irlandês U2. Francamente! Como diria Casoy: Uma vergonha!”

Cinemerda...

março 20, 2009
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Três filmes que merecem a atenção da M… chegam ao circuito nesta sexta-feira. Sentindo cheiro de merda, escalamos três críticos de M diferentes para fazer as resenhas desses longas. Um dos textos, sobre The Spirit – O filme, escrito pelo jornalista especializado em cinema André Gordirro, chega só semana que vem. Mas hoje, antes de irem ao cinema e serem surpreendidos por merdas na tela, vocês já podem ler, no post abaixo, a crítica de Pagando bem, que mal tem?, por Ulisses Mattos, e do terror Alma perdida, neste post.

Para Alma perdida, contamos com a primeira resenha do fotógrafo e artista plástico Beto Roma, fã do gênero. Beto já tinha sido chamado para dar uma assistência ao crítico Eduardo Frota no remake de Sexta-Feira 13 e Dia dos namorados macabro 3D. Como Frota se recusou a ver este filme, por motivos não revelados, Beto topou fazer seu próprio relato, aproveitando sua bagagem para dar pitacos sobre mais uma produção feita para dar sustos na platéia:

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Cinemerda 2...

março 20, 2009
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O crítico de M escalado para ver Pagando bem, que mal é o jornalista UIisses Mattos, editor desta M… aqui. Fã de Kevin Smith, o crítico ficou na dúvida se o filme merecia ou não entrar na lista de filmes merdas analisados pela M… Online.

Segundo Ulisses, o filme não chega a ser uma porcaria, mas quem for esperando um filme à altura de Smith, vai achar uma bosta.

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Promoção!!!...

março 19, 2009
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Dêem só uma olhada na foto de divulgação da peça Não matei, mas sei quem fui, que está no Teatro Café Pequeno, no Leblon:

Tudo a ver com a M…, né? A história também: trata-se de uma comédia que se passa no banheiro de um quarto de motel, mostrando um cara que tem um encontro amoroso com a chefe. Mas ele se dá conta de que ela está morta e tenta investigar o crime, fazendo um interrogatório com suas múltiplas personalidades. O texto e a atução são de César Amorim, com direção de Diego Molina.

Se você está no Rio e ficou a fim de assistir à peça, é só nos mandar um e-mail (redacao@mcorporation.com.br) dizendo que quer um par de ingressos. Temos entradas para os dias 24/3 (terça), 25/3 (quarta), 31/3 (terça) e 1/4 (quarta), sempre às 21h. Os cinco primeiros e-mails que chegarem aqui ganham um par de ingressos cada.

Mas é preciso dizer em que data você quer ir. Só podemos distribuir um par de ingressos por sessão (com exceção de um dos dias, já que só há quatro sessões ainda disponíveis). O primeiro a mandar tem preferência de escolha sobre o segundo, e assim por diante. Se um leitor pedir ingresso para um dia já esgotado pelos outros leitores, a gente avisa que não rola e oferece pra outro dia. Entendido? Então… Valendo!

Entrada de carrinho...

março 19, 2009
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A cartola do site Mulher e Futebol, Marina Miyazaki, atende também pelo apelido de, vejam só, Marina M. Diante de um codinome desse e um site interessante, não havia como deixar de pedir uma cocô-laboração sua. Encomendamos um texto a Marina, que nos enviou uma pensata sobre a relação entre um jogador de futebol e seus carros de luxo:

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A nossa madrinha...

março 18, 2009
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É normal o cara morrer e virar santo. Vimos a mídia poupar Roberto Marinho, Antônio Carlos Magalhães e tantos outros nomes que eram ao mesmo tempo amados por uns e odiados por outros. Com a morte do sujeito, as coisas ruins são varridas para baixo do caixão e só os grandes feitos e as minguadas qualidades das pessoas ganham destaque. Nós da M… sempre contestamos esse tipo de comportamento da mídia, mas estamos prontos para ser criticados agora. Isso porque morreu Clodovil e não temos como deixar de falar umas palavras positivas sobre esse senhor racista, egocêntrico, elitista, esnobe e com falhas de raciocínio. Sim, Clodovil tinha esses defeitos, mas não vamos falar disso neste momento. Não em respeito ao falecido. Mas porque quando lembramos aqui dele, a primeira memória que nos vem à mente é como Clodovil foi legal com a gente, ainda no início de nosso projeto.

Clodovil havia acabado de ser eleito deputado federal por São Paulo, com uma votação recorde. Estávamos fechando nossa primeira edição, que teria Preta Gil na capa. Mas começamos a achar que a Preta poderia dar uma idéia errada sobre o que era a revista, por já aparecer bastante em outros tipos de publicações. Foi quando tivemos a idéia de chamar Clodovil para substituir Preta Gil. Seria perfeito. A eleição de Clodovil era tida por muita gente como uma das grandes merdas que tinham acabado de acontecer. Afinal, era mais uma pessoa eleita por ser celebridade, não por ter um histórico de preocupações políticas. E muita gente achava Clodovil um merda, por seu estilo muitas vezes grosseiro e maldoso. Ou só por ser homossexual assumido. Tínhamos que ter Clodovil no nosso número 1. Mas um cara conhecido como ele ia topar conversar com uma revista começando do zero, independente, desconhecida? E será que toparia sentar num vaso sanitário, como a gente imaginou serem sempre as nossas capas?

Ligamos para ele e falamos que éramos de uma nova revista, chamada “M…”, de “merda”. Em vez de nos descartar, ele riu e se interessou. Dissemos que pensamos nele para nossa primeira capa e entrevistão porque ele era conhecido por falar das merdas que rolavam por aí, porque ele nunca teve medo de jogar merda no ventilador e porque ficamos felizes com a eleição dele. É, não falamos que pensamos nele porque muita gente achava que ele era um merda. E a parte da eleição dele também era verdade, porque quando um cara como Clodovil vence uma eleição, isso não deixa de ser uma “resposta” do eleitor para o estado da política atual. Ficamos, sim, felizes de certa forma com a eleição do estilista e apresentador de TV. Então, Clodovil começou a nos testar, falou alguma coisa em francês ao telefone e se surpreendeu quando respondemos também em francês. Tocamos no lado elitista do estilista, que achava que as pessoas eram melhores por serem poliglotas. E não é que o sujeito topou nos receber em sua casa, em Ubatuba?

A entrevista foi repleta de provocações de Clodovil. Muitos disparates, frases preconceituosas e asneiras com as quais não concordávamos de jeito nenhum. Mas nós – os editores Ulisses Mattos e Silvio Lach e o fotógrafo Alex Ferro – tínhamos combinado que não entraríamos em choque com ele, pois se discutíssemos e fôssemos expulsos de sua casa, não teríamos nem a entrevista nem a foto de capa. Voltaríamos para casa de mãos vazias, depois de uma desgastante viagem de carro, com mais de dez horas de ida e volta. Logo de cara, Ulisses levou uma patada quando começou a expor suas considerações sobre a eleição de Clodovil. “Quem vai dar a entrevita, eu ou você?”, disse Clô, dando um cala-boca na equipe. No meio da entrevista, fez algumas afrontas aos judeus, preferindo olhar para o denunciador nariz semita de Silvio nessas horas. Ao fim, ainda se certificou da origem do editor, perguntando a Silvio se ele era judeu e aproveitando para falar que o 11 de Setembro tinha um dedo dos judeus, pois nenhum deles teria morrido na catástrofe. Teoria da Conspiração.

Mas ao mesmo tempo que soltava essas pérolas, nos recebeu com grande hospitalidade, nos mostrou sua mansão – que nos surpreendeu pelo bom gosto, em vez de uma decoração possivelmente exótica –, e aceitou posar sentado em um dos vasos sanitários que tinha em seu jardim, ao ar livre. Tirou a roupa e ficou de roupão para posar para o Ferro (Clodovil já tinha feito uma observação maliciosa sobre o sobrenome do fotógrafo, claro). Ficou conosco por quase seis horas, sempre paciente e sabendo estar se arriscando com pessoas que nem conhecia, que podiam acabar com ele numa entrevista editada de forma maldosa. E mostrou que não era ingênuo quando no meio da conversa disse que podíamos tê-lo chamado para a capa por acharmos que ele era uma merda.

Tentamos não ser escrotos com Clodovil. Retiramos as partes anti-semitas depois que ele foi ameaçado de processo quando repetiu no rádio as afirmações que fez a nós e teve que se retratar, não demos opinião sobre suas declarações e, atendendo a seu pedido, não publicamos a parte em que ele revelou que seu guru previu que Clodovil seria prefeito de São Paulo num futuro próximo (o mesmo guru também lhe garantiu que Lula não seria reeleito). Respeitamos e preservamos Clodovil, antes de tudo, porque prometemos nunca sermos calhordas com nossos entrevistados, sempre deixando o público fazer o julgamento sobre as pessoas, de acordo com o que nos contam. E hoje, mais de dois anos depois daquela entrevista, vemos que Clodovil mereceu o respeito que lhe demos, porque ele teve uma posição exemplar com a revista. Ele nos deu uma entrevista no momento em que negava falar com a grande imprensa. Clodovil estava recusando ser entrevistado por revistas de peso, pois, como disse, a imprensa sempre o sacaneou e agora estava atrás dele. Clodovil topou gastar seu tempo para conversar com três desconhecidos sem significância na mídia e ainda sentar seminu em um vaso sanitário. Ele precisava fazer isso? Não. Mas ele nos contou na entrevista que se considerava a “madrinha da M…”, pois entendia exatamente a nossa proposta. Clodovil foi o primeiro a entender exatamente o que é a M…, sem precisarmos explicar muito. Hoje, muita gente festejada por aí simplesmente ignora nossos pedidos de entrevista ou dá desculpas esfarrapadas. Já o falecido Clodovil, que tanta gente considerava grosseiro, babaca e vil, foi simplesmente sensacional conosco. Não temos como deixar de dar esse testemunho sobre Clodovil, mesmo rindo das inevitáveis piadas que foram e sempre serão feitas com ele. Vai nessa, Clodovil. Partiu.

(No post abaixo, você pode ler a versão mais longa da histórica entrevista que Clodovil deu à M…)

Clô sem cortes...

março 18, 2009
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Já que estamos no momento de reviver as grande pérolas de Clodovil, eis a versão maior da entrevista que Clodovil deu paro o número 1 da revista M…, no fim de 2006, quando acabara de ser eleito deputado federal por São Paulo. Muitos trechos desta entrevista nunca foram publicados, pois não couberam na edição. Na verdade, é mais do que uma entrevista. É uma conversa, a qual Clodovil quase transformou em monólogo.

Nos arriscamos a dizer que esse registro é o que melhor representa o que foi Clodovil. O texto está disponível não só para o público, mas para toda a imprensa, caso haja interesse em republicação de trechos. Lamentamos eventuais erros de português ou de formatação, pois esta não é a versão que passou por revisão:

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Falando M…...

março 16, 2009
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Hoje, Silvio Lach e Ulisses Mattos, editores da M…, ministrarão uma importante aula magna na Universidade Veiga de Almeida de Cabo Frio, para estudantes de Comunicação Social.

Usaremos todo o nosso conhecimento para falar do mercado, debater o futuro do jornalismo e as tendências da propaganda, criticar o modus-operandi viciado e obsoleto das empresas midiáticas e, mais importante que tudo, fazer divulgação do PROJETO M… CORPORATION!

Quem for das redondezas pode aparecer lá no campus da UVA, às 18h30, para assistir. Não deve ser chato, não. Como contamos algumas coisas de bastidores, nossas palestras em faculdades costumam ser acompanhadas de risadas da platéia. Esperamos até que Clodovil não morra hoje, depois de ter sofrido um AVC, pois temos histórias interessantes para contar sobre o deputado, que foi capa da nossa primeira edição.

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