M…

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Boiando na baía...

setembro 17, 2008
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Publicamos hoje mais um colaboração de Sergio Martorelli, autor do livro Santa pergunta, Homem-Morcego. Ele narra sua aventura a bordo de uma das barcas que atravessam a Baía da Guanabara, entre Rio e Niterói. Em termos de marketing, nosso colaborador não é muito ativo, pois pediu para ser creditado apenas assim: “Sergio Martorelli é jornalista. Nascido em 1968. Ainda não morreu”. Já a Barcas S.A., que patrocinou a epopéia de Sergio em alto-mar, é mais malandra e até “envelopa” barcas para empresas anunciarem, como você vê na foto abaixo. Temos certeza que o Sergio não amou muito tudo isso que se passou com ele lá. Teria mais a ver se a gente pusesse a marca da M… na barca. E não seria a primeira vez que se vê M boiando na baía…

Clica aí no botãozinho para ler a cagada homérica de Sergio Martorelli.

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Privada caprichosa...

setembro 15, 2008
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Depois de suas resenhas para as primeiras duas edições da revista M…, o maior crítico de banheiros do Brasil volta a nos enviar uma colaboração. Barros Souto Mayor faz seu primeiro texto para o site, narrando uma visita ao toillet da Capricciosa, de Ipanema. Em uma minuciosa inspeção no banheiro, Barros não encontrou nenhum traço de cocaína (isso eles escondem em buchos de boi), mas nos deu um refinado relato de como é aliviar-se naquelas instalações.  

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Pense e dance...

setembro 12, 2008
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Leonardo Wella já é conhecido dos leitores mais atentos da revista M…, pois colaborou duas vezes como nosso Homem-Spam, testando um feromônio da sedução e depois uma vagina de borracha (não, ele não precisou usar o primeiro item para conquistar o segundo). Agora ele reativa seu lado DJ e nos manda uma lista musical, com um shit parade para dançar.

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A última do Chávez...

setembro 12, 2008
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O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, exigiu nesta sexta que seu colega dos Estados Unidos, George W. Bush, respeite a “soberania dos povos latino-americanos”, e ratificou sua decisão de expulsar o embaixador americano em Caracas, Patrick Duddy a quem xingou junto com Bush de “ianques de m…”.

Aqui no Brasil, uma enxurrada de políticos, artistas e celebridades, profundamente influenciados pelo lançamento da nossa revista, começou a utilizar a palavra “merda” em seus discursos e entrevistas. Mas o sucesso tem seu lado negativo. Agora, a banalização no uso desta palavra tão forte e representativa chegou a seu limite com a entrada do presidente venezuelano Hugo Chávez no rol dos desbocados. Aí é demais. E não nos agradou também a comparação ao Bush. Ah, se tivéssemos recursos financeiros para processar Chávez… Pior que nem adianta recorrer ao Itamaraty para exigir retratação. É tudo amiguinho…

A vida medíocre dos paparazzi...

setembro 12, 2008
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Estréia esta sexta nos cinemas do Rio de Janeiro o longa Delírios, com o ótimo Steve Buscemi no papel de um paparazzo. A comédia, dirigida por Tom DiCillo, critica o mundo das celebridades e o showbiz. Mas será que consegue? Ou faz o contrário? A resposta está no texto de Ulisses Mattos, crítico de M desta semana.

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Pátrias de chuteiras...

setembro 11, 2008
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A idéia do técnico boliviano de empatar com nossa Seleção usando a mesma tática que Evo Morales utilizou para ganhar do Brasil foi, no mínimo, brilhante. Se deu certo na política, por que não daria no futebol? O time da Bolívia já entrou botando os brasileiros para correr, mostrando quem mandava no “campo”. Depois se fechou na defesa, evitando qualquer ataque brasileiro. Para garantir o resultado, marcou pressão ameaçando deixar os brasileiros sem gás no final. Funcionou!

A seleção de Dunga, a exemplo da equipe do Lula, aceitou passivamente o domínio por parte do adversário, não ameaçando em nenhum momento a soberania boliviana.

Depois da Bolívia, quem sabe agora o Brasil recebe Luxemburgo. Não vai ser por falta de campanha que Dunga deixará de cair do cargo. Ontem, o time dos que criticam o técnico amador ganhou o reforço de Galvão Bueno, que passou o jogo todo dando a entender que Dunga talvez não fosse capaz de driblar o esquema boliviano. No final da partida, o locutor/comentarista/cheer-leader chegou a pedir desculpas ao telespectador pelo futebol apresentado (como se o jogo fosse apenas um programa ruim da Globo), enquanto levava ao ar cenas de Dunga cuidadosamente escolhidas, com expressão de quem não sabia o que fazer. Foi estranho por dois motivos. Primeiro porque a tal da imparcialidade jornalística foi pras picas. Segundo porque só vimos Darth Vader usando seu poder para o bem quando ele estava prestes a morrer no filme. Ah, se a vida imitasse a arte…

Falta de doping...

setembro 9, 2008
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Para quem não percebeu, a ilustração do post abaixo, na seção Cocô-laborações, foi feita pelo cartunista Nani, especialmente pra gente. Mas não foi encomendada para ficar só aqui no site, não. O desenho do craque faz parte de uma série de cartuns produzidos para uma reportagem sobre as técnicas mais bizarras utilizadas para burlar os exames antidoping, que será publicada no tão atrasado e aguardado número 3 da M…, com previsão de lançamento no fim de setembro. Ao dar os retoques na matéria, vimos que na verdade nós é que precisaríamos nos dopar pra fazer essa merda sair logo, pois a primeira versão do texto falava sobre como os atletas poderiam usar nossa revista como guia para escapar dos exames na China. Uma vergonha.

O importante é competir...

setembro 9, 2008
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Já que existem as paraolimpíadas, por que não criar também jogos especiais para os dopados? Essa é a proposta do nosso colaborador Odisseu Kapyn, conhecido no submundo da internet pelos textos que publicava no polêmico Cocadaboa. Odisseu agora faz stand up comedy com o grupo Ponto Cômicos, que em outubro fará uma temporada no Café Cultural.

Veja aí o sonho do novo Barão de Coubertin:

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Papo de bêbado...

setembro 9, 2008
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O leitor Pedro nos mandou um email nos conclamando a falar sobre a Lei Seca, aproveitando para fazer uma sugestão em relação ao assunto:

“Tá na hora de meter o pau nessa lei! Não que ela esteja errada, mas pensa só: deixamos o carro em casa e gastamos mais $ com táxi. Logo, usamos menos os carro. Logo, tem menos acidentes, menos internações no hospital. E cadê o repasse para os mais prejudicados pela lei? Queremos desconto na merda do IPVA e no seguro! Mais do que justo. Essa lei beneficiou taxista e policial. Pelo que soube, o suborno já tá tabelado 500 reais. Por isso nem uso o carro, porque não quero entregar 500 reais na mão desses MERDAS. Como protestamos quanto a isso? Eu faço valer a lei deixando o carro em casa, mas o policial não exerce a lei. Logo, o que a profissão dele sugere que ele faça? Só nós somos merdas, só nós que ficamos na merda. Pra variar.”

 

Pedro, a verdade é que IPVA passou a ser a sigla para Impávidos Policiais Vigiando Alcoólatras. Somos capazes de apostar um chopinho na possibilidade de os acidentes serem causados por quem tinha se embriagado com muito mais de dois copos (ou seja, 6 decigramas, o limite da lei anterior), mas que não eram flagrados por policiais porque simplesmente não havia muita fiscalização nas ruas. E por que há mais policiais fazendo blitz agora? Será porque é muito mais “motivante” fiscalizar motoristas e achar pelo menos uma pessoa que bebeu um chopinho? Não está mais fácil “apanhar” motoristas agora? E com mais blitz e policiais secos por cumprir a lei, é claro que a população se segura e não bebe, com medo de tomar. Inclusive aquele irresponsável que ficava mamadaço e fazia merda no trânsito. O bebum não parou de encher a cara porque o limite agora é mais próximo de zero, mas porque finalmente a polícia tem um bom motivo para fiscalizar. Assim, achamos no mínimo incoerente chamarem de Lei Seca uma lei que faz a gente molhar cada dia mais a mão dos guardas. Estamos certos, Pedro? Ou bebemos demais?

No curso de noivos...

setembro 8, 2008
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Recebemos um relato marcante de um leitor de Brasília. Não, ele não nos conta nada presenciado no Congresso. Nada público. É algo de sua vida privada, como todos os nossos leitores podem fazer, com grandes cagadas vividas ou testemunhadas, de qualquer natureza, não só intestinais (até porque já existe para isso o Marrom Bombom, mesmo que desatualizado). Mas dificuldades no banheiro revelam-se realmente situações inesquecíveis, que ficam na nossa memória para sempre como uma cagada homérica. Acompanhem a aventura do leitor Mário Júnior durante um desastrado curso de noivos.

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